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Professora pede material escolar em vez de flores em funeral: o resultado é comovente

Estudo feito pelo Departamento de Educação Federal dos EUA mostrou que cerca de 94% dos 94% dos professores de escolas públicas compravam materiais de aula com dinheiro próprio. Segundo o estudo, os professores gastavam R$ 2 mil por ano para comprar giz, apagadores e materiais de papelaria aos alunos. Em tese, isso não deveria acontecer em 2018.

Tammy Waddell, de Forsyth, na Geórgia (EUA), foi uma dessas professoras que foram além por seus alunos. Tammy faleceu em 9 de junho, aos 58 anos, após uma batalha contra o câncer. Ela passou 30 anos dando aula e se dedicando a seus alunos. Em um testemunho de seu caráter e dedicação à educação, em seu funeral ela pediu que as pessoas trouxessem material escolar em vez de flores.

A resposta a seu funeral, capturada por Brad Johnson, primo de Tammy, foi esmagadora. Uma história tão comovente viralizou nas redes sociais e Johnson forneceu o endereço da escola onde ela dava aula, de modo que mais gente pudesse doar materiais. O obituário on-line descreve Tammy como alguém que tinha uma "paixão pela alfabetização e acreditava que toda criança merecia uma oportunidade de aprender". Lindo, não?

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Vivenciar momentos offline com seu amor é maravilhoso não é mesmo? Mas quando ambos entram em seus perfis nas redes sociais, esses momentos juntos - jantares, viagens, selfies - podem ir ou não para a timeline e se são postados com frequência indicam, segundo estudo, que tem um problema aí.

Um estudo da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas que ficam exibindo seus momentos de casal nas redes sociais são, na verdade, aquelas que mais duvidam do amor que sentem.

Na pesquisa, 216 participantes (108 casais heterossexuais de uma pequena cidade do Canadá), mantiveram um diário ao longo de duas semanas registrando altos e baixos de suas relações - essas informações foram cruzadas com as atualizações que aconteciam nas redes sociais (Facebook e Instagram) no período.

O estudo comprovou que, quanto mais inseguros estavam, mais posts com o(a) parceiro(a) eram publicados.

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Instagram

Você acha que a vida de todo mundo é a maravilha do que é publicado nas redes sociais? Que os influenciadores digitais não passam por perrengues diários? Que seus amigos estão realmente sempre sorrindo como se não houvesse um boleto para ser pago? Uma pesquisa da Kaspersky Lab mostrou que uma em cada dez pessoas distorce a realidade nas redes sociais para se sentir melhor.

O estudo revela que, para obter curtidas, uma em cada dez pessoas finge estar em algum lugar ou fazendo algo que talvez não seja exatamente verdade. Isso significa que uma parcela significativa dos usuários mente nas redes sociais para ganhar mais curtidas em suas publicações. Aquela postagem em que sua amiga diz estar em alguma festa da alta sociedade pode, na verdade, ser uma imagem buscada na internet ou mesmo a foto de uma festa qualquer que ela não estava.

Não receber likes suficientes por uma publicação também afeta homens e mulheres. Entre os homens, 24% temem que, se poucas pessoas curtirem suas postagens, os amigos acharão que eles não são populares, enquanto 17% das mulheres pensam o mesmo.

Homens são mais "saidinhos" nas redes sociais: cerca 9% dos entrevistados publicaria fotos sem roupas, enquanto somente 5% das mulheres entrevistadas considerariam essa possibilidade.

Homens são mais fofoqueiros! Dos homens, 14% disseram que revelariam um segredo sobre um colega de trabalho (contra 7% das mulheres), e 13% estariam dispostos a revelar informações confidenciais de seu chefe nas redes. Para piorar, 12% dos homens mostrariam algo vergonhoso sobre um amigo, contra apenas 6% das mulheres que tomariam a mesma atitude. Gente!

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Corinthians é o maior clube nas redes sociais fora da Europa

Especializada em comunicação digital, a agência alemã RESULT Sports, divulgou um estudo em 18 de julho, no qual aponta os maiores clubes do mundo nas redes sociais. O Corinthians, 15° colocado, lidera entre os clubes não-europeus mencionados na lista.

Logo atrás do Alvinegro aparece o Flamengo que, segundo a empresa alemã, possui cerca de 300 mil seguidores a menos que o clube paulista na somatória de suas redes. Ao todo, 198 clubes de todo o mundo foram listados na publicação.

Confira abaixo as colocações de todos os clubes brasileiros lembrados pelo estudo:
15° Corinthians - 21.364.245 de seguidores
16° Flamengo - 21.042.980 de seguidores
27° São Paulo - 13.242.285 de seguidores
33° Palmeiras - 9.432.285 de seguidores
35° Santos - 8.493.826 de seguidores
38° Grêmio - 7.462.407 de seguidores
40° Cruzeiro - 6.520.034 de seguidores
43° Vasco - 5.925.863 de seguidores
44° Chapecoense - 5.866.368 de seguidores
47° Atlético-MG - 5.668.112 de seguidores
63° Internacional - 4.571.958 de seguidores
83° Fluminense - 3.108.119 de seguidores
84° Sport - 3.060.427 de seguidores
85° Botafogo - 3.052.072 de seguidores
112° Atlético-PR - 1.874.952 de seguidores
123° Coritiba - 1.939.052 de seguidores
132° Vitória - 1.777.157 de seguidores
188° Figueirense - 1.095.561 de seguidores
192° Goiás - 1.039.482 de seguidores
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