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Sidney Alves

Sidney Alves

Sim. Foi Samuel Wilson, comerciante que viveu entre 1766 e 1854 e era o principal fornecedor de carne para o exército estadunidense na época.

Os soldados brincavam que as iniciais U.S (de United States) que vinham nos barris de carne significavam Uncle Sam. A brincadeira ficou popular e por volta de 1850 a revista norte-americana Punch batizou o Tio Sam como símbolo dos EUA em um artigo.

A primeira ilustração, feita em 1870 pelo cartunista Thomas Nast, não faz referência ao verdadeiro Tio Sam, mas do ex presidente americano Abraham Lincoln. Quase meio século mais tarde, durante a 1ª Guerra Mundial (1914-1918), o exército dos EUA encomendou a James Flagg o famoso cartaz em que o Tio Sam aponta o dedo e “escolhe” quem estiver olhando para se alistar no exército dos EUA.

Uma coisa que poucos sabem é que a ideia original do pôster não nasceu nas terras do Tio Sam. Três anos antes, o artista Alfred Leete criou, a pedido dos ingleses, este cartaz de alistamento para a guerra com a imagem do Lord Kitchner, então secretário de guerra da Grã-Bretanha.

KIBE!!!!!

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Eloiza de Lima

Eloiza de Lima

Foi a Guerra Anglo-Zanzibari que durou menos de 45 minutos, no final do século 19.

O conflito foi causado porque o sultão (pró-britânico) Hamad bin Thuwaini morreu e seu sucessor (pró-alemão) Khalid bin Barghash não cumpriu um tratado com a inglaterra, onde uma condição para a acensão ao sultanato era que o candidato tivesse a permissão do cônsul britânico.

O primeiro bombardeio, iniciado às 9h 2min do dia 27 de agosto de 1886, ateou fogo no palácio e neutralizou a artilharia de defesa. A bandeira zanzibari foi abatida e o fogo cessou às 9h 40min. A vitória dos ingleses custou cerca de 500 baixas ao exército de zanzibari. Esta guerra marcou o fim de Zanzibar como um estado soberano e o início de um período de forte influência britânica.
Vc sabia que Freddie Mercury Mércurie nasceu em Zanzibar? Pois é.

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Receita de pão mais antiga do mundo tem 14 mil anos

Pegue um pouco de farinha feita de trigo e cevada selvagem, adicione água, misture algumas raízes de plantas trituradas para dar sabor e asse. Segundo arqueólogos ingleses, essa é a receita de pão mais antiga do mundo. A massa era moldada em formato achatado e o sabor seria parecido com um pão multigrãos dos dias atuais, dizem os pesquisadores do University College of London. Encontrada na atual Jordânia, a receita data de 14 mil anos atrás. O registro mais antigo de algo similar havia sido achado na Turquia e tinha 9 mil anos.

Desse modo, há evidências fortes de que os humanos dominavam a panificação cinco mil anos antes do que os arqueólgos estimavam. De acordo com os cientistas, esse pão ázimo também era usado para enrolar a carne: assim sendo, os mesopotâmicos criaram também o primeiro sanduíche - um pão com carne rústico, por assim dizer. Em análise feita no microscópio, havia sinais de moagem, peneiramento - ou seja, um processo completo de panificação. O achado foi uma surpresa para os arqueólogos.

As populações que viviam há 14 mil anos naquela região da Jordânia onde foram achados os restos de pão viviam da caça e da coleta de frutas e cereais silvestres. Comiam gazelas e animais menores, como lebres e aves. Para os pesquisadores, o pão era uma comida para dias festivos e celebrações. Ainda de acordo com os cientistas ingleses, a fabricação do pão por essas populações mesopotâmicas pode ter impulsionado o desenvolvimento da agricultura, pela necessidade de cultivo desses cereais.

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