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Marque nos comentários aquela pessoa que sempre cai na rua.A duração do sono pode estar associada a um aumento do risco de fraturas, sugere estudo do órgão americano Women’s Health Initiative.

Os cientistas acompanharam mais de 157 mil mulheres ligadas ao órgão e descobriram que aquelas que dormem menos de cinco horas por noite e as que dormem mais de dez têm 25% mais chances de passar por experiências de queda frequentes (mais de duas por ano).

Pouco tempo de sono foi associado ao aumento do risco de fraturas nos membros superiores, inferiores e no centro do corpo, mas não no quadril.

Entre as mulheres que dormem pouco, menos de cinco horas por noite, o risco de cair aumentou 10,6% se comparadas às que dormem de sete a oito horas, tempo recomendado por médicos. Entre aquelas que dormem demais, o risco foi 7% maior.

“Apesar das quedas serem causadas por diversos fatores, nosso trabalho foca em um novo fator de risco: o sono. Os resultados sugerem que medidas para melhorar o sono podem reduzir o risco das quedas”, conclui Jane Cauley, pesquisadora da Universidade de Pittsburgh e autora do estudo.

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Quem sofre de hipersonia precisa dormir de 12 a 15 horas e em casos mais extremos, até 18 horas diárias.


Imagem: unveiledweb.com

Os hipersones se dividem em dois grupos:

1- Os que, mesmo tendo dormido 8h ou mais durante a noite, precisam dormir várias vezes por dia. Em geral aproveitam as mais inusitadas oportunidades, como quando vão ao banheiro, intervalo da aula, aula, transporte público etc.

2- Os que dormem muitas horas seguidas durante a noite e não conseguem acordar.

Em ambos os casos, mesmo dormindo muito além do normal, o indivíduo continua sonolento.

De acordo com o pesquisador Poul Jennum, professor de neurofisiologia da Universidade de Copenhagen, a hipersonia é, na maioria das vezes, um sintoma de distúrbios do sono, como narcolepsia, apneia do sono, síndrome das pernas inquietas, ronco violento e/ou dificuldades respiratórias relacionadas com a obesidade.

Estima-se que 1 a cada 800 pessoas sofra de hipersonia no mundo e é mais comum entre jovens de 15 a 25 anos.

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Estudo publicado no Journal of American Heart Association, e citado pelo The Guardian, revela que as que pessoas que dormem cerca de 10 horas por dia têm mais 30% de probabilidade de morrer mais cedo do que aquelas que dormem oito horas.

Como se a probabilidade maior de morte não bastasse, quem permanecer na cama mais de 10 horas também está exposto a mais riscos: 56% de probabilidade de morrerem de acidente vascular cerebral e 49% o risco de morte por doença cardiovascular.

Em contraposição, "dormir pouco" ou "dormir mal" está, segundo o estudo, associado a um aumento de 44% de probabilidade de uma doença coronária. Ou seja, prejudica a performance dos vasos sanguíneos, que estão encarregues de transportar o sangue.

Os especialistas, das universidades de Keele, Leeds, Manchester e East Anglia, analisaram dados de 74 estudos, que envolvem mais de três milhões de pessoas. Tendo em conta os resultados, os investigadores alertam os médicos para terem mais atenção aos hábitos de sono dos pacientes.

O sono anormal é um marcador de risco cardiovascular elevado, por isso devem analisar-se com cuidado a duração e a qualidade do sono dos pacientes.", disse o líder da investigação, Chun Shing Kwok.

No estudo são ainda descrito os fatores que influenciam os hábitos de sono. Há influências culturais, sociais, psicológicas, comportamentais, fisiopatológicas e ambientais no nosso sono, como a necessidade de cuidar de crianças ou membros da família, padrões irregulares dos turnos de trabalho, doenças físicas ou mentais.

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Falta de sono pode prejudicar movimentos do corpo, segundo pesquisa da USP

A falta de sono no dia a dia também pode causar problemas de atenção e concentração em pessoas saudáveis, no chamado “jetlag social”. O fenômeno foi comprovado em pesquisa da Escola Politécnica (Poli) da USP. Em testes, o desempenho em tarefas que exigem controle dos movimentos do corpo era melhor às segundas-feiras, após as horas de sono compensadas no final de semana.

O professor Arturo Cordero, coordenador da pesquisa, conta que a Poli estuda a modelagem do controle motor humano para a aplicação em robôs e exoesqueletos realizando tarefas de aprendizado, controle dos movimento das mãos, caminhadas e de postura”. “Esses testes são realizados com alunos de graduação. No final dos semestres letivos, porém, o desempenho dos estudantes era ruim – talvez os alunos durmam menos por causa das provas finais.

“Os estudantes utilizaram durante nove dias um actímetro, um relógio de pulso que mede a atividade física e distingue os períodos de sono, repouso, vigília e atividade e isso foi registrado em gráficos. Também foram aplicados questionários sobre hábitos diários, para complementar a avaliação sobre restrições de sono. Nas sextas e segundas-feiras foram realizados testes de controle postural.

O desempenho no controle postural era melhor na segunda-feira. “As obrigações sociais reduzem os períodos de sono, causando problemas de concentração, além de mudanças abruptas nos horários de dormir. Esse fenômeno é chamado de ‘jetlag social’. Nos finais de semana, há uma compensação das horas de sono e o desempenho nos testes melhora. Os alunos dormiam até duas horas a menos por noite nos dias úteis, dizem os pesquisadores da USP.

De acordo com o professor, a hipótese para explicar o problema é que as áreas do cérebro mais sensíveis à privação do sono são as responsáveis pela cognição e pela integração sensorial. “Essas áreas são o córtex pré-frontal, responsável pela cognição e o planejamento motor; o tálamo, que responsável pela integração sensorial, teria sua atividade diminuída”, descreve, “e o cerebelo, que faz o controle em tempo real do movimento.

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Daniel Uiliam

Daniel Uiliam

É a fase do sono onde temos os sonhos. O sono é dividido em duas fases: a REM (Rapid Eye Movement ou Movimento Rápido do Olho) e a NREM (Non Rapid Eye Movement ou Movimento Não Rápido dos Olhos). 

NREM: é a fase que inicia o sono e compõe 75% do tempo que dormimos. Essa fase é muito importante pois é a fase do sono profundo. É nela que acontece a liberação do hormônio do crescimento e o descanso mental.

REM: vem após a fase NREM, representa 25% do tempo que dormimos e se caracterizada por uma intensa atividade cerebral e (claro) movimentos rápidos dos olhos. É aí que a mágica dos os sonhos acontecem. Ela é importante para o nosso bem-estar físico e emocional. 

Quando a fase REM termina, voltamos à fase NREM e repetimos esse ciclo cerca de 5 vezes por noite. A cada ciclo que passa, a fase NREM fica menor e a REM, maior.

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A conta é simples, se dormimos 8 horas por dia isso equivale a 1/3 do dia que tem 24 horas. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa de vida do brasileiro é hoje de 71,3 anos anos. Considerando as ideais oito horas de sono diárias podemos dizer que um brasileiro médio passa 23 anos, 9 meses e 7 dias de sua vida dormindo.Continue lendo...