Sexo

De acordo com a ciência, praticar exercícios físicos pode te fazer transar mais e melhor. Um estudo publicado no jornal da Sociedade Internacional de Medicina Sexual mostrou que homens que praticam mais de dezoito horas semanais de exercícios possui ereções mais longas e mais apetite sexual.

Outro estudo, feito na Universidade de Arkansas mostrou que homens e mulheres que praticam exercícios três vezes ou mais por semana tem uma satisfação sexual acima da média. Os cientistas observaram também que à medida que se aumentava a quantidade de exercícios físicos, aumentava também a duração do ato sexual, a vontade de transar.

A ciência já provou que fazer sexo traz vários benefícios, que incluem o rejuvenescimento da pele, melhora do sono, redução de problemas cardíacos, aumento da felicidade e vários outros. Então é sempre útil saber de coisas que podem nos ajudar a transar mais e melhor.

No caso das mulheres, tem uma outra coisa que pode ajudar a melhorar a vida sexual. Uma pesquisa mundial feita pela Harris Interactive, a pedido da Gamehouse, mostrou que mulheres que jogam games on-line fazem mais sexo e são mais sociáveis do que as que não jogam.

Aliás, o mundo dos games que antigamente era coisa de criança e quando se tornou brinquedo de adulto, era dominado pelos homens, agora vive em um novo cenário. De acordo com um levantamento feito pela Game Brasil, nos últimos 4 anos o número de mulheres entre os gamers passou de 41% para mais de 53% no país.

E esse número pode ser ainda maior, pois há relatos de muitas gamers que se registram com avatares masculinos para não sofrer machismo e assédio enquanto joga. É uma atitude vergonhosa, mas sabemos que não é exclusividade das salas de jogos online, e sim da sociedade machista em que vivemos.

Geral
Advogadas bravas são vistas como "histéricas", advogados bravos são vistos como "poderosos", #apontaestudo

Um estudo da Universidade do Arizona descobriu que tribunais têm viés de gênero. Psicólogos criaram um julgamento simulado em que três advogadas do sexo feminino e três do sexo masculino proferiram um argumento de encerramento num caso de assassinato, usando a raiva como uma ferramenta emocional. Os participantes foram convidados a avaliar os advogados em termos de sua eficácia quando expressaram raiva. Os espectadores do teste definiram os advogados masculinos como poderosos, competentes e contratáveis.

Já as advogadas do sexo feminino irritadas, por outro lado, eram vistas como estridentes, histéricos, irritantes e ineficazes. Jessica Salerno, professora de psicologia da ASU e coordenadora do estudo, disse: Espera-se que um bom advogado mostre características tradicionalmente masculinas no tribunal - raiva, agressão, poder. Os homens se beneficiam disso, enquanto penalizamos as mulheres por mostrarem as mesmas características.

Ela acrescentou: Perguntamos aos participantes o quanto eles achavam que os atores estavam zangados. Os expectadores disseram que os homens e as mulheres estavam igualmente zangados. Infelizmente, reproduzimos os resultados encontrados em outros estudos. Os homens furiosos foram tidos como mais eficazes, e os espectadores queriam contratá-los. O tiro saiu pela culatra para as mulheres. As pessoas achavam que as mulheres iradas eram menos eficazes e queriam contratá-las menos.

Todos crescemos na mesma cultura, sob os mesmos estereótipo de gêneros. A longo prazo, isso significa que as advogadas não podem demonstrar a convicção e o poder esperados dos homens. Isto tem implicações ruins a longo prazo para as suas carreiras e eficácia nos júris. O estudo "Closing with Emotion: O impacto diferencial de advogados masculinos versus femininos expressando raiva no tribunal" é publicado na revista Law and Human Behavior.

Fonte

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De acordo com a pesquisa 'O papel do homem na desconstrução do machismo' do Instituto Avon, em parceria com o Instituto Locomotiva, 48% dos homens ainda consideram “desagradável” ou “humilhante” cuidar da casa enquanto a companheira trabalha fora. O dado foi obtido após consulta de 1.800 pessoas com mais de 16 anos, em 70 municípios do país.

Destes 48%, 12% concordam que a mulher trabalhar fora e o homem cuidar da casa é humilhante, não deveria acontecer de jeito nenhum, 15% concordam que a mulher trabalhar fora e o homem cuidar da casa é humilhante, só deve acontecer se não tiver jeito, 21% concordam que tudo bem a mulher trabalhar fora e o homem cuidar da casa, mas não é uma situação agradável.

52% concordam que não há problema nenhum em a mulher trabalhar fora e o marido cuidar da casa.

Sobre a pesquisa: a pesquisa incluiu uma etapa inicial em que foram conduzidas seis entrevistas em profundidade com especialistas que atuam no enfrentamento à violência contra mulheres em organizações da sociedade civil, imprensa e órgãos públicos. Posteriormente foram realizados dois grupos de discussão, um com homens e outro com mulheres, de 16 a 30 anos. Ao final foi realizada uma pesquisa quantitativa presencial, de âmbito nacional, por meio de 1.800 entrevistas com homens e mulheres de 16 anos ou mais, em 70 municípios de todas as regiões do país.

Confira a pesquisa completa, com dados muito interessantes, aqui.

Fontes 1 e 2