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Alisson Alves

Alisson Alves

Não, mas mesmo assim eles precisam de água no seu organismo tanto quanto qualquer outro ser vivo. A sede nada mais é do que o corpo falando que precisa repor a água que gastamos. Os peixes não têm essa sensação porque vivem bebendo água, estão mergulhados nela! (you don't say?)

Mas existe uma diferença entre os peixes de água doce e dos de água salgada: os de água salgada bebem mais. Isso porque os de água doce mantém o equilíbrio da água do corpo com seu ambiente facilmente. Porém, o sal absorve água. Nessa, os peixes de água salgada acabam perdendo mais água do seu próprio corpo para seu ambiente. Daí precisam ingerir maior quantidade do que seus primos que não moram no mar.


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Acabou o peixe nos mares da Europa: abastecimento até o fim de 2018 será suprido com importações

Desde 9 de julho, “a Europa depende do pescado importado” para suprir a demanda de peixe do continente, de acordo com estudo realizado pela New Economics Foundation (NEF). A WWF Portugal alerta para “o estado dramático dos nossos oceanos”: um terço do peixe e marisco em nível mundial estão sobre-explorados. A Comissão Europeia indica que 41% das populações de pescado avaliadas no Atlântico são alvo de sobrepesca. Em Portugal, a demanda ultrapassou a oferta já em 5 de maio.

A antecipação tem uma razão clara: Portugal é o maior consumidor europeu de peixe. Cada português come em média 55,3 kg de pescado por ano, seguido de Espanha (46,2 kg), Lituânia (44,7 kg), França (34,4 kg) e Suécia (33,2 kg). Somente esses cinco países respondem por 33% do consumo europeu. Cada europeu consome 22,7 kg de pescado por ano e só Croácia, Holanda e Irlanda se mostram autônomos. Muitas espécies sofrem sobrepesca, diz a WWF.

Ângela Morgado, diretora-executiva da organização ambientalista em Portugal lembra que “mais de 800 milhões de pessoas em todo o mundo encontram uma fonte de alimento, de rendimento e de subsistência na pesca e na aquicultura”. Mas já não há peixe para tanta boca. O consumo de pescado na Europa cresceu 3,2%, o dobro do crescimento populacional. Metade do peixe consumido no Velho Continente vem de países em desenvolvimento.

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