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Pessoas com idade terminada em 9 são mais propensas a pular a cerca, sugere estudo.

Um site especializado em encontros extraconjugais da Grã Bretanha analisou os dados de seus usuários e descobriu que se está mais vulnerável a trair em um relacionamento no último ano de cada década.

A idade com maior número de traidores foi a de 39 anos, seguida pelos 49 anos e pelos 29 anos, em segundo e terceiro lugar entre os mais vulneráveis à infidelidade.

A explicação, de acordo com o estudo é que este último ano de cada década é visto como um divisor de águas na vida das pessoas - quando elas são mais propensas a se excitar com o novo e a avaliar melhor suas opções.

O estudo listou também os 5 principais motivos do nascimento de chifres na cabeça das pessoas:

1- Falta de sexo no relacionamento

2- Oportunidade irrecusável3- Tédio com o parceiro atual

4- Encontro com alguém do passado através das redes sociais

5- Mudanças de comportamento

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A conta é simples, se dormimos 8 horas por dia isso equivale a 1/3 do dia que tem 24 horas. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa de vida do brasileiro é hoje de 71,3 anos anos. Considerando as ideais oito horas de sono diárias podemos dizer que um brasileiro médio passa 23 anos, 9 meses e 7 dias de sua vida dormindo.Continue lendo...

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De acordo com a pesquisa 'O papel do homem na desconstrução do machismo' do Instituto Avon, em parceria com o Instituto Locomotiva, 48% dos homens ainda consideram “desagradável” ou “humilhante” cuidar da casa enquanto a companheira trabalha fora. O dado foi obtido após consulta de 1.800 pessoas com mais de 16 anos, em 70 municípios do país.

Destes 48%, 12% concordam que a mulher trabalhar fora e o homem cuidar da casa é humilhante, não deveria acontecer de jeito nenhum, 15% concordam que a mulher trabalhar fora e o homem cuidar da casa é humilhante, só deve acontecer se não tiver jeito, 21% concordam que tudo bem a mulher trabalhar fora e o homem cuidar da casa, mas não é uma situação agradável.

52% concordam que não há problema nenhum em a mulher trabalhar fora e o marido cuidar da casa.

Sobre a pesquisa: a pesquisa incluiu uma etapa inicial em que foram conduzidas seis entrevistas em profundidade com especialistas que atuam no enfrentamento à violência contra mulheres em organizações da sociedade civil, imprensa e órgãos públicos. Posteriormente foram realizados dois grupos de discussão, um com homens e outro com mulheres, de 16 a 30 anos. Ao final foi realizada uma pesquisa quantitativa presencial, de âmbito nacional, por meio de 1.800 entrevistas com homens e mulheres de 16 anos ou mais, em 70 municípios de todas as regiões do país.

Confira a pesquisa completa, com dados muito interessantes, aqui.

Fontes 1 e 2