Geral
Anônimo

Anônimo

Há um boato de que o ato de ouvir música CLÁSSICA deixaria o indivíduo mais inteligente, no entanto não há base científica que comprove essa hipótese. E tem mais, de acordo com o pesquisador Frances Rauscher, assim como a música clássica não deixa ninguém mais inteligente, ouvir outros estilos musicais também não diminui em nada o QI de uma pessoa, já que não há relação direta de uma coisa com outra. Ou seja, se você ouve rock, MPB, sertanejo ou funk, você não ficará mais inteligente (e nem mais burro) do que ninguém por conta do seu estilo musical preferido.

Instagram

Segundo estudo realizado pelo Departamento de Psicologia da Faculdade Marist e pela Universidade de Minnesota, ambas nos Estados Unidos, dormir tarde, falar palavrão e fazer muita bagunça são atitudes de pessoas inteligentes.

Dentre os testes realizados, estava a contagem de xingamentos que os participantes falavam durante um minuto, que concluiu que quanto mais palavrões a pessoa falava durante o tempo, maior era sua pontuação no teste de inteligência. Outra característica em comum encontrada entre os participantes com Q.I. alto era a tendência a dormir tarde da noite.

Os pesquisadores da Universidade de Minnesota encontraram evidências de que bagunceiros também apresentam Q.I. mais elevado. A conclusão aponta que ambientes desarrumados são mais interessantes para desenvolver atividades criativas e que se preocupar menos com limpeza e organização libera sua mente para se desenvolver de formas mais interessantes.

Fonte

Instagram

Segundo estudo publicado no Journal of Health Psychology, pessoas mais inteligentes possuem menos tendência a praticar atividades físicas, como malhar em uma academia.

Chamado de “O sacrifício físico de pensar: Investigando a relação entre o pensamento e a atividade física na vida cotidiana“, o estudo coletou dados de 60 estudantes. Entre eles, havia alta ou baixa atividade cognitiva. Ou seja, maior ou menor aquisição de conhecimento.

Durante uma semana, todos os alunos usaram rastreadores de atividade física. Ao final do tempo de estudo, os estudantes com maior atividade cognitiva tinham gastado menos tempo com atividades físicas. O estudo concluiu que pessoas com a mente mais ativa intelectualmente e sem “necessidade de cognição” tendem a ser menos ativos fisicamente.