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A Ciência comprova: beber cerveja faz bem para a saúde

Procurando justificar para a sua mulher porque você bebe? Você pode estar com sorte; Um estudo publicado no American Journal of the Modern Sciences chegou à conclusão de que a cerveja realmente tem mais benefícios para a saúde do que poderíamos pensar.

O South Morning China Post resumiu as descobertas: o néctar líquido é cheio de antioxidantes e contém mais proteínas e vitaminas do complexo B do que o vinho, que muitas vezes é considerado a bebida alcoólica mais "benéfica".

A cerveja pode até reduzir o risco de doenças cardiovasculares - desde que você não exagere, é claro. O estudo foca no "consumo moderado", o que significa que uma ou duas cervejas podem ser boas, mas uma dúzia é mais complicado de justificar.

Ainda assim, os pesquisadores aconselham que os médicos relaxem sua visão sobre o consumo de bebida alcoólica: os médicos devem estar cientes das crescentes evidências que apoiam os benefícios nutricionais e de saúde do consumo moderado de álcool como estilo de vida saudável.

Esta não é a primeira pesquisa mostrando que a cerveja melhora a saúde: estudos anteriores argumentaram que o consumo moderado de cerveja pode aumentar sua criatividade, reduzir o risco de diabetes e até mesmo hidratar você mais eficientemente do que a água.

Nem todos os resultados foram surpreendentes - pesquisadores espanhóis descobriram que o consumo de cerveja fazia os participantes se sentirem mais engraçados, mais atraentes e mais inteligentes. Como não amar essas pesquisas?

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Anônimo

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Se for verdade eu estou te respondendo essa pergunta do além! É mentira, pode comer!

Na verdade é muito melhor que isso, não existe hora boa ou hora ruim para comer frutas! É claro que você não irá encher o estômago de banana atrás de banana poucos minutos antes de dormir, né? Assim como qualquer má alimentação antes de se deitar, a digestão pode ser afetada. E se você quiser ficar ainda mais feliz com essa notícia, os carboidratos presentes na banana ajudam na produção de serotonina, a substância responsável pela regulação do sono. Além de saudável, a fruta pode ainda te ajudar a pregar os olhos na hora de dormir.

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16 milhões de brasileiros vivem sem nenhum dente, aponta estudo

Perder os dentes é o segundo fator mais danoso à qualidade de vida de pessoas entre 45 e 70 anos, segundo o estudo Percepções Latino-americanas sobre Perda de Dentes e Autoconfiança, que ouviu 600 pessoas, 151 delas brasileiras. Para 32%, perder os dentes impede uma vida saudável e ativa.

De acordo com o estudo, no Brasil, 39 milhões de pessoas usam próteses dentárias, sendo que 20% delas têm entre 25 e 44 anos. A pesquisa ressalta ainda que 16 milhões de brasileiros vivem sem nenhum dente e 41,5% das pessoas com mais de 60 anos já perderam todos.

Conforme a pesquisa, 52% dos entrevistados disseram que a perda de dentes deixou a aparência do seu rosto pior; 43% afirmaram que a perda de dentes lhes atrapalha namorar ou paquerar; e 21% disseram que a condição lhes impediu de fazer novos amigos.

Sobre autoestima e fala, 38% dos entrevistados manifestaram se sentirem mais inseguros para ir a festas e eventos sociais; e 41% relataram mais dificuldade na pronúncia das palavras após a perda de dentes.

“É preciso compreender as dificuldades das pessoas que perderam os dentes e ajudá-las a encontrar uma boa prótese. O objetivo é que os pacientes conheçam os melhores produtos para confecção, fixação e limpeza da prótese”, destaca a odontogeriatra Tânia Lacerda, do Conselho Regional de Odontologia de SP.

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Estudo realizado pelo Imperial College London com 140 voluntários para analisar os efeitos causados pela poluição sonora durante o sono, com objetivo de descobrir como o barulho dos aviões afeta quem mora perto de um aeroporto, mostrou que até mesmo o ruído de um ronco pode ser bastante nocivo à saúde de quem dorme ao lado.

Diversos fatores foram estudados como, por exemplo, a pressão arterial. O especialista Lars Jarup, um dos autores do estudo, relata que o ruído noturno pode afetar instantaneamente a pressão sanguínea e aumentar o risco de hipertensão.

Os efeitos prejudiciais do barulho não estão na origem do som, mas no nível de decibéis, que é a intensidade. Os cientistas indicaram por meio do estudo, que os efeitos começaram a ser sentidos após 35 decibéis, um nível similar ao de um avião no ar, tráfego de carros ou um parceiro roncando na cama.

Um estudo realizado anteriormente indicou que as pessoas que viveram perto de aeroportos e conviviam com sons de mais de 10 decibéis por cerca de 5 anos, tiveram um risco 14% maior de pressão arterial.

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Anônimo

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Mais um mito desvendado por nós, caçadores de mitos!

Parem de colocar o leite como um criminoso! Vocês não sabem pelo que ele passou!!!

Diga para a sua avó na linguagem dela; É Balela! A manga também já foi vítima dessa mentira e já esclarecemos que não tem problema nenhum. Assim como as demais frutas, a melancia também é uma fonte de potássio, ferro, cálcio e Vitamina C. A melancia é ainda ótima para a prevenção ao câncer, à pressão alta e um ótimo antioxidante natural. Juntamente com as proteínas do leite, pode ser uma ótima fonte de energia. Se por um acaso você sentir mal estar na ingestão de algum destes alimentos, consulte um médico, você pode ser alérgico a eles!

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É comum você sair do trabalho para curtir sua vida pessoal, mas chegando em casa você fica naquela expectativa de que vai receber uma mensagem por e-mail ou WhatsApp do seu chefe ou da sua equipe? Isso te deixa aflito? Te faz esquecer dos pequenos prazeres do descanso do lar e trazer para casa o ambiente de trabalho?

Isso é muito comum nesses "novos tempos". De acordo com um estudo do Instituto Tecnológico da Universidade de Virgínia (Virginia Tech), nos Estados Unidos, feito com 200 pessoas, a simples expectativa de checar mensagens do trabalho no horário de folga faz mal para a saúde e o bem-estar, ou seja, para sofrer os efeitos negativos, você nem precisa efetivamente entrar no e-mail ou no WhatsApp, basta apenas se preocupar com isso.

"A mera expectativa de estar disponível de forma constante significa que as capacidades cognitivas estão sempre no modo 'on'", afirma o estudo, conduzido por William Becker, professor da Virginia Tech. "Isso ameaça a realização de metas da vida pessoal e provoca respostas afetivas negativas, como sentimentos de preocupação, tensão e falta de controle".

A tecnologia trouxe para a vida das pessoas algo como um "trabalho sem fronteiras" o que prejudica a vida pessoal.

"A explosão da internet alimentou a proliferação de dispositivos eletrônicos, criando uma sociedade conectada o tempo todo. Isso intensificou em muitas organizações as expectativas quanto à disponibilidade dos funcionários após o expediente. Como resultado, as fronteiras entre o trabalho e a vida fora do trabalho ficaram pouco definidas", diz o estudo.

Quando um funcionário está em seu momento de descanso e se preocupa com checar as mensagens do trabalho, ele acaba dando menos atenção para as suas relações pessoais. Além disso, ele precisa ficar trocando de papéis o tempo todo - ora membro da família, ora funcionário -, o que pode gerar conflitos emocionais.

A pessoa que está preocupada com o trabalho fora do expediente pode ficar distante, mexendo no celular o tempo todo, sem se engajar nas atividades de sua vida pessoal.

Além disso, "o indivíduo pode acabar ficando preso nos seus esquemas de trabalho, que podem não ser adequados para desempenhar seus papéis em casa. Por exemplo, se uma pessoa tem um trabalho em que precisa ter uma posição dominante e distante psicologicamente, isso pode dificultar que desempenhe um papel de um parceiro cuidadoso e aberto", diz o estudo.

Por fim, ainda segundo a pesquisa, a sensação de ansiedade sentida pelo funcionário que precisa ficar "on" o tempo todo pode ser "erroneamente atribuída a quem faz parte do seu convívio, provocando um aumento de conflitos e colocando em perigo os relacionamentos", afirma a pesquisa.

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Henrique Albuquerque

Henrique Albuquerque

Se você não for um viciado em estalar os dedos e passar os dias fazendo isso, não tem problema nenhum em estalar! O problema é se isso se tornar uma mania...

Na verdade estalar os dedos, ou demais articulações, pode até causar uma sensação de alívio, mas tudo precisa de um alerta. Especialistas aconselham que se você quiser estalar outras partes do corpo como coluna e pescoço é sempre bom fazer com alguma indicação. Para alguns quiropratas, estalos em excesso no pescoço significa que suas articulações estão hiper-móveis ou há muito espaço e suas articulações poderiam sair do alinhamento.

Respondendo a sua pergunta, estalar os dedos não engrossa e não faz mal. Não há nenhuma pesquisa científica que comprove isso. Mas alguns problemas podem surgir se você transformar essa atitude em um vício e algo repetitivo, podendo causar frouxidão dos ligamentos e até alguma doença articular degenerativa. Em caso de dúvidas, é sempre bom consultar o seu médico.

Compartilhe esse post e mostre pro seu amigo viciado em estalar os dedos que ele pode ter mãos de velho aos 30 anos.

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Autofagia celular faz você perder peso e viver mais

Um processo no qual as células "comem a si mesmas" pode fazer você emagrecer e viver mais. A descoberta rendeu o prêmio Nobel de Medicina de 2016 ao cientista japonês Yoshinori Ohsumi (foto) por levar a uma melhor compreensão de doenças como o mal de Parkinson e a demência. Agora, empresas farmacêuticas entraram numa corrida para criar medicamentos que estimulem esse processo. A autofagia pode ser induzida por jejum, exercício físico e restrição de carboidratos.

No processo, as células degradam e reciclam seus componentes, melhorando o funcionamento do organismo como um todo. Em um estudo feito com ratos, os cientistas constataram a melhora em áreas do fígado e do cérebro. "As evidências de experimentos em camundongos sugerem que esse seria o caso", disse David Rubinsztein, professor de neurogenética molecular da Universidade de Cambridge.

"Há estudos em que se tem ativado o processo usando ferramentas genéticas, medicamentos ou jejum, e nesses casos os animais tendem a viver mais tempo e a estar em melhor forma geral. O professor Rubinsztein diz que ainda mão está claro como essas ferramentas genéticas podem ser aplicadas em humanos. Descoberta nos anos 1960, a autofagia só teve sua importância reconhecida 30 anos depois, com as pesquisas de Ohsumi, nos anos 1990.

Fonte: BBC