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A pesquisa sobre hábitos de consumo e desperdício de alimentos, do projeto Diálogos Setoriais União Europeia – Brasil, liderado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) com apoio da Fundação Getulio Vargas (FGV), mostrou que a base da alimentação do brasileiro, arroz, carne bovina e feijão representam o 58% do montante de alimentos jogado fora no país.

A pesquisa ouviu 1.764 famílias de diferentes classes sociais e de todas as regiões brasileiras. O ranking dos alimentos mais desperdiçados mostra arroz (22%), carne bovina (20%), feijão (16%) e frango (15%) com os maiores percentuais relativos ao total desperdiçado.

No Brasil, a média de alimentos desperdiçados por domicílio é de 353 gramas por dia. Individualmente a média é de 114 gramas por dia.

“A grande surpresa foram as carnes aparecerem com um índice tão alto de desperdício, um produto de alto valor agregado, de alto valor nutricional e que é desperdiçado. E destaco ainda o leite, que é o quinto grande grupo mais jogado fora”, disse o professor de marketing da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da FGV, Carlos Eduardo Lourenço.

“Essa busca pelo sabor e pelo frescor do alimento acaba tendo outro impacto que é o descarte de um excesso ou quando acontece algum evento que muda o planejamento da família”, disse Lourenço, explicando, entretanto que a culinária diversa e saborosa do brasileiro deve ser valorizada.

Como exemplo desses eventos, o professor da FGV cita o caso pesquisado de uma pessoa que, após um churrasco, acabou descartando quatro quilos de carne ou ainda o caso de quem salgou demais o feijão durante o cozimento e acabou jogando a panela toda fora, em vez de tentar recuperar o alimento.

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Segundo pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte a combinação de fome e raiva pode ser uma resposta emocional complicada envolvendo uma interação da biologia, personalidade e sinais ambientais.

"Todos nós sabemos que a fome às vezes pode afetar nossas emoções e percepções do mundo ao nosso redor, mas foi recentemente que a expressão "hangry", que significa mau humor ou irritação por causa da fome, foi aceita pelo Oxford Dictionary", disse a autora Jennifer. MacCormack, MA, do departamento de psicologia e neurociência da Universidade da Carolina do Norte.

Os pesquisadores realizaram primeiro dois experimentos on-line envolvendo mais de 400 indivíduos dos Estados Unidos. Os participantes foram apresentados a uma imagem projetada para induzir sentimentos positivos, neutros ou negativos. Então, foram então mostrados uma imagem ambígua, um pictograma chinês, e tiveram que classificar esta imagem em uma escala de sete pontos de agradável a desagradável. Os participantes também foram solicitados a relatar o quanto sentiam fome.

Os pesquisadores descobriram que os participantes mais famintos eram mais propensos a classificar os pictogramas chineses ambíguos como negativos, mas somente depois de primeiro serem preparados com uma imagem negativa. Não houve efeito para imagens neutras ou positivas.

No outro experimento, os pesquisadores pediram aos participantes, mais de 200 estudantes universitários, que jejuassem ou comessem de antemão. Todos os participantes foram convidados a participar de um cenário projetado para evocar emoções negativas. Pediu-se aos alunos que completassem um tedioso exercício em um computador que, sem o conhecimento deles, estava programado para cair antes que pudesse ser concluído. Assim, um dos pesquisadores entrava na sala e culpava o estudante pelo acidente do computador.

Em seguida os participantes foram convidados a preencher questionários sobre suas emoções e sua percepções da qualidade diante da situação experimental. Os pesquisadores descobriram que os indivíduos com fome relataram mais emoções desagradáveis, como se sentirem estressados e odiosos quando não estavam explicitamente concentrados em suas próprias emoções. Esses indivíduos também acharam que o pesquisador que conduzia o experimento era mais crítico ou severo. Os participantes que gastaram tempo pensando sobre suas emoções, mesmo quando com fome, não relataram essas mudanças nas emoções ou percepções sociais.

Esta pesquisa enfatiza a conexão mente-corpo, de acordo com MacCormack. “Nossos corpos desempenham um papel poderoso em moldar nossas experiências, percepções e comportamentos momento a momento - quer estejamos com fome ou cheios, cansados x descansados ou doentes x saudáveis”, disse ela. “Isso significa que é importante cuidar do nosso corpo e prestar atenção a esses sinais corporais e não descontá-los, porque eles são importantes não apenas para a nossa saúde mental a longo prazo, mas também para a qualidade do dia-a-dia de nossa experiência psicológica, relações sociais e desempenho no trabalho.”

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De acordo com o estudo, 90% dos entrevistados se consideram mais eficientes quando escutam música.

Isso pode acontecer porque música libera dopamina, um dos neurotransmissores responsáveis por prazer e motivação, o que ajuda a reduzir o estresse e auxilia na memória.

A conclusão é que não importa o gênero, se você precisa terminar uma tarefa, ouvir música pode te ajudar a terminar mais rápido.

Esse estudo foi feito pela agência WebpageFX, publicado no Linkedin.

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Pessoas com idade terminada em 9 são mais propensas a pular a cerca, sugere estudo.

Um site especializado em encontros extraconjugais da Grã Bretanha analisou os dados de seus usuários e descobriu que se está mais vulnerável a trair em um relacionamento no último ano de cada década.

A idade com maior número de traidores foi a de 39 anos, seguida pelos 49 anos e pelos 29 anos, em segundo e terceiro lugar entre os mais vulneráveis à infidelidade.

A explicação, de acordo com o estudo é que este último ano de cada década é visto como um divisor de águas na vida das pessoas - quando elas são mais propensas a se excitar com o novo e a avaliar melhor suas opções.

O estudo listou também os 5 principais motivos do nascimento de chifres na cabeça das pessoas:

1- Falta de sexo no relacionamento

2- Oportunidade irrecusável3- Tédio com o parceiro atual

4- Encontro com alguém do passado através das redes sociais

5- Mudanças de comportamento

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A conta é simples, se dormimos 8 horas por dia isso equivale a 1/3 do dia que tem 24 horas. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa de vida do brasileiro é hoje de 71,3 anos anos. Considerando as ideais oito horas de sono diárias podemos dizer que um brasileiro médio passa 23 anos, 9 meses e 7 dias de sua vida dormindo.

Oito horas é realmente o ideal? Segundo pesquisa feita pela universidade da Califórnia nos Estados Unidos envolvendo mais de um milhão de pessoas concluiu que dormir oito horas por dia pode encurtar a vida.

Quem dorme de seis a sete horas por noite tem 12% de chances de viver mais do que quem dorme oito horas. Com quatro horas de sono, no entanto, as taxas de mortalidade foram semelhantes às encontradas com oito horas.

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De acordo com a pesquisa 'O papel do homem na desconstrução do machismo' do Instituto Avon, em parceria com o Instituto Locomotiva, 48% dos homens ainda consideram “desagradável” ou “humilhante” cuidar da casa enquanto a companheira trabalha fora. O dado foi obtido após consulta de 1.800 pessoas com mais de 16 anos, em 70 municípios do país.

Destes 48%, 12% concordam que a mulher trabalhar fora e o homem cuidar da casa é humilhante, não deveria acontecer de jeito nenhum, 15% concordam que a mulher trabalhar fora e o homem cuidar da casa é humilhante, só deve acontecer se não tiver jeito, 21% concordam que tudo bem a mulher trabalhar fora e o homem cuidar da casa, mas não é uma situação agradável.

52% concordam que não há problema nenhum em a mulher trabalhar fora e o marido cuidar da casa.

Sobre a pesquisa: a pesquisa incluiu uma etapa inicial em que foram conduzidas seis entrevistas em profundidade com especialistas que atuam no enfrentamento à violência contra mulheres em organizações da sociedade civil, imprensa e órgãos públicos. Posteriormente foram realizados dois grupos de discussão, um com homens e outro com mulheres, de 16 a 30 anos. Ao final foi realizada uma pesquisa quantitativa presencial, de âmbito nacional, por meio de 1.800 entrevistas com homens e mulheres de 16 anos ou mais, em 70 municípios de todas as regiões do país.

Confira a pesquisa completa, com dados muito interessantes, aqui.

Fontes 1 e 2

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Segundo pesquisa, brasileiros têm pouca disposição para conversar com quem pensa diferente. No caso de visões políticas diferentes, 32% dos brasileiros acham que não vale a pena "trocar uma ideia".

A pesquisa também foi feita em outros 27 países e revelou que só Índia e África do Sul tem pessoas mais fechadas que os brasileiros. Na Argentina, Chile, México, Estados Unidos, Reino Unido, Japão, as pessoas são mais dispostas a conversar com quem tem visões diferentes.

Quanto as redes sociais tornarem os debates mais divisivos do que antes, 54% dos brasileiros acreditam que sim e que a solução para não dialogar é bloquear a pessoa.

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