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Anônimo

Anônimo

A palavra. Ela deriva do latim currere que significa o mesmo que o verbo correr: deslocar-se rapidamente. Os mensageiros eram chamados de "correios" e a empresa brasileira adotou o nome. Logo, é como se a empresa chamasse "Carteiros".

A propósito, esse serviço existe desde 2.400 a.C., sendo usado já pelos faraós no Egito antigo. No Brasil, a empresa Correios foi fundada em 25 de janeiro de 1663 e é constitucionalmente a responsável exclusiva de entregas de correspondências no Brasil.  O curioso também é que os termos relacionados ao serviço, embora parecidos, têm origens diferentes. Veja:

Correspondência: do latim correspondere, que é a junção de duas outras palavras: com (junto) e respondere (responder).

Carta: do latim charta, que significa "folha de papel".

Latim, seu lindo.

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Jeffe Soares

Jeffe Soares

É um insulto nórdico: pionaliopecaedriajerkdivhdjaldkrjanekdociddonamzzaripdeecedeo-
geidofnsyejitecoalemmetpoadeclapenneaemahsjvukdubvgofn-
docvirorivobnidpodovusodurnrhyvudoenbhsfciofnpemerohivokri
, com 173 letras. Este palavrão é um xingamento sobre um homem branco ex-escravo porém escravocrata.

No entanto, muitos citam como maior a palavra λοπαδο­τεμαχο­σελαχο­γαλεο­κρανιο­λειψανο­δριμ­υπο­τριμματο­σιλφιο­καραβο­μελιτο­κατακεχυ­μενο­κιχλ­επι­κοσσυφο­φαττο­περιστερ­αλεκτρυον­οπτο­κεφαλλιο­κιγκλο­πελειο­λαγῳο­σιραιο­βαφη­τραγανο­πτερύγων que tem 170 letras no alfabeto grego, e ao ser transliterada, passa a ter 182 letras: Lopadotemakhoselakhogaleokranioleipsanodrimypotrimmatos-
ilphiokarabomelitokatakekhymenokikhlepikossyphophattoperis-
teralektryonoptekephalliokinklopeleiolagōiosiraiobaphētraganopterygṓn
.


Acontece que esta palavra se refere a um prato culinário fictício mencionado na comédia As Mulheres na Assembleia, de Aristófanes, então não vale.

A maior palavra da língua portuguesa registrada em dicionário é pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico, com 46 letras. O primeiro registro oficial aconteceu em 2001, no Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa a descreve o indivíduo que possui doença pulmonar causada pela inspiração de cinzas vulcânicas. O nome científico dessa doença é silicose. Bem mais fácil, né?

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Anônimo

Anônimo

É a abreviação to termo em latim et cetera, que significa "e outras coisas"/"e o restante". 

Este termo não foi traduzido, mantendo sua fonética muito próxima à original. Ou seja, quem disse/achou que não falava nada em latim, se enganou.

Em tempo: Se tratando de uma abreviatura, o ponto no final sempre é necessário.
Em tempo 2: O termo et  significa "e", logo, dizer "e etc" é uma redundância.

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Lucas Eduardo

Lucas Eduardo

É o OK, que significa "tudo certo" em inglês e é usada praticamente no mundo todo com o mesmo significado. A palavra também é considerada a mais digitada de todos os tempos.

De acordo com o livro "OK - The Improbable Story of America's Greatest Word" do linguista estadunidense Allan Metcalf (sem previsão de lançamento no Brasil), o termo surgiu em 1839, criado por um jornal de Boston que tinha o costume de fazer brincadeiras e trocadilhos com siglas em suas publicações. Além do OK, que trocava as primeiras letras do “all correct” (tudo certo), de acordo com o som delas na palavra, o jornal lançou também R.T.B.S. (remains to be seen - Ainda precisa ser visto), que não fez tanto sucesso. 

No entanto existem dezenas de outras versões, que diferentes dessa, não possuem comprovações e, segundo o autor do livro, não passam de boatos para tentar tornar uma história simples mais interessante. 

Veja as 5 versões falsas mais famosas citadas no livro pelo linguista:

0 - Killed: Provavelmente a mais conhecida versão falsa para a origem do OK, reza que um cartaz usado por batalhões durante a Guerra Civil dos EUA indicava o número de mortos usando algarismo e a palavra "killed". Quando ninguém morria, o cartaz mostrava 0 - Killed, formando o OK. 

Exército Revolucionário: As letras O e K seriam usadas como senha em comunicado do Exército Revolucionário dos EUA desde 1780. No entanto, ali as letras não apareciam formando uma única palavra.

Presidente Analfabeto: Citada no livro como a primeira versão falsa para a origem do OK, esta dizia que em 1840 o então presidente dos EUA Andrew Jackson havia usado as iniciais O.K. por achar que "all correct" seria grafado "ole kurrek".

Biscoito de Guerra: O fabricante do biscoito servido aos soldados da União durante a Guerra Civil dos EUA, O. Kendall & Sons supostamente usava as iniciais O.K. O termo teria sido associado a aprovação da qualidade dos biscoitos.

Maçãs Aprovadas: As letras O e K teriam sido usadas para marcar as maçãs cultivadas na cidade de Kinderhook. Por conta da qualidade, a palavra teria sido associada à ideia de aprovação.