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Na Copa do Mundo socioeconômica, a Islândia seria campeã e o Brasil o último em seu grupo da Copa

Se a Copa do Mundo fosse disputada no campo socioeconômico, a grande campeã seria um pequenino país de 350 mil habitantes no norte da Europa: a Islândia. A ilha viking, que hoje empatou com a Argentina de Messi, tem a melhor qualidade de vida do mundo, segundo pesquisa do banco dinamarquês Saxo Bank. Na final, eles derrotariam os vizinhos dinamarqueses. Alemanha e Japão fariam a disputa de 3o e 4o lugares.

A classificação das seleções é baseada em três fatores: o mercado de ações e a economia seriam o ataque; a desigualdade seria o meio de campo; já o índice de pobreza seria a defesa de cada seleção. A Islândia ganharia a Copa do Mundo socioeconômica por seu baixo índice de desigualdade e pela pouca miséria, conforme mostram os dados do Saxo Bank.

Favoritos como Espanha, França, Argentina cairiam já na primeira fase. O Brasil faria ainda mais feio, ficando na lanterna do grupo E - que tem Suíça, Costa Rica e Sérvia. Steen Jakobsen, autor do estudo, reconhece a capacidade futebolística brasileira, mas aposta que a Seleção perderá para a Bélgica nas quartas de final.

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