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Luiz Henrique

Luiz Henrique

Ao que tudo indica, sim. Chorem ateus.

Foram encontrados vestígios de uma embarcação com as mesmas proporções (515 pés ou 157 metros) e no mesmo lugar descrito pela Bíblia - no monte Ararat, na Turquia (Gênesis, 8:4 - "E a arca repousou no sétimo mês, no dia dezessete do mês, sobre os montes de Ararate"). 

Os vestígios de madeira datam de 4.800 anos atrás, data que é plausível com o relato do dilúvio descrito no livro sagrado do cristianismo. Há também sinais de que a embarcação continha diversos compartimentos (para os animais?) e ligas metálicas feitas pelo homem. Pedras enormes com alças esculpidas, que funcionariam como âncoras, foram encontradas pelas redondezas e investigações mais a fundo com tecnologia de escaneamento por radar revelaram um padrão de vigas, quilhas, câmaras, sistema de rampa e ventilação.

Mas a história fica ainda mais curiosa:

Foram também encontrados nos arredores vestígios de cerâmicas com ilustrações de animais, um homem segurando um martelo e um homem soltando pássaros. Em algumas, foi identificado inclusive o nome de Noé. Não seria necessária essa ornamentação para uso próprio. Logo, é como se fossem... suveniers para turistas. #confuso

Pois é. Ou de fato a arca foi celebrada como um marco divino já na sua época OU (segundo os estudiosos mais céticos) ela foi construída simplesmente para ilustrar o mito de Noé. Seria ela, então, uma representação física, inspirada na lenda que já existia na época, para ser visitada pelo povo. Sorriam ateus.

Este não é o primeiro grupo que alega ter descoberto a real Arca. Abaixo, as fotos evidências encontradas. 

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Lilyane Cezket

Lilyane Cezket

Porque, antes do cristianismo, a adoração era mais voltada aos fenômenos da natureza (lembra do deus-sol Tupã dos nossos índios?). Logo, era comum a adoração de animais e outros elementos da natureza considerados virtuosos, surgindo seu hibridismo com o ser humano na forma de uma divindade.

Esses deuses zoomórficos não são exclusividade dos egípcios. Existem também em outras culturas como a hindu, asteca, maia, grega, chinesa, etc.

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Larissa Sousa

Larissa Sousa

Não há consenso entre os historiadores sobre a origem do termo.

A conexão entre chifre e pessoa traída é tão antiga que existem diversas especulações, algumas envolvendo associações com o mundo animal, outras com tradições passadas e até com religião.

Listamos abaixo as teorias mais citadas por aí sobre o surgimento do termo:

Origem religiosa

Teoria do satanás: Nesta teoria diz-se que o termo surgiu devido à figura do próprio capeta. O homem possuidor de chifres viria da associação com a figura do demônio, que no catolicismo medieval era tido como uma criatura de aspecto humano, porém com chifres. Sendo o adultério algo contra os mandamentos de Deus, o homem que o praticasse recebia essa assemelhação com o tinhoso.

Neste caso, porém, quem recebia os chifres era o adúltero e não o marido traído.

Origem animal

Teoria do boi: Alguns dizem que a associação vem do boi, pelo fato de a fêmea não se sentir presa a apenas um macho. Outros citam o fato do boi possuir um domínio territorial e que, quando perde uma disputa com outro boi (levando chifradas), acaba ficando sem seu território e consequentemente sem as vacas de lá.

Teoria dos animais chifrudos: Essa teoria cita os casos das fêmeas de animais chifrudos em geral, que geralmente vivem ao redor de um macho único, o "líder". Quando este macho perde a fidelidade da fêmea ele fica revoltado e passa a deixar sempre os chifres em posição de ataque, dando chifrada no primeiro que aparecer pela frente.

Origem histórica

Teoria da idade média: Alguns países na idade média tinham como lei o fato de que se um marido flagrasse o adultério de sua esposa e o adúltero não fosse um nobre, ele deveria matar seu desafeto e em alguns casos até a própria esposa. Caso ele não cumprisse com isso deveria então usar em público uma espécie de chapéu com chifres, para que todos soubessem que não honrou com sua "condição de homem".

Teoria da porta: Em algumas cidadezinhas, quando um homem chegava à casa de sua amante havia um combinado entre eles, que era a amante deixar chifres na porta para avisá-lo caso o marido estivesse em casa.

Teoria da porta só que ao contrário: Em outras cidadezinhas que não as da teoria acima provavelmente, havia o costume de que se alguém soubesse de algum caso de traição, este alguém colocava chifres na porta do traído para avisá-lo sobre o adultério.

Teoria da lenda dos cornos: Segundo a teoria o termo surgiu de uma lenda na qual a pessoa traída começava a sentir dores na região da testa, e de lá surgiriam cornos que cresceriam na sua fronte.

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Anônimo

Anônimo

Pq era uma mensagem cifrada contra o imperador Nero. Por essa vc não esperava, né? Pois é.

Não, esta não é uma teoria da conspiração lunática, mas sim o resultado de estudos teólogicos. Vamos ao que interessa: como assim, Nero? Primeiramente, temos que levar em conta que a Bíblia não foi escrita toda de uma vez. O trecho do livro Apocalipse que faz menção ao número 666 foi concluído no final do século I e é o seguinte: "Quem tiver discernimento calcule o número da besta, pois é número de homem; e o seu número é seiscentos e sessenta e seis" Apocalipse, 18:13.

Lendo atentamente, fica bem claro que o autor diz que é um número, referente a um homem, que precisa ser calculado. Beleza, vamos lá:

1º dado: o imperador Cesar Nero governou Roma de 54 a 68 e perseguiu violentamente o povo cristão.

2º dado: 7 é o número da perfeição. O que vem antes dele não é perfeito. Logo, 6 é o número da imperfeição. Ainda segundo o livro Gênesis, foi no sexto dia que Deus criou o homem. Portanto, 6 também é o número do homem. E o próprio trecho apocalíptico deixa claro estar se referindo a um homem. Sendo 3 o número da santíssima trindade (pai, filho e espírito santo), o número 6 repetido três vezes significa um homem imperfeito que se equivale ao próprio Deus e o anfronta, ou seja, o Anticristo (Nero executou centenas de cristãos por se recusarem a adora-lo como um deus). 

3º dado: (agora vc vai ficar de cara): agregando os devidos valores numéricos a cada letra do nome original do imperador NVRN RSQ (o alfabeto hebraico só usava consoantes), dá 666.  o.O  Como uma parcela mínima dos nossos leitores falam hebraico, mostramos a conta: N(50) + V(6) + R(200) + N(50) + R(200) + S(60) + Q(100) = 666.

O número 666 foi uma forma cifrada que o povo cristão encontrou para se referir ao imperador sem que fossem descobertos, disseminando a idéia de que ele era o Anticristo em carne e osso mas que todos deveriam ser resistentes e fiéis porque, no final das contas, o povo cristão venceria. 

Portanto, se vc acredita que gritar o número é praticamente invocar o Diabo, está enganado. Você só está gritando o nome do imperador mais insano de Roma.

Abaixo, a lista com os valores de cada letra do alfabeto hebraico. Parafraseando a bíblia, "quem tiver discernimento, calcule o número da besta". ;-) 

Alef = 1; Bet = 2; Guimel = 3; Dalet = 4; He = 5; Vav = 6; Zayin = 7; Chet = 8; Tet = 9; Yod = 10; Kaf = 20; Lamed = 30; Mem = 40; Num = 50; Sameq = 60; Ayin = 70; Pe = 80; Tsadi = 90; Kof = 100; Resh = 200; Shin = 300; Tav = 400.
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Livros relacionados:

-A Besta, de Roslund e Hellström
"Uma história perturbadora e profundamente chocante sobre o que pode ocorrer quando tomamos a justiça em nossas mãos."

-Marca, A Besta Controla o Mundo, de Tim Lahaye e Jerry B. Jenkins
"Após uma atordoante sequência de eventos, o líder mundial Nicolae Carpathia, depois de ressuscitar, assume seu lugar no mundo como o Anticristo."

- A Besta Humana, de Émile Zola
"Zola é considerado fundador do naturalismo, ler suas obras é fundamental, dado que são clássicos da literatura. A Besta Humana é um dos que devem ser lidos por quem ama romances de qualidade."

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Acredite se quiser: cereal matinal surgiu para evitar a masturbação

O sobrenome do médico John Kellogg virou sinônimo de café da manhã por conta do cereal. Mas poucos sabem que ele era adepto de uma forma particularmente radical de puritanismo sexual. Devoto da Igreja Adventista do Sétimo Dia, ele viveu um casamento de 40 anos sem sexo.

Kellogg acreditava que doenças e pecado andavam juntos: a decadência da alma causa a decadência do corpo. Desses vícios, um dos mais letais seria a masturbação. Chegou a catalogar 39 sintomas de quem se masturbava, incluindo acne, má postura, epilepsia e palpitações.

Para ele, as tentações podiam ser amenizadas pela indução de um estado mental “saudável” - o fim dos desejos passava por uma dieta sem carne e sem sabor. Ao trabalhar num sanatório, Kellogg dedicou-se ao tema usando alimentos sem graça para tentar inibir a libido. Como o milho puro.

Uma das versões da história relata um erro do irmão mais novo do dr. Kellogg: Will Feith teria esquecido no forno, em 1894, uma maçaroca de milho a ser servida aos pacientes. Os dois trituraram tudo e obtiveram flocos. Sucesso! Não tinha a menor graça. Corpos e almas seriam salvos.

Em 1897, eles criaram a Kellogg Company. Ele tinha outra ideia para o cereal: adicionou açúcar, tornando o produto mais excitante. A ideia de John Kellogg foi pervertida: sucrilhos nunca curariam ninguém do mal manual. E os irmãos nunca mais se falariam.

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