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Mateus Soares

Mateus Soares

Pelo bater de asas das borboletas. Brinks. Desde as correntes oceânicas de ar até a brisa que mexe a janela, todas são causadas pelo clima e pressão atmosférica. 

Bom, todos sabemos que o ar quente sobe e o ar frio desce, certo? Então, para explicar a formação dos ventos, vamos pegar uma geladeira comum como exemplo. Os congeladores (ou freezers) geralmente estão na parte superior das geladeiras por um motivo muito simples: o ar frio desce. Fazendo isso, ele vai resfriando todo o interior da geladeira até chegar lá embaixo e não estar mais tão gelado (por isso que os vegetais ficam lá, pois o frio extremo os danifica). Daí, como esta mais quente, ele sobe. Lá em cima, reencontra o congelador e desce, formando um ciclo vicioso. Esse deslocamento forma uma corrente de ar. Claro que lá dentro existe pouco espaço, por isso que, ao abrir a geladeira, os alimentos não voam sobre você com uma ventania. 

Agora, imagine essa geladeira um tantinho maior. Tipo, da metade da Terra. O congelador são pólos e a parte dos legumes, a linha do Equador. Aí as coisas ficam mais sérias. Mas, ainda assim, pq os ventos então não são sempre na mesma direção: Pólo <---> Equador? Pq a Terra faz muitas coisas que uma geladeira não faz. Entre elas, a rotação. Com a superfície do planeta se movendo, os ventos não só acabam se deslocando na diagonal como as variações de temperatura. Encontros e choques com outras correntes e acidentes geográficos também colaboram para a variação de direções e potência. Além disso, há movimentações menores. Dentro de uma cidade mesmo existem deslocamentos de massas de ar de uma região quente (um lugar com muitos carros, por exemplo) para uma mais fria (tipo uma represa).

Enfim, são tantas intervenções que alteram as correntes de ar que, segundo a Teoria do Caos, até o bater de asas de uma borboleta pode culminar num tornado. Mas aí é outra história.

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Anônimo

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Por conta da inclinação do globo. Como sabemos, o globo terrestre nem é 100% esférico (é levemente achatado) e tem o eixo inclinado (atualmente a inclinação é de 23,45 graus). Essa inclinação faz com que a incidência do sol não seja uniforme na superficie do planeta durante o ano todo. Como resultado disso temos as estações do ano e o chamado Sol-da-meia-noite, que é exatamente quando o circulo polar ártico ou antártico (em alguns meses do verão) fica mais apontado para o Sol, chegando a receber até 24 horas ininterruptas de luz. 

Vale lembrar que, enquanto isso, o outro pólo está na escuridão. Na região da Lapônia Central, o sol fica 51 dias sem aparecer. Haja vela.

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Anônimo

Anônimo

A versão da história que envolve um asteróide parece a mais plausível até agora. Ela diz que um corpo celeste de dez quilômetros de diâmetro deve ter se chocado contra a Terra, causando uma catástrofe que deu cabo dos dinossauros. O planeta ficou sob uma nuvem de poeira que bloqueou a luz solar por um longo período, eliminando quase toda a vegetação e matando os animais de fome.

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Anônimo

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Teríamos uma visão espetacular daqui do nosso planeta!

Há uma hipótese bastante creditada pela comunidade astronômica de que a Terra já teve um sistema de anéis, mas faz tanto tempo que pouca gente aqui deve lembrar: cerca de 20 a 30 milhões de anos.

De acordo com esta hipótese, nessa época a Terra teria colidido com Theia, um planeta mais ou menos do tamanho de Marte. Após o impacto, Theia teria sido totalmente destruído e suas partículas de poeira teriam ficado presas ao ciclo gravitacional terráqueo, formando uma série de anéis de poeira ao redor da Terra. Com o tempo, essa poeira teria se comprimido e formado uma rocha, que hoje chamamos de Lua. Mas nada pode ser provado.

O ilustrador Ron Miller simulou como veríamos os anéis da Terra:

Equador


Guatemala

Polinésia


Washington


Circulo Polar Ártico

Veja este vídeo que simula os anéis da Terra em outras partes do nosso planeta:

Colaborou: Sidney Alves

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Matias Maldaner Hahn

Matias Maldaner Hahn

Uma catástrofe! De imediato sentiríamos o solavanco gerado pela parada brusca do planeta (que gira a 900km/h). Nossos corpos seriam arremessados, prédios cederiam e placas tectônicas voariam para todos os lados. A longo prazo, a Linha do Equador secaria, porque a água se concentraria onde a gravidade fosse mais forte - nos polos.

Uma parte do planeta ficaria sempre voltada para o Sol num calorão infernal, enquanto a outra numa escuridão e frio profundos. Isso pq os dias e noites não seriam mais controlados pelo movimento de rotação da Terra (o que faz o planeta girar sobre seu próprio eixo), mas sim pelo da translação (movimentação orbital, em torno do Sol). Os dias e noites teriam cerca de 6 meses cada, de forma parecida com o que atualmente ocorre nos polos.

Isso afetaria todo o ecossistema da terra. Plantas do lado escuro morreriam pq não há fotossíntese sem sol. As do lado claro morreriam com o excesso de calor do sol. Sem plantas, animais e pessoas morreriam de inanição. 

Mas de acordo com a NASA, os ecossistemas polares não seriam afetados (exceto pelas avalanches causadas pela freada). Mas isso não garantiria a sobrevivência da nossa espécie. Se os outros possíveis sobreviventes tentassem fugir para os polos, os ecossistemas seriam desequilibrados causando o fim da raça humana.


Colaborou Matheus Gonçalves

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Anônimo

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Não, não voltaríamos no tempo.

Mas isso sem dúvida mudaria totalmente a história do mundo. Onde é Ocidente seria Oriente, onde é frio seria quente, onde o tempo é chuvoso seria seco e assim por diante.

Ocorreriam também grandes alterações nas correntes marítimas, o que influenciaria definitivamente no avanço da tecnologia naval.

Dependendo da época em que isso acontecesse, poderia fazer inverter o ciclo de descobertas territoriais. Já imaginou como seria se Portugal fosse colonizada pelos índios brasileiros?

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Anônimo

Anônimo

É né? Apesar dele ser coberto 70% por água. 

Pois bem: hoje todos temos esse dado da água, mas antigamente ninguém sabia. Então, entendia-se a terra seca (do latim ters) como o lugar onde se vivia, onde se morava. Terra era sinônimo de vida humana. E assim o termo foi pegando, se espalhando. Todo lugar "morável", passível da nossa existência, era terra. E é ainda hoje, né? E, apesar de termos essa noção de mais água do que terra, chamamos o planeta de Terra por ser o lugar onde vivemos. :)

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Caio Henrique

Caio Henrique

Sim. O universo e os astros estão e sempre estiveram em constante movimento. Cientistas acreditam que a cada ano a Lua fica 4cm mais longe de nós. E não é só a Lua que está mudando, a Terra também. Seu movimento de rotação está diminuindo, o que deixa os dias cada vez mais longos.

Considerando toda a história do nosso planeta, o homem só existe aqui em uma espaço mínimo de tempo, então essas mudanças nunca foram muito perceptíveis. Mas cientistas afirmam que em alguns bilhões de anos, o dia na Terra poderá durar 720 horas - equivalente a um mês atualmente. #tenso

Algumas curiosidades sobre o assunto:
- Estima-se que existam cerca de 200 luas no sistema solar.
- Júpiter é o planeta conhecido com mais luas. Há 64 delas ao redor de si. 
- Um dia na nossa lua equivale a cerca de 27 dias na terra.
- A lua está a aproximadamente 385 mil km de nós.

Se você souber alguma curiosidade MUITO interessante sobre as luas, escreva-a aqui embaixo, nos comentários. ;-) Só não vale falar que a lua já traiu a Joelma.

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Joseph Val

Joseph Val

Isso mesmo, o dia aqui na terra não dura exatas 24 horas. Isso pode ser medido em relação às estrelas - se vc colocar o foco de um telescópio em uma estrela e ligar o cronômetro, verá que ela só aparecerá ali novamente depois desse tempo exato. ;-)

Veja tempo de duração dos dias nos outros planetas:


Na imagem acima, Oberon, uma das luas de Urano. ;-)


Sabemos que Plutão foi rebaixado para o status "Planeta Anão" em 2006, mas ele ia se sentir muito excluído se não fosse citado, então para nos livrar do remorso, aí vai:

Pronto, agora estamos de consciência tranquila! Ufa!

Onde está o Pluto?