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Gustavo de Oliveira

Gustavo de Oliveira

Ficamos dividos quanto à sua real dúvida, então respondemos ambas as alternativas que entendemos:

Maior número de parto de gêmeos pela mesma mulher: 16 pares de gêmeos, 7 trigêmeos e 4 quadrigêmeos, totalizando 27 partos e 69 filhos. De acordo com o Guinness Book, isso aconteceu na Rússia, de 1725 a 1765, ela era esposa de um fazendeiro chamado Feodor Vassilyev, mas ninguém sabe seu nome. #chatiada.

Maior número de bebês numa mesma gestação: este recorde é da estadunidense Nadya Denise Doud-Suleman Gutierrez. Ela esperava só 7 rebentos, quando se surpreendeu com um oitavo. Oh! Todos na mesma gestação (estimulada por fertilização in vitro). Ela deu à luz a seis meninos e duas meninas, todos vivos, em janeiro de 2009, quando estava solteira e desempregada, ficando conhecida como "octamãe". E olha que ela já tinha filhos! Seis. Sim, hoje Nadya tem 14 filhos.

Nadya Gutierrez durante a gestação.

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Pesquisas realizadas pela Edelman Berland realizada em 11 países, com mais de 9.000 pessoas, sobre o poder que os sabores possuem na vida das pessoas, mostram que as pessoas acreditam que a comida feita pela mãe é um dos melhores sabores do mundo. No caso do Brasil, 77% afirmam que ao provar a comida de suas mães, lembranças boas da infância surgem espontaneamente. Além disso, 87% dizem que o sabor de alguns alimentos tem a capacidade de trazer recordações de quando eram crianças, e 83% concordam que, de alguma forma, a comida sempre fez parte dos momentos mais significativos de suas vidas.

Ainda entre os brasileiros, a comida apresenta um papel importante de conectar familiares e amigos. 80% da população pesquisada concorda que os alimentos fizeram, de alguma forma, parte dos momentos mais importantes da sua vida e que envolviam pessoas amadas. Quando estão distantes de casa, 82% conseguem encontrar o mesmo conforto de seu lar em alguma refeição especial.

A tradição de cozinhar e comer em grupo pode influenciar na formação das pessoas. Segundo 73% dos brasileiros, esses momentos são oportunidades para compartilhar as tradições familiares. Durante a infância, quase a metade (47%) ajudou a cozinhar durante ocasiões especiais de família.

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A mais antiga comemoração do dia das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses. A Enciclopédia Britânica diz: "Uma festividade derivada do costume de adorar a mãe, na antiga Grécia. A adoração formal da mãe, com cerimônias para Cibele ou Rhea, a Grande Mãe dos Deuses, era realizada nos idos de março, em toda a Ásia Menor."

Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada pela ativista Ann Maria Reeves Jarvis, que fundou em 1858 os Mothers Days Works Clubs com o objetivo de diminuir a mortalidade de crianças em famílias de trabalhadores. Jarvis organizou em 1865 o Mother's Friendship Days (dias de amizade para as mães) para melhorar as condições dos feridos na Guerra de Secessão que assolou os Estados Unidos no período. Em 1870 a escritora Julia Ward Howe (autora de O Hino de Batalha da República) publicou o manifesto Mother's Day Proclamation, pedindo paz e desarmamento depois da Guerra de Secessão.

Reconhecida como idealizadora do Dia das Mães na sua forma atual é a filha de Ann Maria Reeves Jarvis, a metodista Anna Jarvis, que em 12 de maio de 1907, dois anos após a morte de sua mãe, criou um memorial à sua mãe e iniciou uma campanha para que o Dia das Mães fosse um feriado reconhecido. Ela obteve sucesso ao torná-lo reconhecido nos Estados Unidos em 8 de maio de 1914, quando a resolução Joint Resolution Designating the Second Sunday in May as Mother's Day foi aprovada pelo Congresso dos Estados Unidos, instalando o segundo domingo do mês de maio como Dia das Mães. No âmbito desta resolução o Presidente dos Estados Unidos Thomas Woodrow Wilson proclamou no dia seguinte que no Dia das Mães os edifícios públicos devem ser decorados com bandeiras. Assim, o Dia das Mães foi celebrado pela primeira vez em 9 de maio de 1914.

Com a crescente difusão e comercialização do Dia das Mães Anna Jarvis afastou-se do movimento, lamentou a criação e lutou para a abolição do feriado.

No Brasil, coube à Associação Cristã de Moços do Rio Grande do Sul (ACM-RS) a iniciativa da comemoração. A data foi trazida ao Brasil pelo então Secretário-geral da instituição, Frank Long. A primeira celebração no país ocorreu em 12 de maio de 1918, em Porto Alegre. Aos poucos, a festividade foi se espalhando pelo país e, em 1932, o então presidente Getúlio Vargas, a pedido das feministas da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, oficializou a data no segundo domingo de maio. A iniciativa fazia parte da estratégia das feministas de valorizar a importância das mulheres na sociedade, animadas com as perspectivas que se abriram a partir da conquista do direito de votar, em fevereiro do mesmo ano. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.

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Segundo pesquisa do TODAY Moms com 7.000 mães, a maternidade é muito estressante, chegando ao nível de estresse de 8,5 em 10. Mas não são só os filhos que estressam uma mãe, mas também seu marido: para 46% das mães, os maridos são uma fonte maior de estresse do que as crianças.

Muitos participantes da pesquisa disseram que seus maridos não estavam fazendo uma parte igual das tarefas domésticas e dos cuidados infantis - até comparando a vida com um cônjuge a um filho extra. Deno Fleno, uma mãe de Connecticut, afirmou em entrevista para o TODAY Moms para que seu marido, Phil, é como um terceiro filho: “Uma criança de 7 anos vai ser uma criança de 7 anos de idade. Mas uma pessoa de 35 anos agindo como uma criança de 7 anos é mais estressante.”.

Agir como outra criança que precisa de atenção é um dos fatores que dá pontos extras aos homens da casa. As participantes do estudo alegaram que, após um dia corrido no trabalho, atenção e preocupação com as crianças e cuidados com a casa, muitas vezes não sobra disposição para se dedicar ao marido, o que acaba gerando cobrança e falta de compreensão – de ambos os lados. Seja qual for a fonte de estresse, o consenso entre as mães é que o próprio casamento é estressante por causa da quantidade de trabalho que requer.

Um estudo francês chamado 'conjugal condition' descobriu que um casamento estressante é tão ruim para o coração quanto um hábito regular de fumar, e uma pesquisa da Brandeis University e University College, em Londres, também descobriu que cônjuges em casamentos tensos tendem a ser mais estressados durante a jornada de trabalho, o que poderia aumentar a probabilidade de acidente vascular cerebral e doença cardíaca para ambos os parceiros.

As crianças provavelmente também contribuem para o estresse conjugal, um estudo descobriu que nove em cada 10 casais dizem que a qualidade de seu relacionamento diminuiu após o nascimento do primeiro filho.

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Filhos da mãe: 7 dos 11 titulares da Seleção foram criados sem pai

A cada gol marcado, Gabriel Jesus faz o gesto do "telefone" e diz: "Alô, mãe!". Gabriel e outros seis titulares da Seleção foram criados longe do pai biológico. Situação comum na machista sociedade brasileira, onde os homens, por motivos diversos, abandonam filhos e deixam para as mulheres a responsabilidade de criar essas crianças - e de fazer de algumas delas estrelas futebolísticas de nível mundial. Miranda, Thiago Silva, Marcelo, Casemiro e Paulinho são filhos de pais separados. O goleiro Cássio sequer conhece o pai biológico.

Casemiro também foi criado pela apenas pela mãe; Paulinho teve um padrasto e Cássio foi ajudado pelo tio. O lateral Marcelo foi morar com o avô materno. Miranda e Thiago Silva, os dois homens fortes da zaga brasileira perderam o pai ainda na infância: o pai de Miranda sumiu no mundo quando o defensor da Internazionale tinha 5 anos. O caso de Thiago é ainda mais grave - o pai se afastou da família durante a gestação do zagueiro do PSG.

De acordo com estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 40% dos lares brasileiros são chefiados por mulheres - em 12 milhões desses lares não há um cônjuge para ajudar na criação dos filhos. A situação é ainda mais grave quando lembramos que a remuneração de mulheres negras sozinhas não só é inferior à dos homens como também de mulheres brancas na mesma situação.

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