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Quezia Barbosa

Quezia Barbosa

Puro marketing.

Tudo começou em 1918, quando um catálogo de roupas norte-americano dizia que meninos deveriam usar rosa, por ser uma cor mais forte e meninas o azul, por ser mais delicado (sim, era o contrário do que é hoje). Até então, não havia este tipo de distinção.

Alguns anos mais tarde, entre as décadas de 20 e 30, é que as lojas começaram a sugerir azul para eles e rosa para elas, com objetivo de gerar assunto para agitar as vendas.

Na época isso gerou uma baita confusão e em 1927, a revista Time chegou a publicar uma tabela indicando quais lojas dos EUA sugeriam azul para meninos e quais sugeriam rosa.

Mas a moda pegou. Tanto que virou uma imposição social, principalmente com rapazes que por muitos anos, não poderiam gostar do cor de rosa sem serem tachados de gays.

No entanto, mais recentemente esta imposição vem enfraquecendo e já é comum ver homem se vestindo com a cor que bem quiser sem colocar sua masculinidade em cheque. Afinal, personalidade e sexualidade não são determinadas por afinidade com alguma cor. Você pode muito bem ser um homem gay e odiar rosa, ou ser uma mulher hetero e adorar azul. ;-)

Aliás, você sabia que até o fim do século 19, tanto meninos quanto meninas usavam vestido? E isso faz todo sentido, porque esta vestimenta facilita na hora de executar a higiene dos pestinhas pequeninos.

Oscar Wilde

Franklin Roosevel

Cinema
#MeanGirlsDay é hoje e o próximo só acontecerá em 3 de outubro de 2029!

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