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Sim, é verdade. Em um artigo publicado hoje, 14/05/13, no The New York Times, ela declarou que, de fevereiro a abril deste ano, fez vários procedimentos para remover seus seios, uma dupla mastectomia. Não, Angelina não tinha câncer, mas as chances de ter eram grandes.

Graças a um teste genético, ela descobriu que carrega o gene defeituoso BRCA1, que aumenta drasticamente o risco de contrair câncer de mama e de ovário. No artigo, Angelina diz que suas chances eram de 87% para câncer de mama e 50% para câncer de ovário.

Ela optou pela remoção preventiva das mamas, e após um processo doloroso, suas chances de desenvolver câncer de mama caíram para 5%.

Ao ver a mãe lutar por 10 anos contra o câncer e morrer aos 56 anos, Angelina decidiu tornar sua história de conhecimento público para alertar outras mulheres sobre o assunto.

O câncer de mama mata quase 460 mil pessoas por ano, de acordo com a Organização Mundial de Saúde. A doença atinge principalmente mulheres, mas os homens não são imunes.

No lugar de Angelina, vc faria o mesmo?


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Atualmente o termo correto é homossexualidade. De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), ela não é uma doença, portanto, não há o que curar. No Brasil, desde que os conselhos de psicologia retiraram a homossexualidade da lista de distúrbios psicológicos, é proibida qualquer iniciativa de reversão da homossexualidade e os profissionais envolvidos nestes tipos de "tratamento" estão sujeitos a processo nos seus respectivos conselhos regionais de psicologia, correndo o risco de perderem o direito de trabalhar na área.