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Influenciadoras digitais brasileiras têm até 25% de seguidores falsos

Estudo realizado pelo Núcleo de Inovação em Mídia Digital (NiMD) da Faculdade Armando Álvares Penteado (FAAP) mostra que as influenciadoras digitais brasileiras de moda e beleza tem até 25% de seguidores falsos no Instagram. Com auxílio da ferramenta HypeAuditor, foram coletados dados de 25 perfis durante o mês de junho de 2018. Os perfis foram divididos em cinco grupos, com cinco influenciadoras em cada, todas escolhidas aleatoriamente - as identidades dessas influenciadoras foram preservadas.

O grupo 1 tinha artistas e atrizes com mais de um milhão de seguidores; o grupo 2 inclui influenciadoras com mais de um milhão de seguidores; o 3, influenciadoras que têm entre 200 mil e 500 mil seguidores; no 4, aquelas com 20 mil a 50 mil seguidores e, no 5, microinfluenciadoras (entre 3 mil e 10 mil seguidores). As influenciadoras, possuem até 25% de seus seguidores formados por perfis falsos ou que usam robôs automatizar interações.

Para identificar esses perfis, fatores como o número de seguidores, pessoas que a conta segue, número de publicações, resolução das fotos são levados em conta.O estudo ainda analisou o engajamento dos perfis: curtidas, comentários, respostas e compartilhamentos. Em geral, quanto mais seguidores, menor o engajamento. Em perfis de artistas, o engajamento real e não feito por ferramentas automáticas é de 60%; no caso de influenciadoras, o nível cai para 45%.

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Você sabia que a depressão já é a doença mais incapacitante do mundo e afeta no Brasil mais de 11 milhões de pessoas? De acordo com as últimas estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 300 milhões de pessoas vivem com depressão.

Conhece alguém que no momento sente incapacidade de realizar atividades diárias simples como levantar da cama, comer, trabalhar ou estudar? Apresenta tristeza persistente e desinteresse em atividades que sempre foram prazerosas? A depressão pode ser uma doença silenciosa e afetar qualquer pessoa, em níveis mais graves, pode levar ao suicídio. É necessário estar atento aos sintomas: oscilação de humor, perda de energia, mudanças no apetite e sono, dificuldade de concentração, culpa ou desesperança, vontade de sumir, pensamentos suicida e/ou de autoextermínio, num período maior que 14 dias.

A pessoa deprimida dificilmente terá iniciativa para buscar ajuda, então faça isso por ela! De que maneira?

- Converse, diga que ela pode melhorar se tiver o tratamento adequado (tratamento = psicoterapia e em alguns casos, psicoterapia + medicamentos).

- Jamais menospreze as razões que nela gera sofrimento, seja empático.

- Agende uma consulta com um(a) psicólogo(a). Muitos planos de saúde cobrem psicoterapia, e também muitos terapeutas atendem a preço social, viabilizando o tratamento. Mas se a grana estiver curta, saiba que existe na grande maioria de universidades que ministram o curso de Psicologia o modelo de clínica escola, onde o atendimento é voluntário ou com ajuda de custo simbólica. Procure alguma perto de vocês.

- Incentive práticas de exercícios físicos regulares e que ela não deixe de fazer o que gosta, inicialmente pode ser difícil, mas ao longo do tratamento, são ações que colaboram para uma melhora efetiva do quadro.

- Você pode encontrar também apoio emocional por telefone 24h por dia, ligando no número 188 a equipe do CVV – Centro de Valorização a Vida oferece esse suporte. Talvez do seu lado, alguém esteja precisando de ajuda.

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Isa Barros (@IsaBarros.psi) é psicóloga, atua com abordagem psicanalítica e é consultora do @MUITOinteressante para assuntos ligados à saúde mental. CRP 04/52781.

Vale dizer também que o Instagram oferece ajuda para usuários com ansiedade e depressão.

Sempre que o usuário digitar na aba "Pesquisar" as hashtags #ansiedade ou #depressão verá a mensagem "Publicações com as palavras ou tags que você está procurando muitas vezes incentivam um comportamento que pode fazer mal a uma pessoa e até levá-la à morte" e escolher entre duas opções: 'obter apoio' ou 'ver publicações mesmo assim'.

Ao clicar na primeira opção, o aplicativo abre uma nova janela no navegador do celular, onde o usuário pode escolher entre três alternativas: falar com um amigo, falar com um voluntário da linha de apoio ou receber dicas e apoio. Na primeira, ele é orientado a conversar com pessoas próximas sobre o que está sentindo. Na segunda opção, o usuário é direcionado para o Centro de Valorização da Vida (CVV), serviço de prevenção ao suicídio que conta com voluntários 24 horas para atendimento por telefone, no número 141, bate-papo ou e-mail. Já na terceira, ele encontra dicas de saúde mental, como sair ao ar livre, ouvir uma música tranquila ou escrever como está se sentindo.

Fontes 1, 2 e 3

Instagram

Vivenciar momentos offline com seu amor é maravilhoso não é mesmo? Mas quando ambos entram em seus perfis nas redes sociais, esses momentos juntos - jantares, viagens, selfies - podem ir ou não para a timeline e se são postados com frequência indicam, segundo estudo, que tem um problema aí.

Um estudo da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas que ficam exibindo seus momentos de casal nas redes sociais são, na verdade, aquelas que mais duvidam do amor que sentem.

Na pesquisa, 216 participantes (108 casais heterossexuais de uma pequena cidade do Canadá), mantiveram um diário ao longo de duas semanas registrando altos e baixos de suas relações - essas informações foram cruzadas com as atualizações que aconteciam nas redes sociais (Facebook e Instagram) no período.

O estudo comprovou que, quanto mais inseguros estavam, mais posts com o(a) parceiro(a) eram publicados.

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Quão viciado você é? Facebook e Instagram mostrarão o tempo gasto no aplicativo

Quão viciado você é no Facebook e no Instagram? Os dois aplicativos vão dizer quanto tempo você gasta neles todo dia. A funcionalidade foi anunciada em 1º de agosto e ficará disponível aos usuários nas próximas semanas.

Segundo o Facebook, a ideia é fazer você gastar melhor o seu tempo na rede social - um medidor contará o tempo que os usuários gastam no app e isso será exibido num painel, mostrando se os usuários gastam mais tempo do que gostariam na rede. O mesmo recurso será lançado no Instagram.

A ferramenta é uma iniciativa do próprio Facebook e ela surge quando a empresa tenta se recuperar de uma série de escândalos contundentes que serviram para intensificar o escrutínio sobre questões como dependência de aplicativos e smartphones.

Então, como você descobre exatamente quanto tempo você está “desperdiçando” no Instagram e no Facebook? O processo é simples e semelhante nos dois aplicativos.

No Instagram: abra as configurações e vá até a nova opção "Sua atividade". Clique aí e o menu levará você a um painel que mostra quanto tempo você está gastando no aplicativo todos os dias, além de uma média semanal.

A partir daí, você pode definir um "Lembrete diário" que notifica quando você está no aplicativo além do tempo estipulado por você. Você também pode silenciar temporariamente as notificações do aplicativo por até oito horas.

No Facebook, o processo é um pouco diferente. No menu com as três linhas horizontais, desça a tela e clique em "Configurações e privacidade". Em seguida, clique em "Your Time on Facebook", e você será levado a um painel no Facebook que tem os mesmos recursos do Instagram.

Uma pesquisa realizada pela empresa de medição online Similar Web, mostrou que usuários do Instagram nos EUA passaram quase tanto tempo no aplicativo para Android (cerca de 53 minutos) quanto os usuários do Facebook em seu aplicativo (aproximadamente 58 minutos).

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