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Uma pesquisa intitulada 'Global Teacher Status Index 2018' realizada pela ONG Varkey Foundation, conduzida em 35 países para avaliar o status dos professores na sociedade, mostrou que o Brasil é o país que menos valoriza este profissional. Já a China lidera, reconhecendo a importância dos professores para a sociedade.

Os pesquisadores entrevistaram mil pessoas de cada um dos 35 países para identificar como o emprego de um professor dos ensino primário e secundário era comparado a outras profissões, em termos de valor para a sociedade. Na média de todos os países, a profissão de professor ficou na sétima posição entre 14 possíveis.

O Top 5 países que mais valorizam educadores são: China, Malásia, Taiwan, Rússia e Indonésia. Na China, Malásia e Rússia, a importância do professor é comparada a médicos.

No Top 5 que menos valorizam estão Argentina, Gana, Itália, Israel e por último o Brasil, que compara professores a bibliotecários.

É também do Brasil a maior parte de entrevistados (90%) que acreditam que não há respeito entre alunos e professores. Na China, 80% disseram que há respeito com seus mestres.

Esta é a segunda edição do 'Global Teacher Status Index'. A primeira, em 2013, foi feita com 21 países, entre eles o Brasil, que já havia ficado em último lugar então — e foi uma das sete nações onde a valorização dos professores caiu no período entre as duas pesquisas.

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Quantas vezes você ou uma pessoa próxima não se perderam nos dias da semana achando que era quarta, mas aí já era quinta, ou ainda era terça-feira?

Se perder nos dias da semana parece ser mais frequente do que se imagina e pode atingir mais de um terço da população.

Uma pesquisa britânica feita por pesquisadores das universidades de York, Lincoln e Hertfordshire perguntaram a voluntários quais palavras são mais fortemente associadas a determinados dias da semana e a conclusão foi que segunda e sexta-feira foram os dias mais lembrados. Segunda-feira foi associada aos termos "chato" e "cansado" e sexta com "liberdade".

Terça, quarta e quinta-feira foram os dias menos caracterizados tornando-os mais confundíveis.

“O ciclo semanal é repetido para todos nós desde o nascimento, e isso se traduz no fato de que cada dia da semana adquire seu caráter”, afirma David Ellis, da Escola de Psicologia da Universidade de Lincoln, no Reino Unido.

Fatores culturais podem contribuir para explicar os resultados, sugere o co-autor Rob Jenkins, do departamento de psicologia na Universidade de York, no Reino Unido. “Por exemplo, há uma grande variedade de canções pop que fazem uso de segunda e sexta-feira, enquanto os dias do meio da semana raramente são mencionados”.

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Filhos de mães que trabalham fora são mais felizes, diz estudo americano

Muitas mães se sentem culpadas por trabalhar fora. E a volta da licença-maternidade para o mercado de trabalho é um momento que potencializa isso. Mas um estudo feito pela Universidade de Harvard e Kingston University pode ser o que toda mãe nessa situação precisava para seguir em frente.

Iniciado em 2015, o estudo foi concluído em 2018 e demonstrou que filhos de mães que trabalham fora se tornam adultos tão felizes quanto aqueles cujas mães se dedicaram somente à maternidade. O levantamento contou com a participação de 100 mil homens e mulheres de 29 países.

O estudo tem um outro resultado animador para as mães: ao se tornarem mulheres, as filhas meninas de mães que trabalham fora têm mais chances de conseguir cargos melhores e têm maior nível de escolaridade, porque frequentam a educação formal por mais tempo.

Quando comparadas com mulheres cujas mães ficam em casa, as mulheres criadas por mãe empregada têm 1,21 vezes mais probabilidades de conseguir emprego; 1,29 vezes mais propensas a supervisionar outras pessoas no trabalho, e gastam 44 minutos extras em seus trabalhos por semana.

Elas também ganham mais dinheiro. Entre as mulheres que responderam à pesquisa nos Estados Unidos em 2012, as filhas empregadas de mães que trabalham fora ganharam uma média de US$ 1.880 (R$ 7.500) mais por ano do que as filhas de mães que ficam em casa em período integral.

“Ainda existe a crença de que há prejuízo para os filhos quando suas mães trabalham fora. Por isso, descobrir que o emprego da mãe não afeta a felicidade das crianças na vida adulta é muito importante”, diz a professora Administração de Empresas Kathleen McGinn, de Harvard.

A influência sobre a carreira é sentida apenas pelas filhas adultas - e não filhos - de mães que possuem um emprego. A explicação da professora é que os homens tendem a ser empregados normalmente e, conforme mostram outras pesquisas, suas ocupações e ganhos têm mais a ver com o emprego de seus pais.

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Estudo publicado no Journal of American Heart Association, e citado pelo The Guardian, revela que as que pessoas que dormem cerca de 10 horas por dia têm mais 30% de probabilidade de morrer mais cedo do que aquelas que dormem oito horas.

Como se a probabilidade maior de morte não bastasse, quem permanecer na cama mais de 10 horas também está exposto a mais riscos: 56% de probabilidade de morrerem de acidente vascular cerebral e 49% o risco de morte por doença cardiovascular.

Em contraposição, "dormir pouco" ou "dormir mal" está, segundo o estudo, associado a um aumento de 44% de probabilidade de uma doença coronária. Ou seja, prejudica a performance dos vasos sanguíneos, que estão encarregues de transportar o sangue.

Os especialistas, das universidades de Keele, Leeds, Manchester e East Anglia, analisaram dados de 74 estudos, que envolvem mais de três milhões de pessoas. Tendo em conta os resultados, os investigadores alertam os médicos para terem mais atenção aos hábitos de sono dos pacientes.

O sono anormal é um marcador de risco cardiovascular elevado, por isso devem analisar-se com cuidado a duração e a qualidade do sono dos pacientes.", disse o líder da investigação, Chun Shing Kwok.

No estudo são ainda descrito os fatores que influenciam os hábitos de sono. Há influências culturais, sociais, psicológicas, comportamentais, fisiopatológicas e ambientais no nosso sono, como a necessidade de cuidar de crianças ou membros da família, padrões irregulares dos turnos de trabalho, doenças físicas ou mentais.

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Os laços afetivos entre humanos e pets é capaz de fazer pessoas dividirem seus quartos e até mesmo a cama com seus cachorros.

Segundo estudo da Canisius College, em Buffalo (EUA), esse "carinho" é benéfico para os cães e também para as mulheres que dormem com eles, ou seja, mulheres adultas que dividem a cama com cachorros têm sono melhor que aquelas que dormem com homens.Continue lendo...

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Pesquisadores da Universidade de Northeastern, nos EUA, entrevistaram 240 estudantes de graduação, entre 18 e 23 anos de idade, e entregaram a eles uma notícia falsa de jornal: um suposto relatório da polícia no qual a vítima fora atacada com um taco de beisebol e acabou inconsciente, com membros quebrados e outros múltiplos ferimentos.

Durante os testes, o que mudava na notícia era a identidade de vítima. Ao todo, foram quatro tipos: uma pessoa adulta, um bebê, um cachorro adulto e um filhotinho.

Para medir o grau de empatia dos participantes, os cientistas elaboraram uma série de perguntas e criaram uma escala de acordo com os resultados obtidos após as respostas. A hipótese deles era a de que a vulnerabilidade – medida pela idade – seria o principal fator de decisão, e não necessariamente a espécie.

No final, quem obteve o maior índice de empatia foram os recém-nascidos, seguido bem de perto por filhotes e cães adultos (nessa ordem). Já a pessoa mais velha ficou em último lugar.

Analisando os dados, eles observaram que a idade era um fator levado em conta quando o assunto era espécie humana, mas o mesmo não acontecia com os pets. Mais especificamente, se excluirmos os bebês da equação, os pesquisadores viram que, durante os testes, havia maior angústia dos participantes ao saber do abuso de animais do que com a agressão a um adulto.

A pesquisa indica que os resultados podem ajudar a reforçar a importância de diminuir a violência contra animais.

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Uma pesquisa produzida pelo jornal britânico Sporting Intelligence, analisou a remuneração de 465 times de 29 ligas, em 16 países e 9 modalidades diferentes e evidenciou que a disparidade está presente em todos os esportes.

No basquete, uma jogadora ganha até 96 vezes menos do que um jogador de mesmo nível técnico.

No futebol, a média salarial de um único jogador é maior do que a média de um time inteiro com vinte atletas de futebol feminino.

No handebol, o ganho médio das jogadoras na Europa não passa de 34 mil dólares, enquanto os homens possuem médias salariais que superam a casa dos milhões.

Mesmo em esportes como o tênis, em que o assunto é amplamente discutido há décadas, alguns torneios ainda apresentam grandes diferenças. Há campeonatos em que o valor da premiação para as mulheres chega a ser metade do que é entregue aos atletas masculinos.

Esta bola de basquete da Penalty que está na minha mão, está à venda à partir de hoje na Netshoes e 100% da renda será revertida para ONGs de empoderamento feminino.

Também fazem parte da campanha, bolas de futebol de campo, handebol e vôlei.

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A Pênalty doou a produção e a Netshoes doou a logística.

A campanha é da ESPN e tem todo o apoio do MUITOinteressante!

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Gravidez pode ser contagiosa, diz estudo

A pesquisa analisou 1720 grávidas e concluiu que quando uma mulher engravida, todas as suas amigas próximas possuem mais chances de engravidar também.

Os pesquisadores acreditam em dois motivos, na maioria das vezes inconscientes, para o "contágio":

1- Ter uma amiga grávida faz a mulher se sentir mais confortável para engravidar;

2- Quando duas amigas têm filhos em datas próximas, se ajudam no cuidado dos bebês e compartilham experiências.

O estudo foi publicado no periódico American Sociological Review.

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