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Hikari Hitachiin

Hikari Hitachiin

Tesoura: do latim tonsorius ("tosquiar", "podar", "raspar"), tem suas origens lá no Antigo Egito, por volta de 1500 a.C.. Mas o formato que conhecemos hoje foi desenvolvido já durante o Império Romano, por volta do ano 100. Mas eram feitas de ferro ou bronze, artesanais, super onamentadas, mais pra profissionais mesmo. A popularização se deu pela versão em aço desenvolvida pelo inglês Robert Hinchliffe em 1751.

Durex: em 1925, era moda os carros terem uma faixa colorida. Para fazer isso, dava bastante trabalho para isolarem a faixa com jornal e gesso para aplicarem a tinta de outra cor no restante do carro. Ai, um assistente de laboratório da empresa 3M chamado Richard G. Drew apareceu nas oficinas com uma invenção dele: duas faixar de papel com as bordas embebidas numa cola especial. Não deu muito certo porque a tinta ainda entrava onde não tinha cola. Ele passou cola na faixa toda. Seu chefe, o escocês William McKnight, adorou a idéia e lançou com o nome de Fita Scotch ("fita escocesa" em inglês). Era mais parecida com a crepe, a de plástico transparente mesmo veio depois de 5 anos, também chamada scotch. E ainda hoje é conhecida com esse nome por lá. Aqui no Brasil ficou "durex" pelo mesmo motivo - é o nome da empresa que primeiro lançou a fita, em 1946.

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Anônimo

Anônimo

Era osso, viu. Todas as soluções eram intravaginais e os primeiros registros desta preocupação datam por volta de 400 a.C.. Cada cultura dava seu jeito: as romanas faziam bolinhas de lã; as africanas, bolinhas de grama; as gregas enrolavam retalhos numa ripa de madeira; as japonesas faziam canudinhos de papel; as egípcias se viraram com canudinhos de papiro e por aí vai. Na Idade Média que elas começaram a usar toalhinhas externas para absorver o fluxo. Mas todos sabemos que essa época não é um referencial de higiene, então era normal esse artifício despertar coceiras e assaduras. Ainda assim era melhor do que ficar como as mulheres indígenas: isoladas e sentadas numa espécie de ninho.

E pouca coisa mudou de lá até 1933, quando o absorvente foi patenteado. Mas só chegou no Brasil 40 anos depois! Ou seja, há pouco mais de 30 anos que temos absorventes plásticos e descartáveis por aqui. Sua avó, e talvez até a sua mãe, tiveram que se valer das toalhinhas. 

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Flávio Fernandes

Flávio Fernandes

Há teorias. Antes delas, é preciso explicar que, já no século V antes de Cristo, os filósofos gregos estabaleceram que o coração era relacionado à emoção (por ser quente e sempre em movimento) e o cérebro à razão (por ser frio e imóvel). Dito isso, vamos às teorias:

1ª) Se originou de uma pintura rupestre, onde uma forma semelhante indicava o coração de um mamute.

2ª) Em tempos remotos, o cisne simbolizava o amor, pois são fiéis aos seus pares e, quando um morre, o outro em pouco tempo também padece. Quando o casal de cisne se encontra, os pescoços formam esse símbolo.

3ª) Na antiguidade, a hera simbolizava imortalidade e poder. Sua folha teria inspirado o formato atual do símbolo do coração.

4ª) O filósofo Plutarco defende que, como no antigo Egito o pêssego era  considerado o fruto dos deuses, a símbolo deriva dele. 

5ª) Há ainda os que defendem que o símbolo surgiu da seguinte relação: coração > amor > sexo > desejo > .... bumbum. 


A teoria mais aceita pelos historiadores é a da folha de hera. Mas as outras continuam, no mínimo, curiosas. S2

Interessantech
Celomar Santos da Silva

Celomar Santos da Silva

Surgiu em 9 de dezembro de 1968! Foi inventado por Bill English, num processo de 5 anos, mas a patente pertence a Douglas Engelbart e tinha o nome nada criativo de  "XY Position Indicator For A Display System" (Indicador de Posição XY para um Display). O dispositivo era uma caixinha de madeira com um botão e duas bolinhas dentro - uma indicava para o computador a posição do cursor no eixo X e a outra no eixo Y. Na época nem pegou, porque só se usava computador basicamente para textos, sem cursor. Mas, em 1983, a Apple lançou o micro Apple Lisa, já fazendo uso da navegabilidade do "mouse". O resto é uma história de sucesso. o/

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Anônimo

Anônimo

Estes pronomes pejorativos para homens e mulheres homossexuais, utilizados apenas no Brasil, surgiram das seguintes formas:

Sapatão: embora o Chacrinha tenha ajudado muito na popularização do termo com a música "Maria Sapatão", este apelido nasceu na década de 70 pela observação de que algumas lésbicas, descartando os delicados calçados femininos, optavam por sapatos masculinos. Como era muito difícil um sapato masculino de número baixo, acabavam ficando com sapatos proporcionalmente muito grandes. Eram as chamadas "sapatões". 

Veado: este já envolve o comportamento do animal mesmo. Na época de acasalamento, os machos produzem muito esperma. Todavia, não são todos que conseguem acasalar. Daí eles precisam se livrar do sêmem acumulado nos testículos e (como não têm preconceitos como os humanos) montam uns nos outros, formando verdadeiros trenzinhos. Acontece que, mesmo após o coito, muitos machos acabam criando laços afetivos e convivendo como um casal. Somando isso aos trejeitos delicados e graciosos do animal, o apelido foi vinculado à imagem do homem gay. 


É importante lembrar que o comportamento homossexual no reino animal não é exlusividade dos veados. Em um estudo do pesquisador, Bruce Bagemihl, feito em 1999, foi identificado comportamento homossexual em aproximadamente 1.500 espécies de animais, indo de mamíferos a vermes intestinais.

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Juuliana Simmerman

Juuliana Simmerman

A história é longa mas é bem legal:

No Oriente, os chineses já tinham essa prática desde o Império Fushi, 2852 a.C.. Mas no Ocidente, até o sec XII, todo mundo só tinha o primeiro nome. Até monarcas. Mas, já no final da Idade Média, com as migrações e crescimento populacional, começou a existir a necessidade de uma maior distinção entre as pessoas. Daí começaram a colocar após o nome algum termo que singularizasse mais - características ou nome da região onde nasceu (Rocha, Macieira, dos Campos), características da família ou pessoais (Nobre, Leal, Gentili), nome do pai (MacDonald, Andersen, Esteves - respectivamente, "filho de Donald", "filho de Ander" e "filho de Estevão"), ofício (Ferreira, Carpenters), motivos religiosos (Batista, dos Santos, Trindade), e por aí vai.

Com o tempo essa prática foi se solidificando até que chegou o ponto de ser meio constrangedor você não ter um sobrenome - significava que você não pertencia a nenhum clã. E mais - o seu sobrenome já dizia se sua origem era boa ou não.

Exemplo legal: O nome completo de Leonardo Da Vinci é Leonardo Di Ser Piero da Vinci (Leonardo filho do Sr. Piero da Vinci). ;-)

Sexo
Daniel Alves

Daniel Alves

Favor só ler esse post se vc tiver mais de 18 anos, pois contém palavras inapropriadas.

Os palavrões existem em todas as culturas, em todos os tempos, por serem as palavras que melhor conseguem exprimir emoções de raiva, ofensa ou (por que não) humor. Eles são controlados pelo "porão" do cérebro - o sistema límbico, responsável pela nossa parte mais primitiva (por isso que os palavrões sempre se referem à base da existência: sexo e excrementos), e influenciam desde sempre no nosso relacionamento social. Eles mudam de tempos em tempos, dependendo da polêmica da época. Na peça Romeu e Julieta, "que a peste invada a casa de ambos" é usado como ofensa. Hoje não surtiria muito efeito.

Fizemos um vídeo para falar a origem de alguns dos palavrões mais usados atualmente. Veja:

Por fim - sejam educados e não esqueçam das dicas finais do vídeo.