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De acordo com estudo da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, publicado no periódico científico Journal of Gerontology: Psychological Sciences, pessoas que têm o hábito de compartilhar uma garrafa de vinho ou cerveja com o parceiro vivem em um relacionamento mais feliz.

Pesquisadores realizaram o estudo com 2.767 casais que estavam juntos, em média, há 33 anos. Durante seis anos de acompanhamento, os voluntários participaram de entrevistas anuais, nas quais respondiam questões sobre os hábitos de consumo de bebida alcoólica (quantidade e frequência), sobre a qualidade do casamento e o que pensavam sobre o parceiro (se tinham perfil muito crítico e exigente).

Os resultados mostraram que casais que tinham os mesmos hábitos de consumo de bebida alcoólica tendiam a ser mais felizes do que aqueles em que apenas um dos parceiros costumava beber. No grupo em que havia a diferença, o casal estava mais propenso a enfrentar problemas de relacionamento.

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Dividir a louça e as tarefas domésticas com seu(sua) parceiro(a) ajuda a manter a saúde do relacionamento é o que mostram os resultados de uma pesquisa feita pela University of Utah, nos EUA.

A equipe liderada pelo pesquisador Daniel L. Carlson avaliou tarefas como cozinhar, lavar a louça, as roupas, limpar a casa, fazer as compras, manutenção da área interna e externa da casa e pagamento de contas e as relacionaram com questões que incluíam frequência sexual, satisfação sexual e satisfação no relacionamento.

A pia suja apareceu como maior ponto de discórdia entre as mulheres. Aquelas que assumem a tarefa sozinhas se revelaram mais insatisfeitas do que as que dividiam a responsabilidade com o parceiro.

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Você acha que seu familiar, amigo ou amiga mudou a relação com você depois de casar? Segundo pesquisa publicada pela Universidade da Geórgia os casados se tornam menos sociáveis.

O estudo com 169 casais heterossexuais analisou os primeiros 18 meses logo após o matrimônio e a cada 6 meses traços de personalidade eram avaliados: extroversão, abertura a experiências, conscienciosidade, agradabilidade e neuroticismo.

Com os resultados a pesquisa concluiu que os casais se tornaram menos sociáveis ao longo do período e ambos, marido e mulher, se tornaram menos extrovertidos e menos agradáveis. Os pesquisadores observaram que os homens demonstraram estar mais empanhados no papel de marido e as mulheres demonstraram sentir menos ansiedade, raiva e pensamentos depressivos. Fonte e outras informações: Link na Bio.

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Os benefícios de dormir de conchinha vão além do momento gostoso que se passa ao lado do parceiro. De acordo com um estudo Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, dormir ao lado do parceiro diminui o nível de cortisol no sangue, o hormônio do estresse.

A explicação está na forma com o que as pessoas sentem ao dormirem abraçadas: protegidas e seguras. Desta forma, o corpo fica mais relaxado e não sente necessidade de estar "alerta", tornando desnecessária a produção de cortisol. Além disso, os pesquisadores acreditam que casais que dormem abraçados tendem a ser pessoas mais calmas, descontraídas e honestas.

Os pesquisadores também indicaram que dormir de conchinha estimula a produção de ocitocina. Conhecido como o "hormônio do amor", ocitocina age como um neurotransmissor, assim a substância é liberada quando existe o contato de pele entre as pessoas, e também quando existe a formação de uma relação de confiança entre elas. Desta forma, ela é conhecida pela sua função de união entre as pessoas e desenvolvimento de ligações de carinho.

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