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Pedro César

Pedro César

O mais pacífico é a Islândia, devido ao baixo nível de homicídios, pequena população penitenciaria, estabilidade política, um sistema desenvolvido de educação e saúde. Foi também um dos primeiros países a legalizar o casamento gay.

A conclusão é do Instituto para Economia e Paz, que avaliou 162 países e levou em conta conflitos internos e internacionais e o nível de militarização.

Veja a lista com os 20 países mais pacíficos do mundo:

1° - Islândia
2° - Dinamarca
3° - Nova Zelândia
4° - Áustria
5° - Suíça
6° - Japão
7° - Finlândia
8° - Canadá
9° - Suécia
10° - Bélgica
11º - Noruega
12º - Irlanda
13º - Eslovênia
14º - República Checa
15º - Alemanha
16º - Austrália
17º - Cingapura
18º - Portugal
19º - Qatar
20º - Butão
...
81º - Brasil

Você pode ver a lista e o estudo completos clicando aqui.
Espero que ninguém comente que até o butão está mais em paz que o Brasil.

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Você sabe como surgiu o símbolo da paz?

Na sexta-feira santa de 1958, um símbolo diferente surgiu nos protestos contra as armas nucleares na Inglaterra. Depois de EUA e URSS, a ilha da rainha se tornava o terceiro país no mundo a ter o artefato nuclear, há exatos 60 anos.

Gerald Holtom, um designer e pacifista, resolveu se engajar na campanha e criou um desenho para a marcha da sexta-feira santa em Londres algumas semanas antes do protesto. Para ele, um símbolo traria força aos protestos.

Holtom estava certo: o símbolo foi adotado pela Campanha Nacional do Desarmamento e acabaria se tornando um dos desenhos mais famosos da história. Para o crítico cultural Stephen Bayley, “é uma peça minimalista, mas inspiradora e é a marca de uma era - o fim dos anos 1960”.

O design representa as letras "N" e "D" - que significa "desarmamento nuclear" - como aparecem no alfabeto semáforo, que é usado pelos marinheiros para se comunicar à distância com bandeiras.

Ainda que o desenho de Holtom seja visto como algo otimista, há outro significado nada esperançoso. Os traços poderiam ser vistos como uma pessoa com os braços para baixo em sinal de agonia. Holtom ainda revelou que sua inspiração foi o quadro “Três de Maio de 1808” de Goya.

Holtom não registrou os direitos da imagem do desenho. Assim, ele foi adotado pelo movimentos de contracultura dos anos 1960 nos EUA, por quem lutava pelo fim do apartheid na África do Sul e se tornou símbolo dos direitos civis, contra a opressão e tirania mundo afora.

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