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Segundo avaliação da Universidade de Sussex (Inglaterra) sobre o sistema educacional e a situação das professoras e professores em 35 países, no item 'respeito ao magistério', o Brasil ficou em último lugar com apenas um ponto de 100 possíveis. O levantamento foi feito com mil adultos, além de 5.500 professoras e professores em cada um dos 35 países avaliados.

Ranking de respeito às professoras e aos professores:

Mais respeito:

  • China - 100 pontos
  • Malásia - 93 pontos
  • Taiwan - 70 pontos
  • Rússia - 65 pontos
  • Indonésia 62 - pontos

Menos respeito:

  • Argentina - 24 pontos
  • Gana - 19 pontos
  • Itália - 14 pontos
  • Israel - 7 pontos
  • Brasil - 1 ponto

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Não importa que tipo de viagem faça, viajar é sempre muito bom, mas uma pesquisa mundial encomendada pela Booking.com que só de planejar uma viagem já traz felicidade instantânea.

O bem emocional que uma viagem proporciona permeia cada etapa da aventura, do planejamento até fazer as reservas e, de fato, sair de férias. E é a etapa do planejamento que traz a felicidade imediata, com quase três quartos das pessoas (72%) dizendo que sentem prazer em simplesmente pesquisar para onde ir nas férias. Mais da metade (56%) concorda que o pico da felicidade é no momento de reservar as férias, reforçando a importância da confirmação na hora ao escolher um lugar ideal para ficar.

A pesquisa, que ouviu 17.000 pessoas de 17 países, revelou que, para a maioria, as experiências de viagem proporcionam uma felicidade mais duradoura do que bens materiais (70%). O que explica o motivo pelo qual a maior parte das pessoas (56%) prioriza viagens de férias a bens como roupas, joias e eletrônicos, enquanto quase metade (48%) acha que viajar é mais importante do que reformas e melhorias na casa.

s dados desta nova pesquisa da Booking.com destacam que há uma relação significativa entre se divertir durante a experiência de fazer reservas e a felicidade da viagem em si – o que significa que um dos melhores indicadores de uma viagem feliz é se divertir ao fazer as reservas. Uma viagem bem planejada e com reservas confirmadas na hora e com facilidade podem aumentar consideravelmente sua felicidade, não importa o tipo de acomodação ou tipo de viagem que você busca.

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A conclusão é de uma pesquisa comandada pela professora de marketing da Universidade da Pensilvânia, Marissa Sharif.

De acordo com a pesquisadora, prever reservas de tempo para emergências durante o processo de criar metas, pode nos ajudar a ter motivação para chegar até o fim dos projetos.

Significa que uma flexibilidade estruturada, incluindo dias de escapada sem culpa, podem nos ajudar a manter o foco nos objetivos.

Via BBC Capital.

Geral
Tempo gasto em celular pelos adolescentes vira preocupação dos pais

Pesquisa realizada nos EUA apontou que 54% dos adolescentes entrevistados acham que passam muito tempo com o celular. Realizado pelo centro de pesquisas Pew Research Center, o levantamento entrevistou 743 meninos e meninas de 13 a 17 anos e 1.058 pais de diversas regiões dos EUA.

Cerca de 44% dos jovens ouvidos (44%) olha o telefone assim que acorda para checar o recebimento de novas mensagens. Outros 28% agem assim de vez em quando. O tempo navegando em redes sociais foi objeto de preocupação de 41% dos adolescentes consultados.

No caso de videogames, o percentual caiu para 26%. Do total, 58% sentem que devem responder a uma mensagem. 56% dos entrevistados relacionaram a falta de um telefone móvel a sentimentos negativos, como solidão, ansiedade ou raiva. Os índices são maiores no caso de meninas.

“Há diferenças na percepção do tempo online entre os gêneros. Meninas são mais propensas a gastar mais tempo em redes sociais (47% a 35%). Em contraste, garotos são quatro vezes mais prováveis de passar muito tempo jogando videogames (41% a 11%)”, analisaram os autores.

Embora a avaliação sobre os hábitos varie por dispositivo, muitos jovens adotam medidas para reduzir a presença da tecnologia em suas vidas. Iniciativas de redução da intensidade do uso foram relatadas por 58% no caso de videogames, 57% para as mídias sociais e 52% para celulares.

Pais e mães foram ouvidos sobre o comportamento dos filhos em relação à tecnologia. A avaliação sobre os próprios hábitos de uso foi menor tanto no uso de celulares (36%) quanto de redes sociais (23%). Pais também acessam menos o celular assim que acordam (20%).

65% dos pais mostraram preocupação com o tempo gasto pelos adolescentes com dispositivos digitais. 72% relataram que os filhos se distraem em uma conversa presencial por estarem de olho no celular. Assim, 57% dos pais limitam o tempo que seus filhos podem usar esses dispositivos.

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Pesquisa da Universidade Pepperdine, nos Estados Unidos, mostra que pessoas que são capazes de admitir que seus conhecimentos e opiniões podem estar errados são, na verdade, mais bem informados do que quem acha que já sabe de tudo.

A pesquisa feita com 1.200 participantes analisou o conceito de humildade intelectual e seu oposto, o excesso de confiança intelectual (ter certeza de que você está certo sempre). Ter confiança é importante, mas o exagero pode ser um problema.

"Aqueles que acreditam que o conhecimento é certo são suscetíveis de tirar conclusões definitivas incorretamente de evidências ambíguas" diz o estudo, liderado psicóloga Elizabeth J. Krumrei-Mancuso e publicado no The Journal of Positive Psychology. "Ou seja, os indivíduos tendem a distorcer as informações para se ajustarem às suas crenças epistemológicas, o que pode afetar sua interpretação e aquisição de conhecimento."

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Já dizia o ditado popular: "Fazer o bem sem olhar a quem!" e agora comprovado que fazer o bem para outras pessoas faz bem para a saúde, ainda mais se for uma pessoa próxima, segundo estudo da Universidade de Pittsburgh.

Fornecer apoio social a pessoas em necessidade ativa regiões do cérebro ligadas ao cuidado parental (o que está associado a efeitos positivos para a saúde).

Se estiver preocupado com sua saúde, o estudo publicado no jornal científico 'Psychosomatic Medicine: Journal of Biobehavioral Medicine', mostrou que é mais benéfico ajudar algum conhecido do que uma instituição de caridade.

Para chegar à conclusão, o estudo foi dividido em duas etapas. Na primeira, 45 voluntários precisavam escolher entre auxiliar uma pessoa próxima que necessitava de dinheiro, fazer doações para a caridade ou realizar ações em benefício próprio. Os participantes se sentiram mais conectados socialmente e consideraram que o apoio era mais eficaz quando destinado a um conhecido.

Em seguida, os participantes passaram por uma avaliação emocional (com uso de ressonância magnética funcional) para avaliar a ativação de áreas específicas do cérebro ao fornecer apoio social. Independentemente de quem ajudaram, as atitudes positivas foram relacionadas ao aumento da ativação do estriado ventral e da área septal, regiões anteriormente ligadas a comportamentos de cuidado parental em animais.

No entanto, a área septal ficou mais ativa quando as pessoas forneciam o apoio direcionado a alguém, resultando em uma redução na atividade da amígdala, que tem relação com o sentimento de medo e estresse.

Na segunda parte do experimento, 382 participantes forneceram informações sobre o seu comportamento em relação às atitudes de apoio, sendo submetidos a uma tarefa diferente de avaliação emocional com varredura funcional por ressonância magnética.

Mais uma vez, aqueles que relataram dar apoio mais direcionado aos outros também apresentaram uma redução na atividade na amígdala. Em ambos os casos, dar suporte não direcionado (como doação para caridade) não se relacionou à redução das atividades da amígdala. "Os seres humanos aproveitam as conexões sociais e se beneficiam quando agem a serviço do bem-estar dos outros", segundo os autores Tristen Inagak e Lauren Ross, da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos.

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Para chegar à conclusão, foram analisados dados e informações de 2.200 estudantes de 26 países diferentes. 90% eram alunos de doutorado e os outros 10% de mestrado.

Na média geral da população, 6% das pessoas apresentam sinais graves ou moderados de ansiedade e depressão. Entre esses estudantes, 41% se mostram grave ou moderadamente ansiosos e 39%, grave ou moderadamente depressivos.

O estudo foi feito por pesquisadores da Universidade do Texas e publicado revista científica Nature Biotechnology.

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A última temporada de Game of Thrones chegou e depois de muitas mortes e saudade de personagens icônicos, a HBO divulgou uma pesquisa feita com a audiência da América Latina, onde perguntaram quem eles gostariam que Melisandre, a sacerdotisa vermelha, trouxesse de volta à vida na série.

Ned Stark, que teve a primeira e mais chocante morte de todas na primeira temporada, foi disparado o primeiro lugar na escolha dos fãs.

Confira a lista com sete personagens mais votados para voltar que já morreram na série:

7) Joffrey Baratheon - 3% dos votos (Talvez seja só para ele ver morrer de novo)

6) Oleanna Tyrell - 5% dos votos

5) Robb Stark, o grande rei do norte - 6% dos votos

4) Catelyn Stark - 7% dos votos

3) Hodor - 9% dos votos

2) Khal Drogo - 19% dos votos

1) Ned Stark - 37% dos votos