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Anônimo

Anônimo

Não. Se vc está com esperanças de "desenvolver" os outros 90% e virar um super-herói, sentimos te informar que é apenas uma lenda. Ela deriva de uma confusão de informações vindas lá da década de 1890 por conta de uma criança-prodígio: William James Sidis. 

Estimulado pelos pais, o garoto, aos 18 meses, lia jornal, aos 8 já falava 9 línguas (inventando, posteriormente, uma própria a qual batizou de vendergood) e, aos 11, entrou em Harvard, seguindo uma sólida carreira acadêmica. Em uma de suas declarações, William disse que as pessoas só desenvolvem uma fração da sua própria capacidade intelectual. O que é plausível. Mas em 1936, o escritor americano Lowell Thomas creditou à declaração essa porcentagem e o boato se espalhou.

Hoje, com o avanço da tecnologia, ainda é impossível dizer com exatidão o quanto do cérebro é utilizado, mas já se sabe que não são apenas 10%. De lá pra cá foram identificadas ativações em diversas áreas cerebrais que trabalham interligadas para as finalidades mais sutis e rotineiras que podemos imaginar, muitas vezes até de forma incosciente. Por exemplo: reconhecer nuances mínimas no tom de voz de alguém e, assim, determinar seu humor exige muito do nosso processamento neural.

Os especialistas atuais afirmam que não saber com precisão a função de uma determinada área do cérebro não significa que ela não é usada. Significa apenas que ainda não sabemos.

E lá se vão suas esperanças de voar com o poder da mente. :(


William James Sidis

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Luiz Henrique

Luiz Henrique

Ao que tudo indica, sim. Chorem ateus.

Foram encontrados vestígios de uma embarcação com as mesmas proporções (515 pés ou 157 metros) e no mesmo lugar descrito pela Bíblia - no monte Ararat, na Turquia (Gênesis, 8:4 - "E a arca repousou no sétimo mês, no dia dezessete do mês, sobre os montes de Ararate"). 

Os vestígios de madeira datam de 4.800 anos atrás, data que é plausível com o relato do dilúvio descrito no livro sagrado do cristianismo. Há também sinais de que a embarcação continha diversos compartimentos (para os animais?) e ligas metálicas feitas pelo homem. Pedras enormes com alças esculpidas, que funcionariam como âncoras, foram encontradas pelas redondezas e investigações mais a fundo com tecnologia de escaneamento por radar revelaram um padrão de vigas, quilhas, câmaras, sistema de rampa e ventilação.

Mas a história fica ainda mais curiosa:

Foram também encontrados nos arredores vestígios de cerâmicas com ilustrações de animais, um homem segurando um martelo e um homem soltando pássaros. Em algumas, foi identificado inclusive o nome de Noé. Não seria necessária essa ornamentação para uso próprio. Logo, é como se fossem... suveniers para turistas. #confuso

Pois é. Ou de fato a arca foi celebrada como um marco divino já na sua época OU (segundo os estudiosos mais céticos) ela foi construída simplesmente para ilustrar o mito de Noé. Seria ela, então, uma representação física, inspirada na lenda que já existia na época, para ser visitada pelo povo. Sorriam ateus.

Este não é o primeiro grupo que alega ter descoberto a real Arca. Abaixo, as fotos evidências encontradas. 

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Helena Gaspari Canela

Helena Gaspari Canela

Pura mentira.

Só para você ter uma ideia do tamanho desta lorota, o Cristo Redentor, por exemplo, é atingido por no mínimo 6 raios todos os anos, de acordo com o INPE.

Geralmente os raios dão preferência para objetos pontiagudos como pára-raios, árvores ou até mesmo pessoas. Isso acontece por que a ionização é mais forte nas pontas (ou cabeças) - onde os campos elétricos são mais intensos.

Mas calma, sem desespero! Em geral, a probabilidade de uma pessoa ser atingida por um raio é de uma para 980 mil. A coisa só começa a ficar perigosa mesmo se você estiver em pé, embaixo de uma tempestade em um terreno descampado (tipo praia). Nessas condições, as chances de que um raio o parta são de uma para mil. Melhor não arriscar, né?

Se vc encontrar o vídeo oculto, não conte a ninguém. Apenas diga o nome do personagem que gritava "por raios e trovões!"