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Pesquisadores da USP criam dispositivo que pode tornar as viagens de helicóptero mais seguras e silenciosas

Pesquisadores da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP desenvolvem um dispositivo para reduzir a vibração produzida pelas pás dos helicópteros. O equipamento converte vibrações em energia elétrica aumentando a vida útil, velocidade, segurança e conforto da aeronave.

“Aeronaves de asas rotativas possuem níveis altos de vibração que causam desconforto e até danos à saúde de seus usuários. A fonte de vibração mais expressiva é a interação entre as pás de seu rotor principal e o ar”, afirma Marcel Clementino, integrante da equipe do projeto.

“Parte dessa vibração é transmitida do rotor principal para a fuselagem através das hastes de comando de passo, conhecidas como pitch links. “Os benefícios proporcionados pela redução dessas vibrações são bem conhecidos e incluem aumentar a vida útil da aeronave, reduzir os custos de manutenção”.

A proposta do projeto é incluir funcionalidades adicionais ao pitch link que, além de proporcionar o controle do comando da aeronave, como ocorre com o rígido tradicional, permitiria reduzir vibração e realizar a coleta de energia.

Chamado de SaPPL, o equipamento é dotado de uma estrutura eletromecânica flexível. O dispositivo possui um material piezelétrico (que atua na transformação da vibração em energia elétrica) chamado Macro Fiber Composite (MFC), acoplado a placas metálicas elásticas e a um circuito eletrônico.

A estrutura transfere os esforços mecânicos entre as pás do helicóptero e sua fuselagem. Ao girar, as pás vibram e essa vibração é transmitida ao pitch link. O dispositivo é capaz de aumentar a dissipação de energia de vibração ou modificar a rigidez efetiva do pitch link.

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Implante florescente acende dentro do corpo para combater o câncer

Um dispositivo emissor de luz implantado no corpo é a novidade na luta contra o câncer. Usada para tratar alguns tipos da doença, a terapia fotodinâmica envolve a ingestão de remédios que torna as células sensíveis à luz. Os médicos, então, iluminam o tumor por cerca de 10 a 45 minutos, usando um endoscópio se o tumor estiver dentro do corpo. O método é mais difícil de ser usado em órgãos que se movem, como o pulmão, pois a iluminação fica irregular, dificultando o controle da dose.

Se a dose for muito pequena, o tratamento não funcionará e, se for muito alta, poderá danificar o tecido sadio superaquecendo-o. Para resolver o problema, os pesquisadores tentaram desenvolver maneiras de fornecer luz em uma intensidade mais baixa por mais tempo, com a implantação de fibras ópticas dentro do corpo. Mas manter a fonte de luz no lugar certo é um desafio: as suturas cirúrgicas não podem ser usadas em órgãos frágeis como o cérebro e o fígado, ou órgãos que se movem como a pele e os intestinos.

Agora, Toshinori Fujie e seus colegas, da Universidade Waseda (Japão), criaram um dispositivo que é colocado entre duas folhas finas e pegajosas que o prendem ao corpo. Essas folhas são cobertas por um polímero pegajoso feito de proteínas encontradas nos pés de mexilhões. O dispositivo consiste em um chip de LED sem fio alimentado por NFC - tecnologia usada em terminais de pagamento sem contato, evitando a necessidade de implantar baterias no corpo.

Ao implantar o dispositivo sob a pele de camundongos com tumores, a equipe conseguiu mantê-lo no lugar com as nanofolhas pegajosas. Eles ficaram brilhando nos tumores por 10 dias, usando luz 1000 vezes menos intensa do que a usual em terapia fotodinâmica. Para sensibilizar as células, os médicos usaram a droga photofrin e em seguida, fizeram terapia de luz vermelha ou verde. O crescimento do tumor foi bastante reduzido com o uso de luz vermelha, em comparação com ratos que não receberam terapia. A luz verde teve um efeito ainda mais forte, encolhendo os tumores. Bacana, hein?

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Ranking põe Curitiba como cidade mais conectada do Brasil

Segundo ranking divulgado pela Connected Smart Cities 2018 no início de setembro de 2018, Curitiba é a cidade mais conectada do Brasil, ultrapassando São Paulo. O estudo avaliou 700 municípios para mapear as cidades com maior potencial de desenvolvimento tecnológico.

Para elaborar a lista, a consultoria Urban Systems leva em conta 70 indicadores que são divididos em 11 categorias: mobilidade, urbanismo, meio ambiente, energia, tecnologia e inovação, economia, educação, saúde, segurança, empreendedorismo e governança.

Curitiba vem subindo no ranking nos últimos anos e o prefeito Rafael Greca, comemora a liderança: “Apostamos na inovação e estamos desencadeando um processo criativo sem precedentes, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida dos curitibanos com uma gestão moderna e inteligente”.

O Ranking Connected Smart Cities foi lançado em 2015 e a metodologia foi desenvolvida a partir do levantamento das principais publicações nacionais e internacionais sobre o tema cidades inteligentes, conectadas e sustentáveis.

Com base nestes estudos, foram elencados 70 indicadores possíveis de se mensurar dentro da realidade brasileira. A coleta de dados se deu em organismos nacionais como Ministérios, Secretarias, Agências Reguladoras, entre outros. Confira a lista:

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Fim da tela rachada: alemães criaram um airbag de celular

Poucas coisas são mais chatas que deixar o celular cair e ver a tela espatifar no chão. Mas o estudante de engenharia alemão Philip Frenzel criou uma solução capaz de economizar tempo, dinheiro e estresse. Ele inventou uma espécie de "airbag para celular". Basicamente, o dispositivo consiste numa capa de celular com sensores para detectar quando o celular está em queda. Quando isso acontece, ele libera ganchos de metal que evitam danos ao aparelho. Continue lendo...

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Tempo gasto em celular pelos adolescentes vira preocupação dos pais

Pesquisa realizada nos EUA apontou que 54% dos adolescentes entrevistados acham que passam muito tempo com o celular. Realizado pelo centro de pesquisas Pew Research Center, o levantamento entrevistou 743 meninos e meninas de 13 a 17 anos e 1.058 pais de diversas regiões dos EUA.

Cerca de 44% dos jovens ouvidos (44%) olha o telefone assim que acorda para checar o recebimento de novas mensagens. Outros 28% agem assim de vez em quando. O tempo navegando em redes sociais foi objeto de preocupação de 41% dos adolescentes consultados.

No caso de videogames, o percentual caiu para 26%. Do total, 58% sentem que devem responder a uma mensagem. 56% dos entrevistados relacionaram a falta de um telefone móvel a sentimentos negativos, como solidão, ansiedade ou raiva. Os índices são maiores no caso de meninas.

“Há diferenças na percepção do tempo online entre os gêneros. Meninas são mais propensas a gastar mais tempo em redes sociais (47% a 35%). Em contraste, garotos são quatro vezes mais prováveis de passar muito tempo jogando videogames (41% a 11%)”, analisaram os autores.

Embora a avaliação sobre os hábitos varie por dispositivo, muitos jovens adotam medidas para reduzir a presença da tecnologia em suas vidas. Iniciativas de redução da intensidade do uso foram relatadas por 58% no caso de videogames, 57% para as mídias sociais e 52% para celulares.

Pais e mães foram ouvidos sobre o comportamento dos filhos em relação à tecnologia. A avaliação sobre os próprios hábitos de uso foi menor tanto no uso de celulares (36%) quanto de redes sociais (23%). Pais também acessam menos o celular assim que acordam (20%).

65% dos pais mostraram preocupação com o tempo gasto pelos adolescentes com dispositivos digitais. 72% relataram que os filhos se distraem em uma conversa presencial por estarem de olho no celular. Assim, 57% dos pais limitam o tempo que seus filhos podem usar esses dispositivos.

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Este microcomputador é menor que um grão de arroz

Pesquisadores da Universidade de Michigan (EUA) criaram o menor “computador" do mundo - um dispositivo que mede apenas 0,3 mm. Para se ter ideia, ele é muito menor que um grão de arroz. Ao contrário dos desktops tradicionais que conservam os programas e os dados, esses microdispositivos perdem todos os dados ao serem desligados. Por isso há controvérsia até se eles deveriam mesmo ser chamados de computadores, diz David Blaauw, professor de engenharia elétrica, que liderou o desenvolvimento do sistema.

Além da memória RAM e da energia fotovoltaica, o Michigan Micro Mote possui processadores e receptores sem fio, recebendo e transmitindo dados com luz visível. Uma estação base fornece luz para alimentação e programação do sistema e recebe os dados. Projetado como um sensor de temperatura de precisão, o dispositivo converte temperaturas em intervalos de tempo constantes, definidos com pulsos eletrônicos.

Os pulsos são medidos no chip por um intervalo de tempo constante pela estação base e depois convertidos em uma temperatura. Como resultado, o computador pode reportar temperaturas em regiões minúsculas, como um aglomerado de células, com um erro de cerca de 0,1 grau Celsius. O sistema é muito flexível e pode ser utilizado para diversos fins.

O dispositivo pode ajudar na pesquisa oncológica. "Uma vez que o sensor de temperatura é biocompatível, podemos implantá-lo em um rato com células cancerosas que estejam crescendo", diz Gary Luker, professor de engenharia biomédica da Universidade de Michigan. "Estamos usando o sensor para investigar variações de temperatura dentro de um tecido normal versus um tecido com tumor e se podemos usar mudanças na temperatura para determinar o sucesso ou a falha da terapia contra o câncer."

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Goleiro dá entrevista com jogo em andamento e toma gol logo depois

Jogadores concedem entrevistas no meio de uma partida de futebol. Nesse caso, não no intervalo entre os tempos, mas com a bola rolando. Aconteceu em 1º de agosto, em Atlanta, em um amistoso entre a Seleção da MLS (a liga dos EUA) e a Juventus, da Itália.

Aos 18 minutos e meio do primeiro tempo, durante a transmissão, o comentarista Taylor Twellman, da ESPN, fez contato com o goleiro americano Brad Guzan, da equipe americana. Como isso foi possível? Guzan estava usando um microfone e um fone de ouvido.

Com a Seleção da MLS no ataque, Twellman questionou o camisa 1 sobre sua confiança em jogar com os pés. “Nós começamos a jogar desde trás. Tata [Martino] nos incentiva a manter a posse da bola”, respondeu Guzan, citando o técnico argentino do Atlanta United.

Guzan subitamente interrompeu a conversa, incentivando e repreendendo sua equipe aos berros, pois a Juventus tinha recuperado a bola. O time logo parou a jogada com uma falta. Em seguida, Guzan disse para a emissora: “Desculpe, rapazes, estou gritando nos seus ouvidos”.

A entrevista teve uma breve sequência. “Está tudo bem. Brad, em uma escala de zero a dez, o quanto é difícil falar com a gente usando esse equipamento? Agradecemos por estar conosco.” Guzan disse que era “um prazer” falar ao vivo durante o jogo

Curiosamente, apenas 23 segundos depois da interrupção do contato, Guzan levou um gol, feito de cabeça pelo atacante Favilli. O goleiro não falhou no lance. Mas será que a conversa não tirou a concentração do arqueiro na jogada?

Há uma outra pergunta: as regras do futebol permitem que um jogador use esse tipo de equipamento? A Regra 4, que trata do uniforme, diz: um jogador não pode estar equipado com, ou vestir qualquer coisa, que seja perigosa para ele ou para outro jogador. O que você acha da ideia?

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5 profissões que podem desaparecer nos próximos anos

Com as novas tecnologias, tarefas que antes levavam dias ou horas para serem realizadas agora são concluídas em poucos segundos. Mas para todo bônus há um ônus - enquanto as novidades surgem para facilitar a vida de alguns, elas podem tirar o emprego de outros.

É o que mostra um estudo sobre o impacto da revolução digital no mercado de trabalho, do instituto francês Sapiens. A maioria dos especialistas afirma que à medida em que vagas são extintas em empregos "desatualizados", outras vagas são criadas em áreas que usam novas tecnologias.

Segundo os pesquisadores, se houver opção tecnológica para o trabalho humano, ela será escolhida sem discussão - aumentando a produtividade. Num cenário de transformação constante, cerca de 2 milhões de trabalhadores de cinco áreas podem perder seus empregos nos próximos anos.

São elas: funcionários de bancos e seguradoras, profissionais da área de contabilidade, secretários de escritório, agentes de manutenção e caixas de lojas e supermercados.

O objetivo do estudo, segundo Erwann Tison, economista e diretor do instituto, não é provocar o desespero, mas tomar atitudes para enfrentar as mudanças “Isso porque, embora muitos ofícios estejam desaparecendo, "outros, em maior proporção também surgirão", diz

.1. Funcionários de bancos e seguradoras
O número de empregados do setor bancário e de seguros (como funcionários de guichê, atendentes de call center, funcionários de serviços técnicos e representantes de vendas) recuou 39% na França entre 1986 e 2016.; a expectativa é de que as vagas sejam extintas até 2051.

2. Profissionais da área de contabilidade
O número de contadores saltou 16% entre 1986 e 2004 na França. Desde então, o número recuou 23% por conta da tecnologia. Softwares capazes de realizar tarefas sem intervenção humana causarão uma segunda onda de declínio. A estimativa é que a profissão seja extinta entre 2041 e 2056.

3. Secretários de escritórios
Os assistentes digitais permitem simplificação e concentração de tarefas numa única plataforma. A popularização da tecnologia levou a uma queda de 26% na força de trabalho na profissão. Além dos impactos da tecnologia, há terceirização dos serviços. A profissão será extinta entre 2053 e 2072.

4. Agentes de manutenção
A queda nesta área começou em 2006, com o uso de tecnologias para movimentação de cargas. A Baidu, gigante do comércio eletrônico chinês, emprega 60 robôs com capacidade para carregar 500 kg, aumentando a produtividade em 300%. A profissão deve acabar entre 2071 e 2091.

5. Caixas de lojas e supermercados
Segundo o estudo, a ampliação do self-checkout em estabelecimentos divide opiniões. Enquanto para os clientes a tecnologia permite economia de tempo, para o funcionário mostra que seu cargo vai desaparecer no longo prazo. Desde 2004, o número segue em queda livre, recuando 15%.

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Instagram

O estudo 'Phone Life Balance' (Motorola), feita em parceria com a psicóloga e especialista em comportamento mente-cérebro Nancy Etcoff, realizado todo ano para investigar o impacto dos dispositivos móveis na vida de seus usuários, revelou que, 41,52% dos participantes assumem serem dependentes de smartphone.

Ainda segundo o estudo, 65% deles confessam entrar em pânico ao pensar em ficar sem o aparelho, 27,7% dos participantes disseram que deixam o celular ao alcance o dia todo e 36,8% deixam o aparelho com a tela virada para cima na mesa quando estão jantando.

Além disso, 30,2% disseram levar o smartphone para o banheiro e 76% contaram que conferem o celular antes de levantar da cama.

A pesquisa fez 10 perguntas que resultaram em 5 diferentes perfis de usuários: telesapien, teleconsciente, teledependente, teléfilo e telefanático.

Teledependente: As perguntas foram respondidas por 20 mil brasileiros, mostrando que 41,52% deles são classificados como teledependentes, ou seja, nunca estão sem utilizar o aparelho. Entre estes participantes, 65% confessam entrar em pânico só de pensar em perder o smartphone; 29% dizem que, quando estão sem celular, ficam pensando na próxima vez em que estarão com ele.

Teleconsciente e telesapien: Já 32% dos participantes do estudo entraram na categoria teleconsciente, aqueles que conseguem equilibrar o uso dos dispositivos, e somente 5,56% estão classificados no perfil telesapien, que utilizam um celular apenas para atividades básicas, como fazer ligações e conferir o horário.

Teléfilo e telefanático: No perfil teléfilo entraram 18,98% dos participantes, aqueles que não conseguem ficar sem o aparelho e ainda sentem ansiedade quando o aparelho está com menos de 10% de bateria. Já no perfil telefanáticos 1,5% dos respondentes que nunca estão sem smartphone e se sentem estressados e vulneráveis sem ele.

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