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Adolescentes ingleses trocam sexo por relações virtuais e taxa de gravidez cai

Adolescentes estão preferindo ficar mais tempo online, com amigos e família e menos propensos a fazer sexo. O resultado? Uma queda de 60% nas taxas de gravidez de adolescentes de 15 a 17 anos no Reino Unido. O Serviço Britânico de Aconselhamento sobre a Gravidez (BPAS, da sigla em inglês) entrevistou 1 mil jovens de idades entre 16 e 18 anos, também conclui que eles estavam bebendo muito menos. Dois terços dos entrevistados disseram que nunca tiveram relações sexuais. E 25% deles nunca beberam álcool.

Os jovens britânicos parecem estar mais focados em estudo e carreira, evitando uma gravidez precoce. Mais de 80% deles querem sucesso profissional e 68% querem passar mais tempo com os amigos. Os jovens revelaram, porém, passar cinco horas online todos os dias, fora o tempo de trabalho e estudo. Isso mostra crescimento de relacões de amizade ou afetivas desenvolvida Os jovens com mais relações sociais com amigos e parceiros cara a cara são mais propensos a serem sexualmente ativos.

As taxas de gravidez na adolescência têm caído há 20 anos no Reino Unido, por conta de programas governamentais. Os jovens tiveram mais acessos a contraceptivos e educação sexual em escolas e clínicas. As ações duraram 10 anos, mas as taxas continuaram a cair após esse período. Em 1969, a taxa de concepção era de 47 por 1.000 em mulheres de 15 a 17 anos - em 2016, a taxa foi de 19. A maioria disse que sempre ou geralmente usava contraceptivos; 14% tenham afirmado que "raramente" ou "nunca" tiveram relações.

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Gravidez pode ser contagiosa, diz estudo

A pesquisa analisou 1720 grávidas e concluiu que quando uma mulher engravida, todas as suas amigas próximas possuem mais chances de engravidar também.

Os pesquisadores acreditam em dois motivos, na maioria das vezes inconscientes, para o "contágio":

1- Ter uma amiga grávida faz a mulher se sentir mais confortável para engravidar;

2- Quando duas amigas têm filhos em datas próximas, se ajudam no cuidado dos bebês e compartilham experiências.

O estudo foi publicado no periódico American Sociological Review.

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