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Fabiana Eisele

Fabiana Eisele

Vários, em especial (mas não exclusivamente) insetos, bactérias e animais que vivem embaixo da terra. A maioria são ou possuem hábitos muito bizarros e/ou nojentos! Vamos aos 5 mais prováveis sobreviventes:

1- Tardigrada

Também conhecido como “urso d’água”, esse bichinho tem super-poderes de dar inveja a muito herói da Marvel.

Ela é pequena, tem algo entre 0,3 e 0,5 milímetros, mas fica de boa sob temperaturas acima de 150º C e abaixo de -200º, aguenta pressão equivalente a seis mil vezes a atmosfera terrestre e é mil vezes mais resistente à radiação do que seres humanos.

Ela pode viver no fundo dos mares tropicais ou na neve que fica no topo de montanhas geladas. Basta ter umidade que ela se adapta.

Uai Interessante, vc não disse que ela era fodona? Quer dizer que se não tiver umidade ela morre?” Morre nada! Quando está em ambiente seco, ela é capaz de praticamente desligar seus processos biológicos, ficando quase morta, porém viva. Neste caso, ela fica praticamente toda desidratada e com o metabolismo funcionando a 0,01% da sua intensidade. Depois é só usar Monange q hidrata?

Para você ter uma ideia, em 2007 a Agência Espacial Europeia expôs uma colônia de Tardigradas ao espaço por dez dias e todas, ABSOLUTAMENTE TODAS voltaram vivinhas da silva. Mas ela vive muito mais que isso fora de seu habitat. Tardigradas presentes em musgo seco guardadas em um museu por mais de 100 anos já foram reanimados com um pouquinho de água.


2- Barata

Ok, baratas são sempre citadas, mas não há como escapar dessas nojentas. Elas podem regenerar partes dos seus corpos, segurar a respiração por até 40 minutos, seu cérebro está espalhado por todo o corpo (então não adianta arrancar a cabeça, ela vai continuar viva até morrer de fome!) e podem viver sem água por vários dias.

3- Mummichog

Este peixe, que vive na costa leste da América do Norte, é um forte candidato a sobrevivente de uma guerra nuclear por conta da sua habilidade de ativar e desativar um número considerável de genes, de acordo com o meio ambiente em que se encontra. Além disso, a evolução e transformação das gerações de mummichogs se dão de uma forma muito rápida, o que diminui o risco de condenação da espécie.


4- Lingula

Essa espécie de braquiópode já sobreviveu a todas as cinco extinções em massa que ocorreram na história do planeta Terra. Em momentos difíceis, ela consegue escavar profundamente e se esconder, essa danada.


5- Humanos

Por essa você não esperava, né? Bom, é claro que em um ataque nuclear muita gente vai morrer, mas é provável que ficarão alguns para contar a história e perpetuar a espécie.

Ainda que não tenhamos as vantagens super-poderorsas das tardigradas, a comunidade científica acredita que a principal vantagem evolutiva da humanidade – o cérebro - garante a sobrevivência da raça humana em uma situação como essa.

"Por que?"

Você não deve se lembrar dessa época pq faz muito tempo - uns 65 milhões de anos - mas cerca de 85% dos animais, incluindo dinossauros, desapareceram da terra na extinção do Cretáceo-Paleogeno, devido a um ataque de meteoros (teoria mais aceita até o momento).

Acredita-se que muitos animais até sobreviveram ao ataque em si, mas não foram capazes de se manter vivas com as alterações drásticas no habitat daqui. É aí que entra o cérebro. Um estudo feito com animais voadores descobriu que somente espécies de aves com maior cavidade cerebral sobreviveram a esta ocasião. Como eram mais inteligentes, conseguiram se adaptar melhor à nova realidade do planeta e perpetuar a espécie.

Ok, tudo depende do tamanho do estrago deste possível/hipotético ataque nuclear, mas é bem possível que alguns grupos de humanos encontrem um jeito de sobreviver.

Espero que todos os sobreviventes sejam nossos leitores e que sobrem inseticidas para acabar com as baratas que restarem.

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50% dos animais da Terra desapareceram nos últimos 50 anos

As 8 bilhões de pessoas na Terra são apenas 0,01% da vida no planeta, mas já causaram um estrago enorme no ecossistema do planeta. De acordo com um estudo realizado por Ron Millo, do Instituto Weizmann de Ciência, de Israel, os humanos exterminaram 83% dos mamíferos e 50% das plantas na Terra. O estudo é o primeiro a mapear esse tipo de dado sobre a relação dos humanos com outros seres vivos.

O estudo derruba algumas ideias sobre a vida na Terra: as bactérias, antes tidas como líderes entre as formas de vida, são apenas 13% dos seres no planeta. Já as plantas são 82%. Todo o restante das criaturas, de peixes, insetos a fungos e outros seres, são apenas 5% da vida na Terra. 86% dos seres vivos habita a terra, 13% habita o subsolo e o oceano concentra apenas 1% da vida na Terra.

De acordo com os cientistas, a mudança causada pelos humanos na Terra criou uma nova era: o Antropoceno. Desde o alvorecer da humanidade há 50 mil anos, desapareceram 83% dos mamíferos selvagens, 80% dos mamíferos marinhos, 50% das plantas e 15% dos peixes. Impressiona também o ritmo da destruição: 50% desses animais pereceram nos últimos 50 anos. Será que a humanidade vai destruir a si mesma?

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Perder um animal de estimação é tão ou mais doloroso do que perder um parente

Perder um animal de estimação é uma dor bastante intensa, mas há quem diga que é “apenas um cão”. Uma pesquisa confirmou que para a maioria das pessoas, a perda de um cão é, em quase todos os sentidos, comparável à perda de um humano amado.

Infelizmente, nossa cultura - rituais de luto, obituário no jornal local, serviço religioso - pouco nos ajuda a superar a perda de um animal de estimação e isso pode nos deixar envergonhados em expor a tristeza.

Se as pessoas percebessem quão forte é nosso vínculo com cães, essa dor seria mais aceita. Por que somos tão próximos deles? Para começar, os cães se adaptaram a viver com humanos nos últimos 10 mil anos - são os únicos animais que evoluíram especificamente para serem nossos amigos.

O antropólogo Brian Hare desenvolveu a “Hipótese de Domesticação” para explicar como os cães se transformaram de seus ancestrais – lobos – nos animais socialmente qualificados de hoje. Nosso relacionamento com eles é bom porque eles nos dão feedback.

Exames de ressonância magnética mostram que os cérebros de cães respondem aos elogios de seus donos tão fortemente quanto à comida – e para alguns cães, o elogio é um incentivo ainda mais eficaz do que o alimento.

Os cães reconhecem as pessoas e podem aprender a interpretar estados emocionais humanos. Estudos científicos também indicam que os cães podem entender as intenções humanas, tentar ajudar seus proprietários e até mesmo evitar pessoas que não cooperam com seus donos.

Por sua vez, os humanos respondem positivamente a tanta afeição, assistência e lealdade. Basta olhar para os cães para sorrirmos. Proprietários de cães são mais felizes em comparação aos donos de gatos ou a quem não possui animais de estimação.

A psicóloga Julie Axelrod apontou que a perda de um cão é dolorosa pois não é somente a perda de um animal de estimação. É a perda de uma fonte de amor incondicional, um companheiro que proporciona segurança e conforto, um ser que talvez tenha sido cuidado como uma criança.

A perda de um cão também pode atrapalhar seriamente a rotina diária do dono mais profundamente do que a perda da maioria dos amigos e parentes. Muitos donos programam suas rotinas em função do animal e mudanças na rotina é uma fonte de estresse.

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Amanda Mancio

Amanda Mancio

É o nome popular do polêmico Projeto de Decreto Legislativo 234/11, de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), que foi aprovada pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) no dia 18 de junho de 2013. 

A resolução nº 1/99 do Conselho Federal de Psicologia, em dois artigos, proíbe os psicólogos de tratar a homossexualidade como algo patológico (doença) e/ou estimular uma alteração sexual no paciente. 

A proposta, apelidada pela população de "Cura Gay", prevê a remoção destes trechos. Ou seja, com a lei aprovada, os psicólogos podem tratar a homossexualidade como uma característica patológica e reversível.

De acordo com a OMS - Organização Mundial de Saúde, a homossexualidade não pode ser considerada uma doença, logo não é passível de cura.

Mesmo com a aprovação da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, o texto ainda precisa ser votado pelas comissões de Seguridade Social e Família e de Constituição e Justiça, depois pelos deputados federais e, por último, pelo Senado, para ser então validado.

Você pode ler a proposta completa e formar a sua opinião. O que você pensa sobre o assunto?

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A ciência comprova: seu cachorro realmente tenta falar com você

Donos de cachorros juram de pé junto que seus animais falam com eles. Alguns dizem até saber o que o seu animal está pensando. De acordo com um estudo da Universidade de Salford, eles podem estar certos. Pesquisadores recrutaram 37 donos de cachorros e pediram que filmassem o que seus animais de estimação estavam fazendo. Ao analisar mais de 1.000 filmes, eles identificaram 19 sinais que os cães dão aos humanos e o significado desses gestos.

Assim como os humanos dão instruções aos cães como "senta" e "deita", parece que os cães também usam seus gestos para pedir coisas. "Os cães são realmente hábeis em usar 'gestos referenciais', - equivalentes a gestos humanos como apontar e acenar", disse a pesquisadora Hannah Worsley, uma das autoras do estudo. "Descobrimos que quando os cães querem um arranhão, eles usam até 14 gestos diferentes para convencer seus donos a fazê-lo."

Os pedidos dos cães foram agrupados em quatro categorias: "me dê comida ou bebida", "abra a porta", "traga meu brinquedo ou osso" e "faz carinho". Uma lista completa dos gestos e o provável significado pode ser encontrada no estudo, publicado na revista Animal Cognition. Eles incluem estender a mão com a pata, ficar de pé sobre as patas traseiras e rolar.

O sinal mais comum era o giro da cabeça ou a "alternância do olhar", quando o cão olha para você com a cabeça inclinada para o lado, registrado 381 vezes. Os pesquisadores dizem que este sinal foi usado para atingir todos os quatro objetivos do cão, concluindo que isso poderia significar que os cães são "potencialmente aptos a usar a comunicação referencial".

"Estender a pata" provavelmente significa um pedido de comida ou bebida, e rolar significava "faz carinho" 100% do tempo. Mas alguns gestos, como cutucar o nariz, eram mais ambíguos, podendo significar qualquer um dos quatro pedidos. O tempo que uma pessoa e um cão viveram juntos e quão bem socializados eles eram, também tiveram impacto em quantos gestos eles usaram. Após 30 mil anos juntos, cães e humanos aprenderam a entender um ao outro.

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