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Filhos de mães que trabalham fora são mais felizes, diz estudo americano

Muitas mães se sentem culpadas por trabalhar fora. E a volta da licença-maternidade para o mercado de trabalho é um momento que potencializa isso. Mas um estudo feito pela Universidade de Harvard e Kingston University pode ser o que toda mãe nessa situação precisava para seguir em frente.

Iniciado em 2015, o estudo foi concluído em 2018 e demonstrou que filhos de mães que trabalham fora se tornam adultos tão felizes quanto aqueles cujas mães se dedicaram somente à maternidade. O levantamento contou com a participação de 100 mil homens e mulheres de 29 países.

O estudo tem um outro resultado animador para as mães: ao se tornarem mulheres, as filhas meninas de mães que trabalham fora têm mais chances de conseguir cargos melhores e têm maior nível de escolaridade, porque frequentam a educação formal por mais tempo.

Quando comparadas com mulheres cujas mães ficam em casa, as mulheres criadas por mãe empregada têm 1,21 vezes mais probabilidades de conseguir emprego; 1,29 vezes mais propensas a supervisionar outras pessoas no trabalho, e gastam 44 minutos extras em seus trabalhos por semana.

Elas também ganham mais dinheiro. Entre as mulheres que responderam à pesquisa nos Estados Unidos em 2012, as filhas empregadas de mães que trabalham fora ganharam uma média de US$ 1.880 (R$ 7.500) mais por ano do que as filhas de mães que ficam em casa em período integral.

“Ainda existe a crença de que há prejuízo para os filhos quando suas mães trabalham fora. Por isso, descobrir que o emprego da mãe não afeta a felicidade das crianças na vida adulta é muito importante”, diz a professora Administração de Empresas Kathleen McGinn, de Harvard.

A influência sobre a carreira é sentida apenas pelas filhas adultas - e não filhos - de mães que possuem um emprego. A explicação da professora é que os homens tendem a ser empregados normalmente e, conforme mostram outras pesquisas, suas ocupações e ganhos têm mais a ver com o emprego de seus pais.

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Estudo publicado no Journal of American Heart Association, e citado pelo The Guardian, revela que as que pessoas que dormem cerca de 10 horas por dia têm mais 30% de probabilidade de morrer mais cedo do que aquelas que dormem oito horas.

Como se a probabilidade maior de morte não bastasse, quem permanecer na cama mais de 10 horas também está exposto a mais riscos: 56% de probabilidade de morrerem de acidente vascular cerebral e 49% o risco de morte por doença cardiovascular.

Em contraposição, "dormir pouco" ou "dormir mal" está, segundo o estudo, associado a um aumento de 44% de probabilidade de uma doença coronária. Ou seja, prejudica a performance dos vasos sanguíneos, que estão encarregues de transportar o sangue.

Os especialistas, das universidades de Keele, Leeds, Manchester e East Anglia, analisaram dados de 74 estudos, que envolvem mais de três milhões de pessoas. Tendo em conta os resultados, os investigadores alertam os médicos para terem mais atenção aos hábitos de sono dos pacientes.

O sono anormal é um marcador de risco cardiovascular elevado, por isso devem analisar-se com cuidado a duração e a qualidade do sono dos pacientes.", disse o líder da investigação, Chun Shing Kwok.

No estudo são ainda descrito os fatores que influenciam os hábitos de sono. Há influências culturais, sociais, psicológicas, comportamentais, fisiopatológicas e ambientais no nosso sono, como a necessidade de cuidar de crianças ou membros da família, padrões irregulares dos turnos de trabalho, doenças físicas ou mentais.

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Pesquisadores da Universidade de Northeastern, nos EUA, entrevistaram 240 estudantes de graduação, entre 18 e 23 anos de idade, e entregaram a eles uma notícia falsa de jornal: um suposto relatório da polícia no qual a vítima fora atacada com um taco de beisebol e acabou inconsciente, com membros quebrados e outros múltiplos ferimentos.

Durante os testes, o que mudava na notícia era a identidade de vítima. Ao todo, foram quatro tipos: uma pessoa adulta, um bebê, um cachorro adulto e um filhotinho.

Para medir o grau de empatia dos participantes, os cientistas elaboraram uma série de perguntas e criaram uma escala de acordo com os resultados obtidos após as respostas. A hipótese deles era a de que a vulnerabilidade – medida pela idade – seria o principal fator de decisão, e não necessariamente a espécie.

No final, quem obteve o maior índice de empatia foram os recém-nascidos, seguido bem de perto por filhotes e cães adultos (nessa ordem). Já a pessoa mais velha ficou em último lugar.

Analisando os dados, eles observaram que a idade era um fator levado em conta quando o assunto era espécie humana, mas o mesmo não acontecia com os pets. Mais especificamente, se excluirmos os bebês da equação, os pesquisadores viram que, durante os testes, havia maior angústia dos participantes ao saber do abuso de animais do que com a agressão a um adulto.

A pesquisa indica que os resultados podem ajudar a reforçar a importância de diminuir a violência contra animais.

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Uma pesquisa produzida pelo jornal britânico Sporting Intelligence, analisou a remuneração de 465 times de 29 ligas, em 16 países e 9 modalidades diferentes e evidenciou que a disparidade está presente em todos os esportes.

No basquete, uma jogadora ganha até 96 vezes menos do que um jogador de mesmo nível técnico.

No futebol, a média salarial de um único jogador é maior do que a média de um time inteiro com vinte atletas de futebol feminino.

No handebol, o ganho médio das jogadoras na Europa não passa de 34 mil dólares, enquanto os homens possuem médias salariais que superam a casa dos milhões.

Mesmo em esportes como o tênis, em que o assunto é amplamente discutido há décadas, alguns torneios ainda apresentam grandes diferenças. Há campeonatos em que o valor da premiação para as mulheres chega a ser metade do que é entregue aos atletas masculinos.

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Gravidez pode ser contagiosa, diz estudo

A pesquisa analisou 1720 grávidas e concluiu que quando uma mulher engravida, todas as suas amigas próximas possuem mais chances de engravidar também.

Os pesquisadores acreditam em dois motivos, na maioria das vezes inconscientes, para o "contágio":

1- Ter uma amiga grávida faz a mulher se sentir mais confortável para engravidar;

2- Quando duas amigas têm filhos em datas próximas, se ajudam no cuidado dos bebês e compartilham experiências.

O estudo foi publicado no periódico American Sociological Review.

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A pesquisa sobre hábitos de consumo e desperdício de alimentos, do projeto Diálogos Setoriais União Europeia – Brasil, liderado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) com apoio da Fundação Getulio Vargas (FGV), mostrou que a base da alimentação do brasileiro, arroz, carne bovina e feijão representam o 58% do montante de alimentos jogado fora no país.

A pesquisa ouviu 1.764 famílias de diferentes classes sociais e de todas as regiões brasileiras. O ranking dos alimentos mais desperdiçados mostra arroz (22%), carne bovina (20%), feijão (16%) e frango (15%) com os maiores percentuais relativos ao total desperdiçado.

No Brasil, a média de alimentos desperdiçados por domicílio é de 353 gramas por dia. Individualmente a média é de 114 gramas por dia.

“A grande surpresa foram as carnes aparecerem com um índice tão alto de desperdício, um produto de alto valor agregado, de alto valor nutricional e que é desperdiçado. E destaco ainda o leite, que é o quinto grande grupo mais jogado fora”, disse o professor de marketing da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da FGV, Carlos Eduardo Lourenço.

“Essa busca pelo sabor e pelo frescor do alimento acaba tendo outro impacto que é o descarte de um excesso ou quando acontece algum evento que muda o planejamento da família”, disse Lourenço, explicando, entretanto que a culinária diversa e saborosa do brasileiro deve ser valorizada.

Como exemplo desses eventos, o professor da FGV cita o caso pesquisado de uma pessoa que, após um churrasco, acabou descartando quatro quilos de carne ou ainda o caso de quem salgou demais o feijão durante o cozimento e acabou jogando a panela toda fora, em vez de tentar recuperar o alimento.

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Segundo pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte a combinação de fome e raiva pode ser uma resposta emocional complicada envolvendo uma interação da biologia, personalidade e sinais ambientais.

"Todos nós sabemos que a fome às vezes pode afetar nossas emoções e percepções do mundo ao nosso redor, mas foi recentemente que a expressão "hangry", que significa mau humor ou irritação por causa da fome, foi aceita pelo Oxford Dictionary", disse a autora Jennifer. MacCormack, MA, do departamento de psicologia e neurociência da Universidade da Carolina do Norte.

Os pesquisadores realizaram primeiro dois experimentos on-line envolvendo mais de 400 indivíduos dos Estados Unidos. Os participantes foram apresentados a uma imagem projetada para induzir sentimentos positivos, neutros ou negativos. Então, foram então mostrados uma imagem ambígua, um pictograma chinês, e tiveram que classificar esta imagem em uma escala de sete pontos de agradável a desagradável. Os participantes também foram solicitados a relatar o quanto sentiam fome.

Os pesquisadores descobriram que os participantes mais famintos eram mais propensos a classificar os pictogramas chineses ambíguos como negativos, mas somente depois de primeiro serem preparados com uma imagem negativa. Não houve efeito para imagens neutras ou positivas.

No outro experimento, os pesquisadores pediram aos participantes, mais de 200 estudantes universitários, que jejuassem ou comessem de antemão. Todos os participantes foram convidados a participar de um cenário projetado para evocar emoções negativas. Pediu-se aos alunos que completassem um tedioso exercício em um computador que, sem o conhecimento deles, estava programado para cair antes que pudesse ser concluído. Assim, um dos pesquisadores entrava na sala e culpava o estudante pelo acidente do computador.

Em seguida os participantes foram convidados a preencher questionários sobre suas emoções e sua percepções da qualidade diante da situação experimental. Os pesquisadores descobriram que os indivíduos com fome relataram mais emoções desagradáveis, como se sentirem estressados e odiosos quando não estavam explicitamente concentrados em suas próprias emoções. Esses indivíduos também acharam que o pesquisador que conduzia o experimento era mais crítico ou severo. Os participantes que gastaram tempo pensando sobre suas emoções, mesmo quando com fome, não relataram essas mudanças nas emoções ou percepções sociais.

Esta pesquisa enfatiza a conexão mente-corpo, de acordo com MacCormack. “Nossos corpos desempenham um papel poderoso em moldar nossas experiências, percepções e comportamentos momento a momento - quer estejamos com fome ou cheios, cansados x descansados ou doentes x saudáveis”, disse ela. “Isso significa que é importante cuidar do nosso corpo e prestar atenção a esses sinais corporais e não descontá-los, porque eles são importantes não apenas para a nossa saúde mental a longo prazo, mas também para a qualidade do dia-a-dia de nossa experiência psicológica, relações sociais e desempenho no trabalho.”

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De acordo com o estudo, 90% dos entrevistados se consideram mais eficientes quando escutam música.

Isso pode acontecer porque música libera dopamina, um dos neurotransmissores responsáveis por prazer e motivação, o que ajuda a reduzir o estresse e auxilia na memória.

A conclusão é que não importa o gênero, se você precisa terminar uma tarefa, ouvir música pode te ajudar a terminar mais rápido.

Esse estudo foi feito pela agência WebpageFX, publicado no Linkedin.

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