Geral
Larissa Sousa

Larissa Sousa

Não há consenso entre os historiadores sobre a origem do termo.

A conexão entre chifre e pessoa traída é tão antiga que existem diversas especulações, algumas envolvendo associações com o mundo animal, outras com tradições passadas e até com religião.

Listamos abaixo as teorias mais citadas por aí sobre o surgimento do termo:

Origem religiosa

Teoria do satanás: Nesta teoria diz-se que o termo surgiu devido à figura do próprio capeta. O homem possuidor de chifres viria da associação com a figura do demônio, que no catolicismo medieval era tido como uma criatura de aspecto humano, porém com chifres. Sendo o adultério algo contra os mandamentos de Deus, o homem que o praticasse recebia essa assemelhação com o tinhoso.

Neste caso, porém, quem recebia os chifres era o adúltero e não o marido traído.

Origem animal

Teoria do boi: Alguns dizem que a associação vem do boi, pelo fato de a fêmea não se sentir presa a apenas um macho. Outros citam o fato do boi possuir um domínio territorial e que, quando perde uma disputa com outro boi (levando chifradas), acaba ficando sem seu território e consequentemente sem as vacas de lá.

Teoria dos animais chifrudos: Essa teoria cita os casos das fêmeas de animais chifrudos em geral, que geralmente vivem ao redor de um macho único, o "líder". Quando este macho perde a fidelidade da fêmea ele fica revoltado e passa a deixar sempre os chifres em posição de ataque, dando chifrada no primeiro que aparecer pela frente.

Origem histórica

Teoria da idade média: Alguns países na idade média tinham como lei o fato de que se um marido flagrasse o adultério de sua esposa e o adúltero não fosse um nobre, ele deveria matar seu desafeto e em alguns casos até a própria esposa. Caso ele não cumprisse com isso deveria então usar em público uma espécie de chapéu com chifres, para que todos soubessem que não honrou com sua "condição de homem".

Teoria da porta: Em algumas cidadezinhas, quando um homem chegava à casa de sua amante havia um combinado entre eles, que era a amante deixar chifres na porta para avisá-lo caso o marido estivesse em casa.

Teoria da porta só que ao contrário: Em outras cidadezinhas que não as da teoria acima provavelmente, havia o costume de que se alguém soubesse de algum caso de traição, este alguém colocava chifres na porta do traído para avisá-lo sobre o adultério.

Teoria da lenda dos cornos: Segundo a teoria o termo surgiu de uma lenda na qual a pessoa traída começava a sentir dores na região da testa, e de lá surgiriam cornos que cresceriam na sua fronte.

Geral
Brasil é o segundo país mais infiel do mundo, diz estudo.

A capital mundial do “jeitinho” só perde para Holanda. Mas também, né? A Holanda tem Amsterdam, que por sua vez tem o Bairro da Luz Vermelha, onde garotas de vida (nada) fácil, exibem seus corpos em vitrines expostas a quem quiser ver.



A pesquisa foi realizada pelo Second Love, site que facilita a vida de quem pretende enfeitar a cabeça do parceiro ou da parceira com um belo par de chifres.

Levando em conta as informações de todos os usuários do serviço, dos quais, mais de 343 mil são brasileiros, a pesquisa mostrou também que:

- A maior parte dos infiéis são homens;

- Casados há mais de 7 anos;

- Com idade entre 30 a 49 anos;

- Com filhos;

- Em geral tem curso superior.

Para 51,7%, o principal motivo para a busca por novos parceiros é a monotonia no relacionamento. A falta de sexo em casa foi apontada como motivo da infidelidade em 45,3% das respostas.

O infográfico abaixo tem mais dados deste estudo que pode ser no mínimo incômodo para quem acredita na monogamia