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Segundo estudo da Universidade de Edimburgo e da Universidade Ludwig Maximilians, em Munique, indivíduos com uma variação de um gene conhecido como ABCC9 precisavam de mais tempo de sono do que a média de oito horas

Os pesquisadores analisaram como o gene funciona nas moscas da fruta, que também o possuem e descobriram que aquelas sem o gene ABCC9 dormiam por três horas a menos do que o normal. O gene ABCC9 está envolvido na detecção dos níveis de energia das células do corpo.

Em outro estudo, publicado na revista Molecular Psychiatry, feito com 10.000 pessoas de toda a Europa, foi concluído que, aqueles com o gene ABCC9 precisam de cerca de 30 minutos a mais de sono por noite do que aqueles sem o gene.

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Não é impossível, no entanto é extremamente improvável por alguns motivos. O principal é que a medida que você envelhece, acontece uma espécie de rearranjo genômico, que depende de uma série de fatores . De acordo com uma pesquisa do geneticista Carl Bruder, da University of Alabama, na maioria das vezes o DNA de um gêmeo, ainda que "idêntico", é diferente do outro em vários pontos do genoma. Ou seja, a possibilidade de os dois casais de gêmeos não passarem por nenhum rearranjo genômico e ter todos os genes iguais sem repetição são mínimas. Ainda que não seja impossível, não há relatos de nenhum caso do gênero. 

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Uma má-formação congênita, hereditária e dominante. Pesado né?

Nas pessoas que carregam essa má-formação, o tecido fibroso, das bochechas é menor que o das pessoas que não têm covinhas.

Além disso, ele adere entre a pele e o músculo ou entre o músculo e a mandíbula. Assim, quando a pessoa sorri, esse tecido fica "preso" e acentua a concavidade.

Aliás, é o mesmo motivo pela covinha no queixo que alguns tem. É uma demonstração que nem toda má-formação é ruim - algumas te deixam mais fofos e charmosos. :-)

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Sim, existem. Mascarados anônimos, mutantes poderosos e salvadores do mundo: eles não estão só nas páginas das HQs e telas do cinema.

Os Mascarados

Existem cerca de 300 super-heróis oficialmente registrados nos EUA. Se eles já salvaram alguém, têm poderes extraordinários ou técnicas de luta incríveis não se pode ter certeza. Mas fantasias, identidades secretas e desapego social, isso eles têm.
O canal HBO fez um documentário sobre eles, dá uma olhada:


Os Superpoderosos
Quando misturamos dois códigos genéticos (através do que chamamos de reprodução/sexo/quero tchu, quero tcha), o novo código resultante sempre terá mutações, e elas são aleatórias. É como misturar cores. Algumas aperfeiçoam o novo indivíduo e o fazem ter vantagem na perpetuação (evolução, sua linda), outras o fazem ter desvantagens, outras só dão resultados curiosos e outras ainda, mesmo que raramente, atribuem a seus portadores poderes acima do normal. E eles nos fascinam. Listamos algumas destas pessoas que nasceram assim, superpoderosos:


Torto:
 o mineiro Bruno Moreno dobra os cotovelos e joelhos para trás, alonga o pescoço, estica  a língua até a ponta do queixo e quase tira o gogó do pescoço. A sua mutação lhe rendeu hipermobilidade, além do apelido.


Iceman: 
A Condessa de Sangue e os médicos nazistas, que matavam suas vítimas submetendo-as a baixíssimas temperaturas, teriam bastante trabalho com o holandês Wim Hof. Ele consegue suportar por horas temperaturas que matariam qualquer ser-humano em minutos. Ele já nadou 80 metros sob o gelo, ficou mais de 1 hora imerso em água gelada e correu meia maratona só de short... no Pólo Norte. Os cientistas ainda não conseguiram explicar.


Cat Boy: Nong Youhui seria só mais um menino chinês se não fosse por seus olhos. Eles são azuis e brilham no escuro, como os de um gato. O garoto enxerga perfeitamente bem mesmo sem luz, conseguindo até ler no mais profundo breu. O que lhe confere essa habilidade é uma doença rara chamada leucodermia.


Flash: um atleta, no auge da sua forma, faz 30 flexões em cerca de 30 segundos. Lu Dei leva leva 10 segundos. E ele tem 6 anos. O chinesinho treina desde os 4 anos (oi?) e já conseguiu fazer 10 mil flexões em 3 horas e 20 minutos sem parar. Todavia, sua velocidade na corrida e luta é igual a de qualquer menino comum. Vai entender.



Guerreiro de Shaolin: 
ele também é chinês, tem 48 anos, 1,60m, se chama Shi Yan Ming e é monge do lendário Templo de Shaolin. Mas não mexa com Shi Yan Ming. Se ele se enfezar, só precisa de 3 cm de distância para dar um soco que irá desfigurar a sua cara. A potência do golpe deste monge guerreiro é equivalente a um carro a 50 km por hora. São quase 400 kg jogados contra o oponente. Claro que o treino à la Kill Bill definiu a técnica, mas algumas alterações genéticas foram vitais: concentração de colágeno (atribui força) e controle neurológico (comunicação entre neurônios e músculos) maior do que a média. 

Mega Memo: Qual é a cor do embrulho do último presente que vc ganhou? Jill Price lembra do dela. Não só disso, mas como de qualquer detalhe que tenha acontecido com ela desde 1980. A primeira lembrança da americana é ainda no berço, pouco antes dos 2 anos de idade. Os registros foram ficando cada vez mais intensos até que, aos 34, ela procurou ajuda. Médicos descobriram que muitas áreas do seu cérebro são anormalmente maiores do que a média e ela foi diagnosticada com a síndrome de hipertiméstica (do grego, "se lembrar"). Este dom, todavia, é um fardo para ela, que sofre de depressão.


Os Verdadeiros Heróis
Mas, afinal, o que efetivamente caracteriza um herói? Fazer bem à sociedade, salvar vidas, promover a paz, a igualdade e tudo mais, certo? Para nossa sorte, a história está cheia deles. Como Rosa Parks, a senhora negra que, em 1955, negou ceder seu lugar no ônibus a um branco, disparando a reinvindicação dos direitos dos negros; Harvey Milk, político norte-americano que lutou pelos direitos civis dos homossexuais; Zilda Arns, pediatra brasileira fundadora da Pastoral da Criança que desenvolveu inúmeros trabalhos na luta contra desnutrição infantil e até mesmo Alfredo Moser, mecânico brasileiro que, em 2011, inventou a lâmpada de garrafa pet, idéia que, mesmo sem render nenhum centavo ao seu criador, é orgulho dele por ajudar milhares de pessoas na África e Ásia. 

Eles e muitos outros são os que realmente fizeram diferença. São o exemplo de que heróis não são feitos de cintos de utilidades ou poderes paranormais, mas sim ideais e coragem.

Alias, o Torto, aquele mineiro mega flexível, usa sim seus poderes para o bem: aproveitando a mídia que conseguiu, divulga seu projeto social de conscientização contra as drogas. Isso não é ser super-herói?

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Você está sempre solteiro(a)? Uma mutação no gene do receptor de serotonina 5-HT1A pode influenciar as perspectivas românticas de uma pessoa, segundo estudo feito com 579 universitários chineses.

Muitos fatores podem influenciar quando uma pessoa está para se apaixonar: sociológicos e psicológicos, demografia, aparência externa, personalidade, mas segundo o professor Zhou Xiaolin, da Universidade de Pequim, fatores genéticos também.

“Comportamentos relacionados ao amor, como pareamento e afiliação afetiva, estão associados aos níveis de serotonina no cérebro. Em animais não humanos, a diminuição dos níveis de serotonina diminui a receptividade sexual feminina e induz a agressão em relação aos machos ”, disse o professor Zhou.

O professor Zhou e seu grupo mostraram que o genótipo C-1019C (CC) do receptor de serotonina 5-HT1A está associado a relacionamentos mais seguros. Observando que os níveis de serotonina foram documentados para influenciar as relações humanas, o grupo de pesquisa levantou a hipótese de que seria mais fácil para os portadores de CC desenvolver e manter relacionamentos próximos com os outros, tornando-os mais propensos a estar em um relacionamento.

Para testar sua hipótese, eles compararam o status da relação de estudantes chineses expressando diferentes versões do gene 5-HT1A. Descobriram então que, enquanto 50,4% dos indivíduos portadores do genótipo CC estavam em relacionamentos, apenas 39% daqueles com os polimorfismos CG ou GG estavam namorando no momento do estudo.

“49,6% dos portadores de CC e 61% dos portadores de CG ou GG são solteiros. Ou seja, os portadores de alelo G têm 23% mais chances de serem solteiros do que outros indivíduos”, disse o Prof. Zhou.

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Um estudo realizado por cientistas da MIT, Harvard e Instituto Whitehead, comprovou que não há diferenças entre homens e mulheres além das físicas. Machos e fêmeas (eles não se limitaram aos seres humanos) têm suas divergências inscritas na carga genética, porém elas não justificam tratamento desigual entre colegas de escritório, por exemplo.Continue lendo...