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Rebeca Poubell

Rebeca Poubell

Em 1945, a cientista da computação Grace Hopper não conseguia desvendar qual era o problema do Harvard Mark II, um computador de última geração da época que ocupava uma sala inteira. Olha como era lindo:


Em 9 de setembro daquele ano, Hopper descobriu qual era o problema: um inseto (bug em inglês) estava preso entre uma das peças da máquina, impedindo seu funcionamento. O bug era uma mariposa atraída pelas lâmpadas que ficavam dentro do “supercomputador.

Mas o termo nasceu muito antes da computação e acredita-se que tenha sido mais uma invenção de Thomas Edison. Uma anotação de 1878 mostra que Thomas usou a expressão para descrever um problema causado por um inseto, que invadiu uma de suas mais famosas criações, o fonógrafo.

Este post possui dois vídeos escondidos. Abrir o vídeo errado pode te fazer vomitar.
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Geral
Juliana Barros

Juliana Barros

Eles já surgiram indicando pessoas desconhecidas e cada um tem uma origem diferente:

Fulano: do árabe "fulan", significava "tal"/"certo". Eles já usavam para indicar "certo lugar" ou "tal pessoa".

Beltrano: vem do nome próprio Beltrão/Beltrand. Era um nome muito comum na península ibérica e se espalhou com as novelas de cavalaria. É como o nosso "Zé". O sufixo "ano" veio para criar proximidade com o "fulano", que já existia, e passou a designar um indivíduo genérico.

Sicrano/Siclano:
desse os estudiosos não têm muita certeza, mas acreditam que é uma derivação de "zutano" e "citano", que são as versões espanholas de " fulano" e "beltrano".