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Angelus Soares

Angelus Soares

Alguns defendem que foi na Idade Média. Antes dos duelos, os cavaleiros precisavam se abraçar para mostrar que não havia armas escondidas. Com medo de que o abraço virasse um golpe, substituíram pelo aperto de mão. 

Outros historiadores defendem que o buraco é mais embaixo e que começou com os homens das cavernas mesmo, praticamente com a mesma intenção. Como todos andavam armados naquela época, para demonstrar paz se deveria se estender a mão sem armas para o outro que, confirmando o respeito, a apertava com a sua mão igualmente livre. Como as mulheres da caverna não saíam para a caça, não desenvolveram esse hábito de cumprimento. Há registros até de egípcios estendendo a mão para deuses, a fim de receber a bênção.

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Brasileiros são campeões mundiais em banho, mas metade não lava as mãos

Herança indígena, o hábito de tomar banho todos os dias faz dos brasileiros o povo campeão do mundo nesse quesito: são, em média, 19,8 banhos por semana. Para comparação, os russos, segundos colocados no ranking, tomam 8,4 banhos por semana. No fim da lista de 10 países pesquisados, estão China e Índia, com 4,9 e 3 banhos por semana, respectivamente. Porém, na limpeza das mãos – mais importante que lavar o corpo - estamos longe de ser um bom exemplo, ficando atrás de italianos, franceses, russos e britânicos.

Só 11% lavam as mãos antes de alimentar as crianças; 49% limpam as mãos depois de usar o banheiro; 46% antes de preparar a comida e 21% depois de tocar em animais. Não lavar as mãos pode causar infecções - a mão está em contato com olhos, nariz e boca, áreas sensíveis a ataques de vírus e bactérias. Só para se ter uma ideia da importância de lavar as mãos, na epidemia de gripe por vírus H1N1, quando se reforçou este hábito, caiu o número de casos de diarreia, conjuntivite e infecção hospitalar.

Outras doenças como hepatite A, gripes, conjuntivites, rotavírus e parasitoses também podem ser transmitidas desse modo. Uma boa medida é colocar pontos com álcool gel em áreas com grande fluxo de público. Isso reduz o uso de antibióticos. Deve-se evitar a água quente e, se for necessário, aplicar hidratante após o banho. Os médicos não indicam sabonete bactericida no banho porque isso pode deixar a pele vulnerável aos germes. No caso das mãos, os sabonetes bactericidas têm benefícios porque matam micro-organismos nocivos.

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