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Gabriel Abreu

Gabriel Abreu

Acham que nos pegam? Temos essa resposta também. \o/

A história da vida no mundo parece ser muito simples: nascer > perpetuar a espécie > morrer. Ou seja: o sentido da vida é fazer vida, é ter filhos. Mas e os estéreis? E os homossexuais? E os que simplesmente não sentem vontade de terem filhos? Quer dizer que eles não têm um sentido na vida? Quem julga assim é por falta de conhecimento. Sejamos interessantes:

O cérebro de todo animal trabalha basicamente com um sistema de recompensas: vc faz algumas coisas para se sentir bem. Essa sensação é provocada pelos neurônios que ficam em determinadas regiões, como o septo, bem no meio do cérebro. Eles soltam um hormônio chamado dopamina, que nos provoca a sensação de prazer. Quanto mais prazer é sentido, mais dopamina é liberada. Desde um chocolate até... sim, isso que você está pensando. E essa sensação vicia. Quanto mais prazer sentimos, mais queremos sentir.

O cérebro é programado a nos guiar a fazer coisas que que liberem dopamina. Esse é o norte dele. Durante toda a nossa vida, estamos atrás dessa sensação - este é o motivo de existirmos. O sentido da vida, portanto, não está só no final dela, mas sim durante todo seu percurso. Ler um bom livro, abraçar um amigo, pegar uma praia, mandar perguntas para o PQ. Se a idéia de criar uma criança te irrita, então é porque vc não é programado para soltar dopamina com esse estímulo. Então, não é esse o sentido da sua vida. Pronto. Não somos todos iguais.

Resumindo, o sentido da vida é simples assim: ser feliz. :)

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50% dos animais da Terra desapareceram nos últimos 50 anos

As 8 bilhões de pessoas na Terra são apenas 0,01% da vida no planeta, mas já causaram um estrago enorme no ecossistema do planeta. De acordo com um estudo realizado por Ron Millo, do Instituto Weizmann de Ciência, de Israel, os humanos exterminaram 83% dos mamíferos e 50% das plantas na Terra. O estudo é o primeiro a mapear esse tipo de dado sobre a relação dos humanos com outros seres vivos.

O estudo derruba algumas ideias sobre a vida na Terra: as bactérias, antes tidas como líderes entre as formas de vida, são apenas 13% dos seres no planeta. Já as plantas são 82%. Todo o restante das criaturas, de peixes, insetos a fungos e outros seres, são apenas 5% da vida na Terra. 86% dos seres vivos habita a terra, 13% habita o subsolo e o oceano concentra apenas 1% da vida na Terra.

De acordo com os cientistas, a mudança causada pelos humanos na Terra criou uma nova era: o Antropoceno. Desde o alvorecer da humanidade há 50 mil anos, desapareceram 83% dos mamíferos selvagens, 80% dos mamíferos marinhos, 50% das plantas e 15% dos peixes. Impressiona também o ritmo da destruição: 50% desses animais pereceram nos últimos 50 anos. Será que a humanidade vai destruir a si mesma?

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Um estudo liderado por pesquisadores britânicos com 600 mil pessoas de 19 países, concluiu que cinco taças de vinho ou sete latas de cerveja, deveriam ser a quantidade máxima de bebida alcoolica por semana, para evitar risco de doenças cardiovasculares.

O estudo foi publicado na revista científica “The Lancet”

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Discretamente, uma lei da física controla a sua vida - e pode melhorá-la

Muitas vezes, a gente se pergunta porque as coisas são como são. Um rio faz muitas curvas para chegar à sua foz, um cacto se adapta para viver em ambientes áridos. Segundo Adrian Bejan, professor de Engenharia Mecânica da Universidade de Duke (EUA) diz que há uma lei que rege o movimento de todas as coisas - sejam elas animadas ou inanimadas. Teorias existem aos milhares mas leis físicas são poucas: elas precisam explicar um fenômeno universal.

A inspiração surgiu quando Bejan ele desenhava um sistema de refrigeração de notebooks. Ele nomeou sua descoberta de Lei Construcutal, em 1996. Para, para deixá-la mais acessível ao público, ele escreveu um livro chamado A Física da Vida, a Lei que rege tudo, publicado em 2016. Para Bejan, qualquer movimento, seja uma corrente migratória de pássaros ou uma rede de computadores, sempre avança rumo a uma maior eficácia.

Para ele, isso também pode ser aplicado à estrutura do cérebro e aos pensamentos - e isso pode ajudar a melhorar a sua vida. Se uma dinâmica funciona melhor quanto mais fluida e livre for, um bom lema de vida poderia ser: "não pare". Da mesma forma, a inação deteria esse processo de otimização natural. Que tal experimentar a lei criada pelo cientista americano?

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Pesquisadores de um estudo publicado na revista científica Plos One concluíram, depois de observar 8 mil homens que viveram entre 1900 e 1916 na ilha de Oahu, no Havaí, que o gene FOXO3 que favorece a longevidade foi encontrado com mais frequência em baixinhos (abaixo de 1,6 metro de altura). O gene FOXO3 também produz menos insulina, fazendo com que a incidência de câncer seja menor.Continue lendo...

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Sexo é benéfico para a saúde, pesquisas apontam que a pratica pode se relacionar ao bom humor e a uma melhor qualidade de vida. Agora, um estudo feito pela mostrou que a receita para uma vida mais longa é fazer sexo, ou seja, quanto mais transarmos, mais tempo teremos de vida.

Na primeira fase do estudo, 918 homens residentes da aldeia galesa, Caerphilly, com 45 a 59 anos de idade foram entrevistados por pesquisadores ingleses sobre seus hábitos sexuais. Uma década depois, estes mesmos homens responderam a uma série de perguntas sobre a frequência em que transavam.

Os pesquisadores concluíram que, homens que faziam sexo ao menos duas vezes por semana reduziram suas taxas de mortalidade pela metade.

A segunda fase do estudo contou com a participação de 129 mulheres com idades entre 20 e 50 anos. Elas responderam perguntas sobre suas vidas amorosas e o quanto elas estavam satisfeitas.

Após análise biológica, os cientistas descobriram que as mulheres que faziam mais sexo e tinham uma vida amorosa satisfatória, apresentavam maiores telômeros, uma espécie de "capa" que protege os cromossomos, fazendo com que tenhamos um aumento em nossa expectativa de vida.

Por que o sexo prolongaria a vida? Existem múltiplas explicações possíveis segundo os cientistas: sexo frequente significa um relacionamento íntimo. Muitos estudos mostram que laços pessoais próximos aumentam a saúde e prolongam a longevidade.

Fontes 1, 2 e 3