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Um estudo do Science Museum, de Londres, mostrou que isso depende do sexo das pessoas.

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Seguem abaixo duas listas: uma com as 10 mentiras mais contadas pelos homens e outra com as 10 mais contadas pelas mulheres:


MENTIROSOS

1. Não bebi muito;
2. Está tudo bem;
3. Não tinha sinal no celular;
4. Não foi tão caro;
5. Estou chegando;
6. Estou preso no trânsito;
7. Não, você não fica gorda nessa roupa;
8. Desculpe, não ouvi o telefone tocar;
9. Você emagreceu; e
10. É o presente que eu sempre quis.


MENTIROSAS


1. Está tudo bem;
2. Não sei onde está, eu não mexi;
3. Não foi tão caro;
4. Eu não bebi muito;
5. Estou com dor de cabeça;
6. Estava na liquidação;
7. Estou chegando;
8. Já tenho essa roupa há um tempão;
9. Não, eu não joguei fora; e
10. É o presente que eu sempre quis.

O estudo indicou que cada homem britânico mente em média três vezes por dia, o que equivale a 1.092 mentiras por ano, enquanto as mulheres mentiriam em média duas vezes por dia - 728 vezes por ano.

O estudo também mostrou que os homens se sentem menos culpados por contar uma mentira, esses safados.

*Atualizada em 04/02/2013

Se vc encontrou o gif oculto, não conte a ninguém, apenas diga uma frase do personagem nos comentários do post.


Instagram

Você acha que a vida de todo mundo é a maravilha do que é publicado nas redes sociais? Que os influenciadores digitais não passam por perrengues diários? Que seus amigos estão realmente sempre sorrindo como se não houvesse um boleto para ser pago? Uma pesquisa da Kaspersky Lab mostrou que uma em cada dez pessoas distorce a realidade nas redes sociais para se sentir melhor.

O estudo revela que, para obter curtidas, uma em cada dez pessoas finge estar em algum lugar ou fazendo algo que talvez não seja exatamente verdade. Isso significa que uma parcela significativa dos usuários mente nas redes sociais para ganhar mais curtidas em suas publicações. Aquela postagem em que sua amiga diz estar em alguma festa da alta sociedade pode, na verdade, ser uma imagem buscada na internet ou mesmo a foto de uma festa qualquer que ela não estava.

Não receber likes suficientes por uma publicação também afeta homens e mulheres. Entre os homens, 24% temem que, se poucas pessoas curtirem suas postagens, os amigos acharão que eles não são populares, enquanto 17% das mulheres pensam o mesmo.

Homens são mais "saidinhos" nas redes sociais: cerca 9% dos entrevistados publicaria fotos sem roupas, enquanto somente 5% das mulheres entrevistadas considerariam essa possibilidade.

Homens são mais fofoqueiros! Dos homens, 14% disseram que revelariam um segredo sobre um colega de trabalho (contra 7% das mulheres), e 13% estariam dispostos a revelar informações confidenciais de seu chefe nas redes. Para piorar, 12% dos homens mostrariam algo vergonhoso sobre um amigo, contra apenas 6% das mulheres que tomariam a mesma atitude. Gente!

Fonte

Instagram

Pesquisadores da Universidade College London, na Inglaterra, descobriram que o ato de contar mentiras, mesmo aquelas que parecem ser inofensivas e pequenas, acostuma o cérebro às emoções negativas associadas e, com o tempo, pode encorajar as pessoas a contar mentiras mais cabeludas.

Tali Sharot, coautora do estudo, e seus colegas se questionaram se o cérebro se acostuma com as mentiras, da mesma forma que acontece com o horror gerado por uma imagem violenta se ela for vista várias vezes. Normalmente, as pessoas se sentem culpadas por mentir, mas o sentimento desaparece com a prática.

O estudo foi feito com 80 voluntários que participaram de um experimento que os encorajava a mentir, enquanto a atividade cerebral era monitorada. Cada pessoa recebia um jarro com diferentes quantidades de moedas, e deveria enviar uma estimativa do valor no pote a um parceiro em outra sala, que via apenas uma imagem borrada do jarro e precisava acertar a quantia com base nas estimativas que recebia.

No primeiro cenário, foi dito aos participantes que quanto mais correta fosse a estimativa, melhor seria para o voluntário e o parceiro na outra sala. Dessa forma, seria benéfico para ambos enviar uma estimativa verdadeira. Mas em outros cenários, respostas erradas beneficiavam os voluntários em detrimento dos parceiros, e quanto maior fosse o erro, maior seria a recompensa.

Os pesquisadores perceberam que as pessoas começaram a fornecer estimativas com um pequeno erro, e o ato de contar essas mentiras provocavam uma forte atividade na amígdala cerebelosa, região do cérebro associada com a emoção. Mas com o tempo, a margem de erro na estimativa aumentava, enquanto a resposta da amígdala diminuía.

A correspondência entre a mentira e os efeitos na amígdala era tão forte que os pesquisadores puderam usar os resultados do monitoramento cerebral para prever qual seria o tamanho da próxima mentira. Para Neil Garret, coautor do estudo, ficou claro que “atos repetidos de desonestidade refletem numa redução da resposta emocional para esses atos”.

— Isso está de acordo com a nossa sugestão de que a amígdala sinaliza aversão a atos que consideramos errados ou imorais — disse Garret. — Nós testamos apenas a desonestidade nesse experimento, mas o mesmo princípio talvez seja aplicável ao escalonamento de outras ações, como comportamento de risco e violência.

Fonte

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Luiz Henrique

Luiz Henrique

Ao que tudo indica, sim. Chorem ateus.

Foram encontrados vestígios de uma embarcação com as mesmas proporções (515 pés ou 157 metros) e no mesmo lugar descrito pela Bíblia - no monte Ararat, na Turquia (Gênesis, 8:4 - "E a arca repousou no sétimo mês, no dia dezessete do mês, sobre os montes de Ararate"). 

Os vestígios de madeira datam de 4.800 anos atrás, data que é plausível com o relato do dilúvio descrito no livro sagrado do cristianismo. Há também sinais de que a embarcação continha diversos compartimentos (para os animais?) e ligas metálicas feitas pelo homem. Pedras enormes com alças esculpidas, que funcionariam como âncoras, foram encontradas pelas redondezas e investigações mais a fundo com tecnologia de escaneamento por radar revelaram um padrão de vigas, quilhas, câmaras, sistema de rampa e ventilação.

Mas a história fica ainda mais curiosa:

Foram também encontrados nos arredores vestígios de cerâmicas com ilustrações de animais, um homem segurando um martelo e um homem soltando pássaros. Em algumas, foi identificado inclusive o nome de Noé. Não seria necessária essa ornamentação para uso próprio. Logo, é como se fossem... suveniers para turistas. #confuso

Pois é. Ou de fato a arca foi celebrada como um marco divino já na sua época OU (segundo os estudiosos mais céticos) ela foi construída simplesmente para ilustrar o mito de Noé. Seria ela, então, uma representação física, inspirada na lenda que já existia na época, para ser visitada pelo povo. Sorriam ateus.

Este não é o primeiro grupo que alega ter descoberto a real Arca. Abaixo, as fotos evidências encontradas.