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Estudo da Universidade de Sheffield observou que 62% dos entrevistados precisam de música para dormir.

Entre os 545 músicos nomeados pelos participantes, Ed Sheeran foi o segundo mais popular, logo após de Bach. Mozart, Brian Eno, Coldplay e Chopin completaram a lista das músicas mais tocadas antes de cair na cama.

A música clássica foi o gênero que mais pessoas usam para dormir (32%). Outros gêneros ouvidos incluíram rock (10,82%), pop (7,47%) e acústico (6,7%). Metal (3,35%), eletrônico (2,58%) e house music (0,77%) também receberam menções.

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O despertador toca, um familiar chama, o despertador toca novamente e você não sai da cama! Enrola, enrola e enrola. Caso você já tenha sido chamado de preguiçoso por postergar sua saída da cama várias vezes pela manhã, é hora de se orgulhar, segundo estudo feito pelos psicólogos Satoshi Kanazawa e Kaja Perina, do departamento de psicologia da Universidade College London, na Inglaterra, esse hábito é, na verdade, sinal de inteligência e criatividade.

O estudo explica que microrganismos até mamíferos, incluindo os seres humanos, funcionam de acordo com um ciclo diário chamado ritmo circadiano. Este, por sua vez, determina o intervalo de 24 horas com base na luz solar, na temperatura, pelas marés e até pelo vento. Porém, os seres humanos, ao contrário de outras espécies de mamíferos, têm a capacidade única, conscientemente e cognitivamente, de substituir o relógio biológico interno. Em outras palavras, os seres humanos conseguem escolher o horário que vão dormir ou acordar.

O estudo, feito com mais de 20 mil jovens americanos, descobriu que, aqueles que dormiam tarde durante a semana e aos finais de semana, acordando atrasados durante a semana, mas não no fim de semana, apresentam um QI maior do que os jovens que dormiam e acordavam mais cedo sempre. Assim, aqueles com um QI inferior a 75 iam dormir por volta das 23h41 na idade adulta, enquanto aqueles com um QI de mais de 125 iam para a cama às 00h29 aproximadamente.

Os pesquisadores, analisando os horários e os QIs dos participantes, concluíram que pessoas que dormem mais tarde demonstram inteligência, por reforçarem que não precisam estar em sincronia com a luz solar, como nossos ancestrais faziam.

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O novo estudo garante que o hábito de dormir tarde, aumenta os riscos de desenvolver distúrbios psicológicos e câncer.

Para os pesquisadores o conflito entre o relógio interno e o mundo externo pode gerar a problemas de saúde a longo prazo, especialmente se o cronograma de sono for irregular. Pesquisas anteriores mostraram que pessoas noturnas tendem a ter piores perfis de saúde, incluindo diabetes e doenças cardíacas.

Os pesquisadores utilizaram informações coletadas entre os anos de 2006 e 2010, pelo Reino Unido Biobank, que investigou os fatores de risco para as principais doenças em homens e mulheres de 37 a 73 anos de idade. Dos quase meio milhão de participantes analisados, cerca de 10.000 morreram durante os mais de seis anos de realização do estudo. Os pesquisadores descobriram que aqueles que se identificaram como “noturnos” tiveram um aumento de 10% no risco de morrer durante o período de acompanhamento em comparação com aqueles declarados como “matutinos”.

O estudo serve de alerta para as ‘corujas’ que devem fazer esforços extras para mudar os hábitos prejudiciais à saúde. É importante que as pessoas noturnas percebam os problemas potenciais de saúde e, que sejam mais vigilantes sobre a manutenção de um estilo de vida saudável, comendo bem, praticando exercícios e dormindo o suficiente.

O estudo foi publicado pela Revista Chronobiology International.

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