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Estudos da Universidade de Berkeley, na Califórnia, mostraram que uma soneca de 15 a 30 minutos, durante um dia de aprendizagem, pode aumentar o foco, aprendizado e a memorização, além de ajudar na recuperação física e mental do corpo.

Segundo o estudo, jovens que "tiravam uma pestana" à tarde tiveram um desempenho 10% melhor nas tarefas relacionadas à capacidade de aprendizagem e memória. Já aqueles que perderam uma noite de sono diminuíram a capacidade de armazenar novas informações em até 40%.

A Universidade de Berkeley parece estar familiarizada com "sonecas", pois há uma publicação na internet que mostra os Top 9 lugares para cochilar dentro do campus: https://www.theodysseyonline.com/9-perfect-places-to-nap-at-cal.

Mais ajuda aos estudantes: na Biblioteca McKeldin da Universidade de Maryland há dois 'pods' instalados para que os estudantes tirem sonecas de 20 minutos. Nesta Universidade estudantes também listaram os melhores locais para dormir entre uma aula e outra: https://theblacksheeponline.com/maryland/the-best-8-places-to-nap-at-umd

Sonecas podem ser uma faca de dois gumes, segundo o professor de neurociência e psicologia Matthew Walker de Berkeley, "os cochilos, especialmente no final da tarde, podem dificultar o sono durante a noite".

Fontes 1 e 2

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Marque nos comentários aquela pessoa que dorme muito!

Segundo estudo da Universidade de Berna, na Suíça, seres humanos são capazes de aprender inconscientemente novos conceitos durante o sono.

A pesquisa feita por cientistas do Instituto de Psicologia e Centro de Cognição da Universidade de Berna contou com 41 participantes que utilizaram fones de ouvido para ouvir dois pares de palavras dormindo. Uma das palavras era inventada e a outra, conhecida. Após acordar, os participantes conseguiam recordar os vocábulos e seus significados.

Parte dos voluntários escutou pares de palavras como "guga e pássaro" e outros "guga e elefante". No dia seguinte, os cientistas interrogaram os voluntários se a palavra "guga" cabia numa caixa de sapatos. De acordo com o estudo, os vocábulos reproduzidos na fase de sono profundo designada "up state", 60% dos voluntários classificavam corretamente as palavras inventadas.

Na fase do sono profundo, "up state", que só dura cerca de meio segundo, o eletroencefalograma registra que todas as células cerebrais estão ativas conjuntamente. Ela se alterna com a "down state", em que não há atividade entre as diversas áreas do cérebro.

De acordo com o pesquisador Marc Züst, coautor do estudo, o experimento demonstra ser possível aprender com o inconsciente 100% ativo, porém, não é saudável ouvir várias palavras durante a noite, esperando que sejam armazenadas na memória. O barulho constante é uma fonte de perturbação para o sono adequado.

#pracegover: É possível aprender dormindo, diz estudo.

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Sim, mas só se você sofrer de Insônia Fatal Familiar (IFF), uma doença infecciosa do mesmo grupo da doença da vaca louca. 

Além de não conseguirem dormir, os acometidos pela IFF também sofrem alucinações, pânico e ansiedade, que causam perda rápida de peso, demência e em alguns casos, óbito. 

Mas é um tipo tão raro de insônia, que você provavelmente nunca conhecerá nenhum portador. Estima-se que a IFF atinja cerca de 100 pessoas ao redor do mundo. 

A morte por IFF é em decorrência da degeneração neurológica do cérebro, ligada a uma proteína anormal que passa a ser produzida pelo corpo. Geralmente a IFF começa a se desenvolver na meia idade e causa a morte do paciente em dois anos.

O máximo de tempo que uma pessoa conseguiu ficar sem dormir que se tem conhecimento foram 11 dias consecutivos. Em 2007 o britânico Tony Wright manteve os olhos abertos se alimentando apenas de vegetais crus, como suco de cenoura, banana, abacate, abacaxi e nozes.

Segundo Wright, a dieta escolhida teria sido importante para manter partes de seu cérebro operantes e despertas por longos períodos. Na época, ele disse à BBC que conseguiu o feito alternando o uso das partes do cérebro - usando o lado direito enquanto o esquerdo descansava (baleias e golfinhos passam meses sem dormir através de técnicas cerebrais parecidas). Mas não há provas científicas de que ele foi capaz de usar tal técnica.

Mesmo conseguindo a façanha, ele não entrou para o Livro dos Recordes. Desde 1964 o Guinness World Records não recompensa vencedores de concursos de privação de sonhos por causa dos possíveis riscos para a saúde dos participantes, mas tudo foi transmitido ao vivo via webcam e acompanhado pela rede de notícias britânica BBC. 

Se vc encontrou o vídeo oculto, não conte a ninguém, apenas responda: vc ficou com sono ou vomitou arco-íris?

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A semana mal começou e você já está cansado? Isso é normal, pois a segunda-feira é um dia bastante estressante. Mas é na terça-feira à noite, segundo estudo, que está o melhor sono da semana.

Cerca de 4.886 homens e mulheres foram estudados pela Optima-Life - empresa de monitores cardíacos - e o resultado da pesquisa apontou que o sono das noites de terça-feira são os mais revigorantes da semana, apesar de a média de duração ser uma hora e meia mais longa nas sextas-feiras e sábados que nos outros dias.

A descoberta vem de uma análise de mais de um bilhão de leituras coletadas por monitores cardíacos durante a última década.

Os especialistas dizem que uma das possíveis razões está no fato do fim de semana normalmente ser mais sonolento, algo que faz com que seja necessário compensar na terça-feira.

"No fim de semana, dorme-se mais horas, mas o álcool e outros exageros como comidas gordurosas, prejudicam o ciclo normal de sono", explica o neurologista Carlos Alejandro, que aponta outro possível motivo: "Outro motivo é que, na terça-feira, a pessoa ainda não pegou o embalo da semana, está ainda relaxada de domingo", comenta.

Segundo o responsável pela Comissão do Sono da Sociedade de Pneumologia e Tisologia do Rio de Janeiro, Gunther Kissmann o fator psicológico é muito importante: "A perceção do sono pode ser alterada em relação à realidade, já que a expectativa de dormir melhor durante o fim de semana é muito alta", sugere o médico, que discorda da pesquisa: "É difícil prever um dia da semana em que se pode descansar mais, e nos dias úteis da semana, você tende a dormir menos devido a compromissos profissionais", afirma.

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Falta de sono deixa mães mais permissivas

Segundo uma pesquisa realizada pela Universidade de Illinois (EUA), mulheres com maior privação de sono tendem a ser mais permissivas com os filhos. É um dado importante sobre uma época na qual os jovens precisam de limites bem definidos e disciplina. Com sensores, o estudo monitorou o sono de 234 mulheres durante uma semana.

Para saber os níveis de permissividade e de autoridade das mães, os cientistas aplicaram questionários nos filhos dessas mulheres. Os resultados revelaram que, quanto menos dormiam, mais as mães diziam "sim" às vontades dos adolescentes. Mães afro-americanas de menor renda dormem pior, talvez por conta do excesso de trabalho e falta de ajuda dos parceiros.

Fonte: UOL

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Por dois motivos: 

Xixi: quando a bexiga fica cheia, ela comprime os nervos que controlam a irrigação do pênis para a ereção e pimba - ele sobe.

Polução Noturna: durante nosso sono REM (já explicamos ele neste post) o sistema nervoso parassimpático (que estimula a ereção) sobrepõe o simpático (que inibe a ereção) e seu amigo acorda. Como a alternância dos sonos REM e NREM acontecem a noite toda, o dito cujo fica ereto umas 4 vezes por noite, num período que totaliza uma hora inteira de pura prontidão (considerando 8 horas de sono)! Isso é involuntário e não há nada o que vc possa fazer além de comemorar e esperar que ele descanse. Sim, comemorar. A polução noturna é só um sinal de que seu corpo está funcionando muito bem. A irrigação do pênis é uma defesa natural do corpo para manter a saúde do órgão genital masculino. Sabe aquela história de que se não usar estraga? Funciona para seu colega também.

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Marque nos comentários aquela pessoa que sempre cai na rua.A duração do sono pode estar associada a um aumento do risco de fraturas, sugere estudo do órgão americano Women’s Health Initiative.

Os cientistas acompanharam mais de 157 mil mulheres ligadas ao órgão e descobriram que aquelas que dormem menos de cinco horas por noite e as que dormem mais de dez têm 25% mais chances de passar por experiências de queda frequentes (mais de duas por ano).

Pouco tempo de sono foi associado ao aumento do risco de fraturas nos membros superiores, inferiores e no centro do corpo, mas não no quadril.

Entre as mulheres que dormem pouco, menos de cinco horas por noite, o risco de cair aumentou 10,6% se comparadas às que dormem de sete a oito horas, tempo recomendado por médicos. Entre aquelas que dormem demais, o risco foi 7% maior.

“Apesar das quedas serem causadas por diversos fatores, nosso trabalho foca em um novo fator de risco: o sono. Os resultados sugerem que medidas para melhorar o sono podem reduzir o risco das quedas”, conclui Jane Cauley, pesquisadora da Universidade de Pittsburgh e autora do estudo.

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Quem sofre de hipersonia precisa dormir de 12 a 15 horas e em casos mais extremos, até 18 horas diárias.


Imagem: unveiledweb.com

Os hipersones se dividem em dois grupos:

1- Os que, mesmo tendo dormido 8h ou mais durante a noite, precisam dormir várias vezes por dia. Em geral aproveitam as mais inusitadas oportunidades, como quando vão ao banheiro, intervalo da aula, aula, transporte público etc.

2- Os que dormem muitas horas seguidas durante a noite e não conseguem acordar.

Em ambos os casos, mesmo dormindo muito além do normal, o indivíduo continua sonolento.

De acordo com o pesquisador Poul Jennum, professor de neurofisiologia da Universidade de Copenhagen, a hipersonia é, na maioria das vezes, um sintoma de distúrbios do sono, como narcolepsia, apneia do sono, síndrome das pernas inquietas, ronco violento e/ou dificuldades respiratórias relacionadas com a obesidade.

Estima-se que 1 a cada 800 pessoas sofra de hipersonia no mundo e é mais comum entre jovens de 15 a 25 anos.