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De acordo com o estudo, 90% dos entrevistados se consideram mais eficientes quando escutam música.

Isso pode acontecer porque música libera dopamina, um dos neurotransmissores responsáveis por prazer e motivação, o que ajuda a reduzir o estresse e auxilia na memória.

A conclusão é que não importa o gênero, se você precisa terminar uma tarefa, ouvir música pode te ajudar a terminar mais rápido.

Esse estudo foi feito pela agência WebpageFX, publicado no Linkedin.

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Matheus Trajano de Gouveia

Matheus Trajano de Gouveia

Nem de perto. Ao contrário do que os chefes e os professores costumam argumentar, o Brasil é um dos países que têm menor número de feriados. Dos 52 países listados, 43 ficam acima de nós.  Segue a lista dos nossos feriados nacionais oficiais:

1º de janeiro (Confraternização Universal)

29 de março (Paixão de Cristo)

21 de abril (Tiradentes)

1º de maio (Dia Mundial do Trabalho)

7 de setembro (Independência do Brasil)

12 de outubro (Nossa Senhora Aparecida)

2 de novembro (Finados)

15 de novembro (Proclamação da República)

25 de dezembro (Natal)

Desconsiderando os pontos facultativos (Carnaval é facultativo), emendas, feriados dominicais e regionais, esta é a lista:

#partiuChina

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Estudo comprova que dormir uma hora depois do almoço faz bem para o coração! Essa uma hora de descanso pode reduzir o risco de parada cardíaca.

A conclusão é do estudo grego realizado pelo Hospital Geral de Asklepieion Voula, em Atenas. A pesquisa avaliou o impacto da sesta na pressão sanguínea de 400 pacientes com uma idade média de 61 anos. A velocidade de onda de pulso, os hábitos de vida e o índice de massa corporal (IMC) dos pacientes também foram avaliados. Após sucessivos ecocardiogramas e avaliações clínicas, a equipe concluiu que a pressão arterial era 5% menor em pacientes que faziam o cochilo pós-almoço do que em aqueles que não descansavam.

O cardiologista e clínico-geral, Carlos Lustosa, acredita no potencial do sono intercalado ao longo do dia. “Quando interrompemos esse ritmo de estresse com pelo menos meia hora de cochilo, toda a energia da musculatura do nosso organismo é restaurada. Nosso sistema nervoso encontra equilíbrio e todo o corpo passa por uma auto-regulação.” Ele complementa que toda essa harmonia corporal diminui consideravelmente os riscos de Acidente Vascular Cerebral. “Enquanto dormimos, nossa frequência cardíaca é reduzida e nossa pressão arterial regulada.” Para Carlos, o cochilo da tarde não prejudica o sono noturno, como pensam alguns. “Diminuir o ritmo acelerado do nosso corpo nos assegura um sono mais bem aproveitado durante a noite. Isso porque a correria cotidiana quase sempre afeta a qualidade do nosso sono”, finaliza.

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Segundo um levantamento da Deloitte Greenhouse Experience, excesso de trabalho não é a maior causa de estresse no ambiente profissional, a situação mais estressante é descobrir que cometeu um erro.

A divisão de pesquisa da Deloitte, detectou fatores que podem levar à perturbação emocional, como constatação de erros, conversas difíceis e exercício de função que não se encaixa no perfil da pessoa.

O estudo global consultou mais de 23 mil profissionais de 1.300 organizações, em 120 países. A maioria dos respondentes (57%) disse sentir estressado de vez em quando e 25% afirmou sentir-se assim com frequência.

A situação considerada mais estressante pelos participantes foi descobrir que cometeu erro (82%). Carga de trabalho excessiva foi apontada por 52% dos entrevistados — mesma quantidade de pessoas citou momentos de conflito, como ser repreendido ou por ter que comunicar uma mensagem difícil para outras pessoas.

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A conclusão é do professor de psicologia da Universidade de Duke, nos EUA, Dr. Dan Ariely.

Ele dividiu os trabalhadores de uma fábrica em 4 grupos e fez anúncios diferentes para cada um deles.

Para o primeiro, disse que se trabalhassem mais e melhor durante a semana, seriam reconhecidos publicamente através de elogios.

Para o segundo grupo, ofereceu um bônus de US$ 30 cada.

Para o terceiro, disse que sairiam para comer pizza.

O quarto foi o grupo de controle, nada foi oferecido e eles foram apenas observados.

Cada grupo não sabia das recompensas do outro grupo.

O grupo que mais ganhou produtividade foi o que seria recompensado por pizza.O segundo mais produtivo foi o que trabalhou por elogios e em terceiro, o que trabalhou por bonificações em dinheiro.


O estudo foi publicado no livro Payoff: The Hidden Logic That Shapes Our Motivations, “Recompensa: A lógica oculta que molda nossas motivações”, em tradução não oficial, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

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Ele caminhou 32km para não chegar atrasado no primeiro dia de trabalho: ganhou um carro do chefe

Para não chegar atrasado no primeiro dia de trabalho, Walter Carr caminhou a noite inteira. Ele decidiu percorrer, a pé, 32 quilômetros depois que o carro dele quebrou, em Birmingham, no Alabama (EUA). Um policial o levou para tomar café antes do expediente em uma empresa de mudanças após ter ficado impressionado com sua força de vontade. A história de Carr, estudante de 20 anos, viralizou nas redes sociais após o relato de uma cliente no Facebook - e o dono da empresa decidiu dar a ele um carro.

Jenny Lamey contou que estava esperando os funcionários da empresa de mudança às 8h na última sexta-feira (13) para empacotar suas coisas. Às 6h30, ouviu a campainha. Era Carr, acompanhado do policial. O policial contou que Carr tinha andado 32km para chegar ao trabalho, na cidade de Pelham. Enquanto estava ajudando com as coisas na cozinha, Carr contou que passou a infância em Nova Orleans, mas que a família se mudou para Houston depois que a casa foi destruída pelo furacão Katrina.

'Não importa qual seja o desafio, você pode superá-lo. Nada é impossível', diz Walter Carr, dirigindo o carro que recebeu de presente. Luke Marklin, executivo da empresa de mudanças Bellhops, para quem Carr está trabalhando, dirigiu do Tennesse até o Alabama para encontrar o novo funcionário. Marklin conversou e tomou um café com Carr e entregou-lhe as chaves do próprio carro, um Ford Escape, ano 2014. Ao receber as chaves do carro, Carr emocionado, chorou copiosamente.

Uma vaquinha online lançada para ajudar Carr a consertar o carro chegou a juntar US$ 8 mil (R$ 30 mil) antes de ser fechada. Carr pretende se formar em dezembro, em um curso na área da saúde. Também tem planos de se juntar aos fuzileiros navais dos EUA e de estudar fisioterapia. Na segunda, ele disse a repórteres que estava grato por ter tido a oportunidade de trabalho. "Eu queria mostrar a eles que sou dedicado. Eu disse que iria chegar ao trabalho de uma forma ou de outra."

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É comum você sair do trabalho para curtir sua vida pessoal, mas chegando em casa você fica naquela expectativa de que vai receber uma mensagem por e-mail ou WhatsApp do seu chefe ou da sua equipe? Isso te deixa aflito? Te faz esquecer dos pequenos prazeres do descanso do lar e trazer para casa o ambiente de trabalho?

Isso é muito comum nesses "novos tempos". De acordo com um estudo do Instituto Tecnológico da Universidade de Virgínia (Virginia Tech), nos Estados Unidos, feito com 200 pessoas, a simples expectativa de checar mensagens do trabalho no horário de folga faz mal para a saúde e o bem-estar, ou seja, para sofrer os efeitos negativos, você nem precisa efetivamente entrar no e-mail ou no WhatsApp, basta apenas se preocupar com isso.

"A mera expectativa de estar disponível de forma constante significa que as capacidades cognitivas estão sempre no modo 'on'", afirma o estudo, conduzido por William Becker, professor da Virginia Tech. "Isso ameaça a realização de metas da vida pessoal e provoca respostas afetivas negativas, como sentimentos de preocupação, tensão e falta de controle".

A tecnologia trouxe para a vida das pessoas algo como um "trabalho sem fronteiras" o que prejudica a vida pessoal.

"A explosão da internet alimentou a proliferação de dispositivos eletrônicos, criando uma sociedade conectada o tempo todo. Isso intensificou em muitas organizações as expectativas quanto à disponibilidade dos funcionários após o expediente. Como resultado, as fronteiras entre o trabalho e a vida fora do trabalho ficaram pouco definidas", diz o estudo.

Quando um funcionário está em seu momento de descanso e se preocupa com checar as mensagens do trabalho, ele acaba dando menos atenção para as suas relações pessoais. Além disso, ele precisa ficar trocando de papéis o tempo todo - ora membro da família, ora funcionário -, o que pode gerar conflitos emocionais.

A pessoa que está preocupada com o trabalho fora do expediente pode ficar distante, mexendo no celular o tempo todo, sem se engajar nas atividades de sua vida pessoal.

Além disso, "o indivíduo pode acabar ficando preso nos seus esquemas de trabalho, que podem não ser adequados para desempenhar seus papéis em casa. Por exemplo, se uma pessoa tem um trabalho em que precisa ter uma posição dominante e distante psicologicamente, isso pode dificultar que desempenhe um papel de um parceiro cuidadoso e aberto", diz o estudo.

Por fim, ainda segundo a pesquisa, a sensação de ansiedade sentida pelo funcionário que precisa ficar "on" o tempo todo pode ser "erroneamente atribuída a quem faz parte do seu convívio, provocando um aumento de conflitos e colocando em perigo os relacionamentos", afirma a pesquisa.

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Filhos de mães que trabalham fora são mais felizes, diz estudo americano

Muitas mães se sentem culpadas por trabalhar fora. E a volta da licença-maternidade para o mercado de trabalho é um momento que potencializa isso. Mas um estudo feito pela Universidade de Harvard e Kingston University pode ser o que toda mãe nessa situação precisava para seguir em frente.

Iniciado em 2015, o estudo foi concluído em 2018 e demonstrou que filhos de mães que trabalham fora se tornam adultos tão felizes quanto aqueles cujas mães se dedicaram somente à maternidade. O levantamento contou com a participação de 100 mil homens e mulheres de 29 países.

O estudo tem um outro resultado animador para as mães: ao se tornarem mulheres, as filhas meninas de mães que trabalham fora têm mais chances de conseguir cargos melhores e têm maior nível de escolaridade, porque frequentam a educação formal por mais tempo.

Quando comparadas com mulheres cujas mães ficam em casa, as mulheres criadas por mãe empregada têm 1,21 vezes mais probabilidades de conseguir emprego; 1,29 vezes mais propensas a supervisionar outras pessoas no trabalho, e gastam 44 minutos extras em seus trabalhos por semana.

Elas também ganham mais dinheiro. Entre as mulheres que responderam à pesquisa nos Estados Unidos em 2012, as filhas empregadas de mães que trabalham fora ganharam uma média de US$ 1.880 (R$ 7.500) mais por ano do que as filhas de mães que ficam em casa em período integral.

“Ainda existe a crença de que há prejuízo para os filhos quando suas mães trabalham fora. Por isso, descobrir que o emprego da mãe não afeta a felicidade das crianças na vida adulta é muito importante”, diz a professora Administração de Empresas Kathleen McGinn, de Harvard.

A influência sobre a carreira é sentida apenas pelas filhas adultas - e não filhos - de mães que possuem um emprego. A explicação da professora é que os homens tendem a ser empregados normalmente e, conforme mostram outras pesquisas, suas ocupações e ganhos têm mais a ver com o emprego de seus pais.

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Um homem atual tem menos férias que um camponês medieval

A vida de um camponês medieval não era fácil: fome, doenças e guerras eram ameaças constantes. A dieta e higiene pessoal à época também deixavam a desejar. Mas um aspecto da vida medieval era invejável: as férias. Um camponês desfrutava de 8 semanas a 180 dias livre. Para evitar a rebelião dos camponeses, a Igreja impôs feriados obrigatórios. Casamentos, velórios e nascimentos causavam até uma semana de festejos. Havia domingos sem trabalho e eventos esportivos geravam folga. Quando a lavoura e colheita terminavam, havia descanso.

Segundo a economista Juliet Shor, durante períodos de salários altos, como a Inglaterra do século XIV, os camponeses não trabalhavam mais de 150 dias por ano. E trabalhador atual? Depois de um ano no trabalho, ele tem 11 dias de feriado por ano, mais os 30 dias de férias. Isso é diferente do que economistas do passado previram. Keynes apostava que, até 2030, as sociedades seriam ricas o suficiente para termos mais tempo de lazer do que de trabalho. Mas há quem comemore as 40h semanais atuais contra as 80h do século XIX.

Volte 400 anos no tempo e você verá que a maioria das pessoas não trabalhou muito. O ritmo de vida era mais lento e o trabalho, menos estressante. Além de relaxar durante as férias prolongadas, o camponês medieval comia calmamente e tinha tempo para uma soneca após o almoço. Alguns culpam o trabalhador por não lutar por direitos. Em tempos de precarização do trabalho, não há opção senão aceitar as condições impostas pelo empregador. Com isso, emprego fixo, férias e aposentadoria podem virar apenas lembranças num futuro não muito distante.

Crises econômicas fazem os defensores da austeridade quererem cortar as folgas. O culto ao trabalho constante guarda uma ironia: excesso de trabalho reduz a produtividade. Por outro lado, o desempenho aumenta após as férias. Segundo a OCDE, os gregos, cuja economia é a pior da Europa, trabalham mais horas do que qualquer outro europeu. Já os alemães, com a economia mais rica, ocupam o penúltimo lugar em horas trabalhadas.

Menos folgas prejudicam nossa saúde e relacionamentos. O economista Robert Reich, defende uma semana útil de 3 dias. Havia um projeto de lei no Congresso dos EUA sobre o tema. Só os parlamentares gozam de uma vida medieval, pelo visto: eles ficam mais de 200 dias em férias.

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