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Urina de vaca é promovida como refrigerante saudável na Índia

Mas não é qualquer vaca. Precisa ser o xixi de uma vaca virgem e preferencialmente colhido ao amanhecer, dizem os pesquisadores.

"A urina de vaca oferece cura para em torno de 70 a 80 doenças incuráveis como diabetes", declarou Om Prakash, do RSS - Rashtriya Swayamsevak Sangh (departamento indiano de proteção à vaca).

Embora você e eu achemos isso absurdo e extremamente nojento, não é de hoje que os indianos utilizam mijo de vaca para fins terapêuticos, em particular entre os adeptos da medicina ayurvédica, uma tradição de saúde praticada pelos hindús há mais de 5 mil anos.

É claro que muitos indianos preferem não beber mijo, e foi pensando nisso que a RSS desenvolveu um refrigerante chamado Gomutra Arka, que é feito com o xixi das vacas virgens. Por lá, a bebida é promovida como um “refrigerante saudável para consumo diário”. Eles pregam como uma alternativa à Coca-Cola, Pepsi e outros refrigerantes, que são vistos como parte de um problema mais amplo, de influências ocidentais corruptas.

Faz sentido?

Um estudo de 2012 publicado na revista Science sugeriu que ratos com diabetes que bebiam o Gomutra Arca tinham níveis significativamente mais baixos de glicose no sangue. O RSS se apoia neste estudo para indicar o uso tradicional de Gomutra Arca como uma opção terapêutica para diabéticos.

Um outro estudo, este brasileiro e publicado em 2013 no International Journal of Urology, alegou que urina de vaca destilada pode ajudar a prevenir o desenvolvimento de pedras nos rins em ratos.

Você seria capaz de trocar o seu refrigerante comum por um feito com xixi de vaca?

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Larissa Sousa

Larissa Sousa

Não há consenso entre os historiadores sobre a origem do termo.

A conexão entre chifre e pessoa traída é tão antiga que existem diversas especulações, algumas envolvendo associações com o mundo animal, outras com tradições passadas e até com religião.

Listamos abaixo as teorias mais citadas por aí sobre o surgimento do termo:

Origem religiosa

Teoria do satanás: Nesta teoria diz-se que o termo surgiu devido à figura do próprio capeta. O homem possuidor de chifres viria da associação com a figura do demônio, que no catolicismo medieval era tido como uma criatura de aspecto humano, porém com chifres. Sendo o adultério algo contra os mandamentos de Deus, o homem que o praticasse recebia essa assemelhação com o tinhoso.

Neste caso, porém, quem recebia os chifres era o adúltero e não o marido traído.

Origem animal

Teoria do boi: Alguns dizem que a associação vem do boi, pelo fato de a fêmea não se sentir presa a apenas um macho. Outros citam o fato do boi possuir um domínio territorial e que, quando perde uma disputa com outro boi (levando chifradas), acaba ficando sem seu território e consequentemente sem as vacas de lá.

Teoria dos animais chifrudos: Essa teoria cita os casos das fêmeas de animais chifrudos em geral, que geralmente vivem ao redor de um macho único, o "líder". Quando este macho perde a fidelidade da fêmea ele fica revoltado e passa a deixar sempre os chifres em posição de ataque, dando chifrada no primeiro que aparecer pela frente.

Origem histórica

Teoria da idade média: Alguns países na idade média tinham como lei o fato de que se um marido flagrasse o adultério de sua esposa e o adúltero não fosse um nobre, ele deveria matar seu desafeto e em alguns casos até a própria esposa. Caso ele não cumprisse com isso deveria então usar em público uma espécie de chapéu com chifres, para que todos soubessem que não honrou com sua "condição de homem".

Teoria da porta: Em algumas cidadezinhas, quando um homem chegava à casa de sua amante havia um combinado entre eles, que era a amante deixar chifres na porta para avisá-lo caso o marido estivesse em casa.

Teoria da porta só que ao contrário: Em outras cidadezinhas que não as da teoria acima provavelmente, havia o costume de que se alguém soubesse de algum caso de traição, este alguém colocava chifres na porta do traído para avisá-lo sobre o adultério.

Teoria da lenda dos cornos: Segundo a teoria o termo surgiu de uma lenda na qual a pessoa traída começava a sentir dores na região da testa, e de lá surgiriam cornos que cresceriam na sua fronte.

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Anônimo

Anônimo

Hambúrgueres que não são de carne bovina. Das mais de 270 lojas da rede situadas neste país onde a vaca é sagrada, algumas são até completamente vegetarianas!

A culinária indiana, apesar de não usar carne bovina, é muito rica em temperos, molhos e outras carnes. A famosa rede de fast food se valeu desta característica para fazer o cardápio nacional. Vejam alguns exemplos dos lanches de lá:

McAloo Tiki: hambúrguer feito de uma massa de batatas, ervilhas e pimentas, acompanhado de especiarias indianas.


Massala Grill Veg:
hambúrguer vegetariano empanado acompanhado de folhas de louro, pimenta e garam massala (mix típico de especiarias moídas) servido entre pães caramelizados.


McEgg: isso mesmo, um hambúrguer de ovo servido com maionese, cebola e massala.


Chicken Maharaja Mc: é o Big Mac indiano, com dois hambúrgueres (de frango), alface, queijo e molho especial (defumado), cebola, sem picles, num pão com gergelim.


McSpicy Paneer: pão caramelizado, hambúrger de frango, maionese com o famoso tempero tandoori (comumente utilizado em receitas com frango) e queijo paneer.


Filet-O-Fish: hambúrguer de peixe empanado servido com queijo e molho tártaro. Sim, igual ao nosso McFish.

Outros sabores exóticos da mesma rede pelo mundo são o McRice (pães feitos de arroz, em Taiwan), McLobster (hambúrguer de lagosta, nos EUA) e o McShawarma, que é uma variação do lanche judeu kosher, que obedece aos severos preceitos como utilizar mamíferos e aves preparados de uma maneira especial, que não tenham sofrido durante o abate, sem derivados de leite (substituído por produtos de origem vegetal) e tampouco bacon.

Fotos: divulgação