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20 resmas. Sendo uma resma 500 folhas e levando-se em consideração um eucalipto (que é a árvore mais utilizada com essa finalidade) temos, em média, 10.000 folhas tamanho A4 de 75 g/m2 de gramatura por tronco.

Lembrando que uma árvore leva cerca de 15 anos para estar pronta para o corte, e que a produção de papel não consome somente árvores, mas também muita água (em torno de 10 litros por folha de A4 ), luz e gera emissão de poluentes. Reutilizando folhas como rascunho ou até mesmo usando o verso, você já está causando um grande impacto benéfico no meio ambiente. 

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Uber pagará a mais para motoristas com carro elétrico

O Uber quer beneficiar motoristas que optarem por veículos elétricos nos Estados Unidos. A empresa criou uma iniciativa para pagar alguns dólares a mais para motoristas que fizerem suas corridas em carros movidos a energia limpa. Por enquanto, o projeto estará restrito a algumas cidades dos EUA e também trará recursos exclusivos para os passageiros que escolherem “transporte verde”.

O Uber espera que o número de viagens por meio de veículos elétricos aumente de 4 para 9 milhões nos próximos 12 meses. Com o incentivo, o Uber tenta equilibrar o uso da energia elétrica, pois esses motoristas levam mais tempo para recarregar as baterias e têm custos maiores de manutenção. Ao mesmo tempo, o app fará parcerias com organizações sem fim lucrativos do governo, para descobrir novas formas de incentivar a adoção de carros elétricos.

O projeto está sendo aplicado em sete cidades: Austin, Los Angeles, Montreal, Sacramento, San Diego, São Francisco e Seattle – e os benefícios são diferentes entre elas. Em alguns locais, veículos com emissão zero de combustível fóssil podem arredondar o valor extra que recebem, além de ganhar acesso gratuito em pontos de carregamento. A ideia é limpar a imagem do Uber como “vilão” dos apps de transporte. O que você achou da ideia?

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Empresa na Indonésia cria saco plástico comestível e solúvel em água

Uma empresa na Indonésia criou um saco plástico tão ecológico que você pode comê-lo. Ele é feito de mandioca - um alimento básico na dieta de muitos habitantes na África, América Latina e Ásia, mas que também pode ser usado na indústria.

Com sede em Bali, a empresa Avani Eco criou uma bolsa que parece plástico, mas é completamente biodegradável e compostável. Ela também é solúvel em água, por isso, se os animais não a comerem, não causará nenhum dano ambiental.

A Indonésia tem um enorme problema de poluição plástica. O plástico descartado está sufocando seus rios e praias, antes intocadas. O problema tornou-se tão agudo que o exército foi recrutado para ajudar a limpar o lixo. Mas é uma luta difícil: quanto mais limpam, mais lixo aparece.

Pelo menos 8 milhões de toneladas de plástico chegam aos oceanos todos os anos: é como despejar o conteúdo de um caminhão de lixo no oceano a cada minuto. A vida marinha e os pássaros morrem por comerem ou ficarem emaranhados no plástico.

Somente 14% das embalagens plásticas são coletadas para reciclagem - a maioria das embalagens plásticas é usada apenas uma vez. Além disso, 95% do valor do material de embalagem plástica, avaliado entre US$ 80 bilhões e US$ 120 bilhões por ano, é perdido para a economia.

No Brasil, pesquisadores da Embrapa de São Carlos desenvolveram um plástico comestível, feito a partir de legumes e frutas - utilizaram como matéria-prima beterraba, mamão, maracujá. Sem petróleo e nenhum componente químico, o plástico comestível pode ser feito com sobras de alimentos e mantém as propriedades nutritivas graças aos conservantes naturais: óleo de canela e quitosana.

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Acabou o peixe nos mares da Europa: abastecimento até o fim de 2018 será suprido com importações

Desde 9 de julho, “a Europa depende do pescado importado” para suprir a demanda de peixe do continente, de acordo com estudo realizado pela New Economics Foundation (NEF). A WWF Portugal alerta para “o estado dramático dos nossos oceanos”: um terço do peixe e marisco em nível mundial estão sobre-explorados. A Comissão Europeia indica que 41% das populações de pescado avaliadas no Atlântico são alvo de sobrepesca. Em Portugal, a demanda ultrapassou a oferta já em 5 de maio.

A antecipação tem uma razão clara: Portugal é o maior consumidor europeu de peixe. Cada português come em média 55,3 kg de pescado por ano, seguido de Espanha (46,2 kg), Lituânia (44,7 kg), França (34,4 kg) e Suécia (33,2 kg). Somente esses cinco países respondem por 33% do consumo europeu. Cada europeu consome 22,7 kg de pescado por ano e só Croácia, Holanda e Irlanda se mostram autônomos. Muitas espécies sofrem sobrepesca, diz a WWF.

Ângela Morgado, diretora-executiva da organização ambientalista em Portugal lembra que “mais de 800 milhões de pessoas em todo o mundo encontram uma fonte de alimento, de rendimento e de subsistência na pesca e na aquicultura”. Mas já não há peixe para tanta boca. O consumo de pescado na Europa cresceu 3,2%, o dobro do crescimento populacional. Metade do peixe consumido no Velho Continente vem de países em desenvolvimento.

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