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A equipe de médicos da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia) realizaram uma pesquisa com 400 pacientes para avaliar seus comportamentos na época de Natal.

O resultado foi que apenas 8% dos pesquisados disseram conseguir manter a dieta durante as comemorações natalinas.

37% assumiram que saem completamente da dieta e 55% revelaram que se permitem sair da rotina, mas sempre buscando o equilíbrio entre os alimentos consumidos.

Outro dado interessante da pesquisa é que para 51% dos entrevistados, a ceia é um momento de paz, calmaria e reflexão, já para 49% é tiro porrada e bomba, com muito falatório.

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Matheus Trajano de Gouveia

Matheus Trajano de Gouveia

Nem de perto. Ao contrário do que os chefes e os professores costumam argumentar, o Brasil é um dos países que têm menor número de feriados. Dos 52 países listados, 43 ficam acima de nós.  Segue a lista dos nossos feriados nacionais oficiais:

1º de janeiro (Confraternização Universal)

29 de março (Paixão de Cristo)

21 de abril (Tiradentes)

1º de maio (Dia Mundial do Trabalho)

7 de setembro (Independência do Brasil)

12 de outubro (Nossa Senhora Aparecida)

2 de novembro (Finados)

15 de novembro (Proclamação da República)

25 de dezembro (Natal)

Desconsiderando os pontos facultativos (Carnaval é facultativo), emendas, feriados dominicais e regionais, esta é a lista:

#partiuChina

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“Então é Natal, e o que você fez?”, canta a cantora Simone em seu álbum totalmente dedicado ao Natal tocado na íntegra mais de 12 vezes ao longo da ceia...

As tradicionais músicas de Natal podem ter um efeito bastante negativo sobre as pessoas. O problema, é claro, não são as músicas em si. A repetição excessiva das mesmas músicas, porém, pode levar a fadiga cognitiva e stress.

Victoria Williamson, da Universidade de Londres, conduziu uma pesquisa que descobriu que o apreço pelas músicas natalinas cresce no início da época. À medida que as pessoas continuam ouvindo as mesmas músicas, o prazer em ouvir vai caindo, causando stress.

“Qualquer pessoa que já tenha trabalhado em uma loja durante o período do Natal vai saber do que estou falando”, diz Williamson.

Williamsom explica que o impacto das músicas natalinas depende do estado mental anterior à música. Ela explica que muitas pessoas encaram problemas nessa época, o que já diminui a predisposição a gostar dessas canções.

A falta de dinheiro para comprar um presente para um familiar querido ou a pressão de viajar ou fazer algo de proveitoso acabam por criar uma pressão. A combinação das músicas às preocupações acaba por aumentar a fadiga mental.

Uma pesquisa da Consumer Reports, publicação de varejo americana, descobriu que 23% dos americanos via nas músicas natalinas o pior lado da data. Outro estudo, realizada no Canadá por uma empresa de pesquisas, viu que 36% dos entrevistados admitiam deixar uma loja antes do que precisavam por conta da trilha natalina.

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