Geral
Anônimo

Anônimo

De acordo com um estudo feito pela consultoria Mercer em 2012, é a cidade de Luxemburgo, em Luxemburgo, país fundador da União Européia.

O estudo classificou um ranking com as 10 cidades mais seguras do mundo considerando critérios como estabilidade interna, indicadores de criminalidade, aplicação da lei e relações internacionais do país. Veja o ranking completo:

1- Luxemburgo, Luxemburgo
2- Berna, Suíça
3- Helsinque, Finlândia
4-  Zurique, Suíça
5- Viena, Áustria
6- Genebra, Suíça
7-  Estocolmo, Suécia
8- Cingapura, cidade-Estado da Península Malaia
9- Auckland, Nova Zelândia
10- Wellington,  Nova Zelândia

Geral
Você sabe quais são jogos repetidos na mesma Copa do Mundo?

Bélgica e Inglaterra estão jogando pela disputa do terceiro lugar na Copa do Mundo de 2018. Os dois times já haviam jogado pelo grupo G do Mundial na terceira rodada da chave, com magra vitória belga por 1 x 0. É a sexta vez que um jogo se repete na mesma edição de uma Copa do Mundo. Vamos relembrar quais são as outras cinco partidas que aconteceram por duas vezes no mesmo Mundial - e três dessas repetições envolvem o Brasil.

Isso aconteceu pela primeira vez na Copa da Suíça em 1954. Alemães e húngaros estavam na mesma chave e passaram com facilidade por Turquia e Coreia do Sul. No jogo entre eles, os alemães pouparam sete titulares e perderam por 8 x 3. O troco alemão viria na final: com o time completo, os alemães viraram um jogo de 0 x 2 para 3 x 2, conquistando o primeiro título germânico, O jogo ficou conhecido como "o milagre de Berna".

Em 1962, o Brasil jogou contra a Tchecoslováquia, pela segunda rodada da primeira fase. Apesar das inúmeras chances criadas pelo Brasil, o jogo acabou 0 x 0 e obrigou o Brasil a vencer a Espanha para se classificar. Além disso, Pelé se contundiu e ficou fora da Copa, para piorar tudo. Mas na final, Garrincha e Vavá decidiram para o Brasil e a seleção brasileira fez 3 x 1 nos tchecoslovacos, conquistando o bicampeonato mundial.

A repetição de um confronto na mesma Copa aconteceria 20 anos depois. Itália e Polônia empataram por 0 x 0 no grupo B. Campeã da chave, a Polônia manteve o pique contra Bélgica e URSS na segunda fase. A Itália passou de fase com três empates, mas derrubou Argentina e Brasil em dois jogaços. No reencontro entre os dois times, o desfalque do meia Boniek foi fatal para a Polônia: sem seu craque, foi presa fácil de uma Itália com Paolo Rossi endiabrado - o atacante da Juventus fez dois gols e pôs a Azzurra na final.

Com alteração do regulamento da Copa, a repetição de duelos entre times da mesma chave não aconteceria mais na final, mas nas semifinais. Em 1994, o Brasil passou sufoco com a Suécia. Na primeira fase, o Brasil saiu atrás e só empatou no fim do primeiro tempo em jogada individual de Romário. O excelente time sueco derrubou Arábia Saudita e Romênia e reencontrou o Brasil na semi O sofrido 0 x 0 durou até os 37 minutos do segundo tempo: após belo cruzamento de Jorginho, o Brasil venceu com um gol de cabeça: os 1,68 de Romário bateram os 1,98 dos dois zagueiros suecos.

Por fim, em 2002, outra repetição envolvendo o Brasil. Na estreia, o Brasil virou contra um retrancado time turco apenas aos 41 minutos do segundo tempo, num pênalti sofrido por Luizão. Os turcos passaram por Japão e pela sensação Senegal para ir à semifinal. Já o Brasil, bateria belgas e ingleses. Na reedição do encontro, num jogo mais difícil que o primeiro, Marcos foi a estrela do jogo, evitando vários gols turcos. Aos 4 minutos do segundo tempo, num lance parecido com o biquinho de Romário contra a Suécia em 1994, Ronaldo fez 1 x 0 e garantiu a passagem para a final.

Fonte

Geral
A Alemanha vencerá a maldição do "segundo jogo da fase de grupos"?

A Alemanha entra pressionada contra a Suécia pela segunda rodada do grupo F da Copa do Mundo, após a derrota contra o México na estreia. Além de precisar vencer os suecos para manter suas chances na Copa, os alemães irão enfrentar outro adversário neste sábado: a "maldição do segundo jogo. Em quatro dos últimos cinco grandes torneios (Copa do Mundo e Eurocopa) disputados pela Alemanha, o desempenho no segundo jogo da fase de grupos deixou a desejar: perdeu ou empatou.

Assim foi, por exemplo, na Eurocopa de 2008 quando a Alemanha foi derrotada pela Croácia por 2 a 1. Porém, os alemães se recuperaram e conseguiram chegar à final quando foram derrotados pela Espanha por 1 a 0. Na Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, a segunda partida da fase de grupos foi contra a Sérvia: outra derrota por 1 a 0. Os germânicos só foram parados na semifinal contra a Espanha, sendo vencidos por 1 a 0.

Em 2014, no Brasil, A Alemanha quase perdeu de Gana no segundo confronto da fase de grupos. O placar estava 2 x 1 para Gana, mas Klose empatou a apenas dois minutos para o fim do jogo. Os alemães avançaram e o resto é história: 7 x 1 contra o Brasil na semifinal e o tetracampeonato conquistado sobre a Argentina. Já na Eurocopa de 2016, nova decepção no segundo jogo. Desta vez foi contra a Polônia: 0 a 0. Apesar do pífio resultado, os comandados de Löw chegaram a mais uma semifinal quando caíram diante da França por 2 a 0.

Fonte

Geral
Jogo inédito em Copas, Suécia x Suíça fazem 'clássico do IDH'

Na primeira fase, caíram cinco dos países mais pobres da Copa. Mas nesta terça (3), dois dos países mais ricos do Mundial lutam por uma vaga nas quartas de final. Longe de serem potências do futebol, Suécia e Suíça possuem ótima qualidade de vida: tem o 14º e o 2º lugar no IDH, índice de desenvolvimento humano da ONU. A medida usa dados de riqueza, educação, expectativa de vida para comparar nações - o Brasil ocupa o 79º lugar.

Com 9,9 milhões de habitantes (equivalente a Pernambuco) a renda per capita sueca é de US$ 51.600), a 8ª do planeta. A brasileira é a 77ª. Já a Suíça, com 8,3 milhões de pessoas, têm renda per capita de (US$ 78.800), a quarta do mundo. Um dos ícones do Estado de bem-estar social, mantido por carga tributária de 48% do PIB, a Suécia, oferece inúmeros benefícios aos cidadãos. Três cidades suíças, Zurique, Genebra e Berna estão entre os 10 melhores lugares do mundo para morar.

Ambas as seleções conseguiram a classificação em chaves fortes: a Suécia bateu a favorita Alemanha e foi primeira na chave F. A Suíça empatou com o Brasil e foi segunda colocada no grupo E. Suécia e Suíça têm tradição na Copa: os suecos estão em seu 12º Mundial, e os suíços, no 11º. O confronto, inédito em Copas do Mundo, é tão equilibrado quanto o retrospecto dos confrontos (11 vitórias suíças, 10 suecas e 7 empates).

A mais alta colocação da Suíça é o quinto lugar em 1954, quando foi anfitriã. Ela perdeu nas quartas de final em jogo que marca o recorde de gols em um único jogo de Copa: 7 x 5 para a Áustria. Vice em 1958, dentro de casa, terceira colocada em 1950 e em 1994, e quarta colocada em 1938, a Suécia exibe retrospecto bem superior. Trata-se da seleção que o Brasil mais vezes enfrentou em Copas (sete, duas delas em 1994).

Fonte