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Quem acha que é a Faroeste Caboclo, com seus mais de nove minutos, está enganado. Ela é fichinha comparada à As Slow As Possible (O Mais Lento Possível) que, como o nome já indica, é a música mais demorada da história.

Composta por John Cage em 1987, ela não deveria passar de 20 a 70 minutos. SÓ QUE o compositor nunca especificou o tempo das notas. Daí um grupo de filósofos e músicos decidiu reduzir o ritmo de tal forma que a música levasse 639 anos para finalizar. Sim, apenas 639 anos. E já começou! Eles começaram a tocar a As Slow As Possible em 05 de setembro de 2001, numa igreja em Halberstadt, Alemanha, com término previsto para 2640. Para você ter uma noção, só a primeira nota levou 11 meses para mudar (logo, não é lá uma música muuuito animada). O órgão a que executa tem um sistema de ventilação mecânica que só exige a presença humana durante as alterações de notas. 

Portanto, pode acabar de ler as curiosidades tranquilamente - ela estará tocando quando você chegar lá. Mas, se você for muito ansioso, veja o vídeo de uma das alterações de nota:

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Foi Bertha Celeste Homem de Mello.

Tudo aconteceu num concurso da Rádio Tupi, em 1942, que reuniu imortais da Academia Brasileira de Letras para escolher e oficializar a versão brasileira da já popular "Happy Birthdate to You". Das mais de 5 mil cartas recebidas, a vencedora foi a quarentona Bertha Celeste, filha única de fazendeiros, formada em Farmácia e mãe de uma filha. Até sua morte, em 1999, aos 97 anos, dona Bertha corrigia ferozmente quem cantasse errado sua versão, que é a seguinte: "Parabéns a você (não pra você) / Nesta data querida / Muita felicidade (no singular mesmo) / Muitos anos de vida."

Plus: a música original foi composta pelas professoras e irmãs estadunidenses Mildred e Patricia Smith Hill em 1875 e se chamava “Good Morning to All”. Em 1924, o escritor americano Robert Coleman valeu-se da melodia e publicou a "Happy Birthdate to You" em um livro. A família das professoras entrou com um processo, ganhou e até hoje recebe os royalties cada vez que alguém toca a música. Sim, é preciso pagar. Melhor cantar baixo na próxima festa.

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Gabriel Vilacorta

Gabriel Vilacorta

Alguns garantem que sim, já outros, inclusive os integrantes do Pink Floyd, afirmam que é besteira.

Há anos esse "fenômeno" tem despertado a curiosidade do público e gerado muitas teorias conspiratórias por aí. Real ou imaginário, essa história ainda faz a cabeça de muita gente explodir e é no mínimo impressionante.

Pra quem ainda não conhece, a tal teoria diz que há uma sincronia entre o filme O Mágico de Oz, filmado em 1939 e o segundo álbum mais vendido de todos os tempos, The Dark Side Of The Moon, do Pink Floyd, lançado em 1973.

Essa suposta "sincronia" ficou popularmente conhecida como "The Dark Side Of The Rainbow", uma mistura com o título do álbum e a famosa canção Over the Rainbow, a principal do filme.

A coisa toda consiste no fato de que há diversos momentos em que uma obra corresponde a outra, seja por parte das letras das músicas ou pela sincronia audiovisual.

Os membros do Pink Floyd, sempre que questionados, insistem em dizer que o fenômeno é pura coincidência.

Durante uma entrevista, o guitarrista e vocalista David Gilmour negou que o disco foi escrito intencionalmente para ser sincronizado com o filme. Segundo ele, “algum cara com muito tempo livre teve essa ideia de combinar as duas obras“.

A origem da teoria é misteriosa. Ela começou a ser espalhada por volta de 1994, através de fóruns na internet, mas ganhou mais destaque alguns anos depois, com a publicação de um artigo na versão impressa do The Fort Wayne Journal Gazette. Depois disso, vários fãs começaram a descrever em seus sites e blogs suas experiências e catalogando os tais momentos de sincronia.

O efeito ficou mais famoso ainda em 1997, quando o DJ George Taylor Morris discutiu o fenômeno ao vivo em seu programa na Deep Tracks, uma das rádios mais populares em Boston. Isso fez com que a teoria ficasse ainda mais difundida e se tornasse assunto de programas de tv.

Em julho do ano 2000, o canal a cabo TCN até exibiu o Mágico de Oz com a faixa de áudio opcional de The Dark Side of the Moon.

E pra você que ficou curioso e quer explorar o fenômeno de The Dark Side of the Rainbow, há duas opções:

1ª Opção: Consiga uma cópia original do álbum (ou o relançamento de 1994) e obviamente uma do filme Mágico de Oz (lembrando que em algumas versões do filme o leão é colorido, sendo que o leão em preto e branco é o correto para a sincronia). O filme deve ser iniciado e deixado no mudo e você só deve dar o play no disco quando o leão da MGM der seu TERCEIRO rugido. Deixe a música em loop, durante o filme.

2ª Opção: Pegue um balde bem grande de pipoca e assista ao vídeo abaixo.

Os fãs já conseguiram compilar mais de 100(CEM!) momentos de conexão entre o filme e o disco, incluindo algumas que são obtidas quando o disco é repetido para se encaixar com o excedente do filme. E pra facilitar a vida dos curiosos, nós selecionamos alguns destes momentos e o tempo em que eles aparecem no vídeo.
- 04m03s: O verso "balanced on the biggest wave" é cantado justamente quando Dorothy está se equilibrando na cerca e a música "On The Run", com seu início tenso, começa EXATAMENTE quando Dorothy cai.

- 07m50s: A cena de Dorothy cantando "Over The Rainbow" é cortada justamente no momento em que se inicia a música "Time", e que coincide com a chegada da bruxa. Os repiques e sinos na música além de mudar totalmente o clima da cena faz parecer que o som vem da bicicleta da velha avarenta.


- 15m50s: Quando o tornado se inicia, o disco toca "The Great Gig In The Sky" (O Grande Espetáculo No Céu), e a bateria começa justamente quando o vento começa a ferrar com tudo.

- 19m30s: Dorothy abre uma porta e o filme fica colorido exatamente no começo de “Money”. Referência aos tijolos amarelos e sua relação com ouro/riqueza? Com o altíssimo custo do filme pra época? Seria então a porta no filme o que é o prisma na capa do álbum? Ninguém pode confirmar, mas que é de explodir a cabeça é.

- 29m10s: A bruxa má (vestida de preto) aparece justamente quando as palavras "black, black..." são cantadas. E logo após surge Dorothy (vestida de azul) na cena, instantes depois da música tocar "blue, blue...". Na mesma cena, a canção segue com o verso "and who knows which is which and who is who?" ("e quem sabe qual é qual, e quem é quem?"), que toca justamente quando a bruxa do bem explica que há duas bruxas, a do leste e a do oeste.

- 37m22s: A música “Brain Damage” (dano cerebral) se inicia durante a dança do espantalho (que diz não ter cérebro!), enquanto um dos versos diz "the lunatic is on the grass" (“o lunático está no gramado”, ou então o lunático está “chapado”).

- 42m30s: A batida do coração começa a tocar no mesmo momento em que Dorothy, acompanhada do espantalho, bate no peito do homem de lata (que afirma não possuir um: coração!).

Algumas outras evidências (ou seriam coincidências?):

- O título "The Dark Side Of The Moon", entre inúmeras interpretações, traz principalmente a ideia de se descobrir um lado ainda não explorado (o lado escuro da Lua), que é justamente a ideia que o filme Mágico de Oz passa. Nele, a mensagem que recebemos é a de que seus personagens já possuíam dentro de si tudo aquilo que buscavam, apenas não os haviam descoberto. Seja o coração do Homem de Lata, a inteligência do Espantalho ou a coragem do Leão. Cada um deles tinham seus respectivos "lados escuros da lua".

- Há um prisma na capa do disco, na qual a luz branca bate e dele sai colorida. Na contracapa acontece o contrário, a luz entra colorida e sai branca. O que é exatamente o que acontece em Mágico de Oz, pois o filme se inicia preto e branco, torna-se colorido, e volta para o preto e branco no final.

- Dizem que na capa do disco "Pulse" (que possui uma performance inteira ao vivo de The Dark Side of The Moon), você pode encontrar alguns personagens do filme.

(Clique na imagem para ver os supostos personagens que conseguimos identificar)

E você, acha que essa teoria faz sentido? O Pink Floyd realmente produziu o álbum todo pensando em Mágico de Oz, ou tudo não passa de uma grande coincidência?

Responda nos comentários: quantos gifs ocultos você encontrou neste post?

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Há um boato de que o ato de ouvir música CLÁSSICA deixaria o indivíduo mais inteligente, no entanto não há base científica que comprove essa hipótese. E tem mais, de acordo com o pesquisador Frances Rauscher, assim como a música clássica não deixa ninguém mais inteligente, ouvir outros estilos musicais também não diminui em nada o QI de uma pessoa, já que não há relação direta de uma coisa com outra. Ou seja, se você ouve rock, MPB, sertanejo ou funk, você não ficará mais inteligente (e nem mais burro) do que ninguém por conta do seu estilo musical preferido.