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Mulheres chefiam 42% das famílias no Brasil

Dos mais de 71 milhões de famílias no Brasil, 42% são chefiadas por mulheres — a maioria, solteiras, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Conforme os dados de 2015, os mais recentes disponíveis, dos 30 milhões de famílias que têm mulheres como uma referência, em apenas cerca de um terço dos casos, elas têm um cônjuge ao seu lado.

Este arranjo familiar se tornou alvo de polêmica na segunda-feira (17), após o general Hamilton Mourão, candidato a vice na chapa do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), dizer, que a ausência da figura masculina nas famílias é um fator que leva as crianças à criminalidade.

“A partir do momento em que a família é dissociada, surgem os problemas sociais que nós estamos vivendo. E atacam eminentemente nas áreas carentes, onde não há pai nem avô, é mãe e avó. E por isso torna-se realmente uma fábrica de elementos desajustados”, afirmou Mourão.

Por outro lado, a proporção de famílias chefiadas por homens mostra situação inversa: só 3,6% delas são chefiadas por pessoas do sexo masculino. O número de domicílios liderados por mulheres aumenta ano a ano - em 2001, elas eram a principal referência doméstica em 27%.

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Intervenção militar é um ato caracterizado pela tomada do poder de um país por suas forças armadas em um golpe de Estado, instaurando um regime de ditadura militar. Geralmente é decretado um estado de exceção, regido segundo a lei marcial, sendo formada uma junta militar encabeçada por qualquer das armas, que nomeia um novo presidente (sempre um militar de alta patente) e seus sucessores.

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Sistema ou regime político e filosófico, antiliberal, imperialista e antidemocrático, centrado em um governo de caráter autoritário, representado pela existência de um partido único e pela figura de um ditador, fundado na ideologia de exaltação dos valores da raça e da nação em detrimento do individualismo, como o estabelecido na Itália por Benito Mussolini (1883-1945), em 1922, cujo emblema era, simbolicamente, o fascio, isto é, o feixe de varas dos lictores romanos.

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A Ursal (União das Repúblicas Socialistas da América Latina), sigla virtualmente desconhecida que virou piada nas redes sociais na semana passada após ser citada por Cabo Daciolo (Patriota) no primeiro debate na TV, é uma “ficção” criada há 17 anos.

A afirmação é da socióloga e professora universitária aposentada Maria Lucia Victor Barbosa, que inventou o termo Ursal em 2001 como uma ironia, uma crítica a um encontro do Foro de São Paulo em Havana que ocorreu naquele ano.

Em artigo publicado na internet em 9 de dezembro de 2001 intitulado “Os Companheiros”, que foi reproduzido em alguns blogs à época, a professora escreveu: “Mas qual seria, me pergunto, essa tal integração no modelo Castro-Chávez-Lula? Quem sabe, a criação da União das Republiquetas Socialistas da América Latina (URSAL)?”. A partir daí, diz a professora, a sigla começou a se espalhar na blogosfera e fugiu a seu controle.

A professora afirma que pessoas telefonavam para ela para saber se a tal união existia mesmo, e ela explicava que era uma invenção.

Confira os melhores memes sobre a Ursal:

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Fonte dos memes: Twitter

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URSAL (acrônimo para União das Republiquetas Socialistas da América Latina ou União das Repúblicas Socialistas da América Latina) é um termo criado em tom jocoso pela socióloga brasileira Maria Lúcia Victor Barbosa, em 2001, para ironizar as críticas feitas por políticos e intelectuais de esquerda à Área de Livre Comércio das Américas, liderada pelos Estados Unidos. Posteriormente a expressão foi tomada a sério por Olavo de Carvalho e por eleitores da extrema-direita brasileira, ressurgindo no YouTube e em outras mídias como uma teoria da conspiração relacionada a um suposto plano de integração latino-americana engendrado pelo Foro de São Paulo.

Em tom de denúncia, o acrônimo foi retomado em 2018, pelo deputado federal e candidato à presidência, Cabo Daciolo, em referência a uma conspiração em curso para acabar com as soberanias nacionais no continente. Daciolo referiu-se à URSAL quando interrogou Ciro Gomes durante o primeiro debate entre candidatos da eleição presidencial brasileira de 2018, veiculado pela TV Band em 9 de agosto. Segundo ele, a URSAL seria uma federação de países da América Latina e do Caribe com características de um grande bloco de repúblicas socialistas. Na sequência o episódio repercutiu na imprensa brasileira e estrangeira, e ensejou numerosas manifestações nas redes sociais, sobretudo em tom de deboche.

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Filippo Petroli

Filippo Petroli

Embaixada: é a representação diplomática de um país dentro de outro. Cada país só tem uma embaixada na nação estrangeira, geralmente na capital federal. É responsável por assuntos de interesse comuns entre as duas nações envolvendo negociações políticas, desenvolvimento econômico e cultural, informações oficiais, etc.

Consulado: é a representação administrativa de um país dentro de outro. Cada país tem diversos consulados na nação estrangeira, geralmente nas capitais estaduais. É responsável basicamente por resolver assuntos dos seus cidadãos no território estrangeiro como vistos, vistoria de cargas, auxílio administrativo tanto para pessoa física como jurídica, etc.

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Amanda Mancio

Amanda Mancio

É o nome popular do polêmico Projeto de Decreto Legislativo 234/11, de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), que foi aprovada pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) no dia 18 de junho de 2013. 

A resolução nº 1/99 do Conselho Federal de Psicologia, em dois artigos, proíbe os psicólogos de tratar a homossexualidade como algo patológico (doença) e/ou estimular uma alteração sexual no paciente. 

A proposta, apelidada pela população de "Cura Gay", prevê a remoção destes trechos. Ou seja, com a lei aprovada, os psicólogos podem tratar a homossexualidade como uma característica patológica e reversível.

De acordo com a OMS - Organização Mundial de Saúde, a homossexualidade não pode ser considerada uma doença, logo não é passível de cura.

Mesmo com a aprovação da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, o texto ainda precisa ser votado pelas comissões de Seguridade Social e Família e de Constituição e Justiça, depois pelos deputados federais e, por último, pelo Senado, para ser então validado.

Você pode ler a proposta completa e formar a sua opinião. O que você pensa sobre o assunto?