Geral
Robô chapeiro prepara hambúrgueres e já substitui humanos nos EUA

Inaugurado em junho de 2018, o Creator poderia ser apenas mais uma hamburgueria hipster de San Francisco, EUA, servindo hambúrgueres. O diferencial está na cozinha: no lugar do chefe hipster tatuado, um robô cuida de toda a preparação das iguarias - do corte do pão ao preparo da carne.

É mais um ramo de atividade onde robôs substituem humanos. Com cerca de quatro metros, o robô usa 20 computadores e 350 sensores para produzir 120 sanduíches por hora. Mas isso não significou o fim dos empregos humanos - os funcionários recebem para ler e fazer cursos online.

Nem sempre Alex Vardakostas, criador da hamburgueria, teve esse plano. Inclusive, em 2012, quando o negócio ainda se chamava Momentum Machines, ele afirmou que “[nosso equipamento] deve servir para remover os funcionários completamente”, de acordo com o Business Insider.

Apesar de serem as estrelas do lugar, as máquinas não funcionam sozinhas. Ao chegar no restaurante, o cliente se depara com muitos atendentes. Os funcionários recebem pedidos, reabastecem máquinas, recebem pagamentos e ajudam os clientes indecisos. Todo o primeiro contato é feito por pessoas.

Os molhos da casa e acompanhamentos, como batatas fritas, saladas e legumes, também são preparados por funcionários do Creator. Portanto, a mão de obra humana ainda é parte do processo, mesmo que reduzida se comparada a restaurantes convencionais.

Por conta dos robôs, a empresa desperdiça menos alimentos e economiza em mão de obra, aluguel e até mesmo no uso de energia. Essa redução de custos é sentida diretamente no bolso do cliente, que paga apenas U$ 6 por hambúrguer - 20% menor, em média, do que na concorrência.

Fonte

Geral
A robô sexual que diz 'não' se tratada com violência ou indiferença

Samantha, a boneca sexual criada pelo engenheiro eletrônico Sergi Santos, não tem coração nem cérebro. Mas quem quiser ter relações com ela, deve ter. Se tratada com violência ou indiferença, a robô agora recusa sexo e desliga automaticamente. A boneca conversa com o dono e tem sensores de toque espalhados pelo corpo. Conforme a interação, a boneca muda seus padrões de diálogo, movimentos do corpo e expressões faciais. Há os estados “familiar”, “romântico”, “sexual”, “extra ousado” e, agora, “indiferente”.

Nada impede o dono de forçar a boneca desligada, mas indiferença mecânica serve como reprovação moral. Dotar a máquina de padrões morais semelhantes aos dos humanos é uma forma de diminuir a polêmica contra as bonecas sexuais. Robôs como Samantha tornaram-se populares em casas de prostituição da Áustria, onde a atividade é regulamentada. Santos afirma que já vendeu 15 unidades, por cerca de US$ 6 mil (cerca de R$ 23 mil).

Fonte