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Atualmente o termo correto é homossexualidade. De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), ela não é uma doença, portanto, não há o que curar. No Brasil, desde que os conselhos de psicologia retiraram a homossexualidade da lista de distúrbios psicológicos, é proibida qualquer iniciativa de reversão da homossexualidade e os profissionais envolvidos nestes tipos de "tratamento" estão sujeitos a processo nos seus respectivos conselhos regionais de psicologia, correndo o risco de perderem o direito de trabalhar na área.

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Estes pronomes pejorativos para homens e mulheres homossexuais, utilizados apenas no Brasil, surgiram das seguintes formas:

Sapatão: embora o Chacrinha tenha ajudado muito na popularização do termo com a música "Maria Sapatão", este apelido nasceu na década de 70 pela observação de que algumas lésbicas, descartando os delicados calçados femininos, optavam por sapatos masculinos. Como era muito difícil um sapato masculino de número baixo, acabavam ficando com sapatos proporcionalmente muito grandes. Eram as chamadas "sapatões". 

Veado: este já envolve o comportamento do animal mesmo. Na época de acasalamento, os machos produzem muito esperma. Todavia, não são todos que conseguem acasalar. Daí eles precisam se livrar do sêmem acumulado nos testículos e (como não têm preconceitos como os humanos) montam uns nos outros, formando verdadeiros trenzinhos. Acontece que, mesmo após o coito, muitos machos acabam criando laços afetivos e convivendo como um casal. Somando isso aos trejeitos delicados e graciosos do animal, o apelido foi vinculado à imagem do homem gay. 


É importante lembrar que o comportamento homossexual no reino animal não é exlusividade dos veados. Em um estudo do pesquisador, Bruce Bagemihl, feito em 1999, foi identificado comportamento homossexual em aproximadamente 1.500 espécies de animais, indo de mamíferos a vermes intestinais.

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Amanda Mancio

Amanda Mancio

É o nome popular do polêmico Projeto de Decreto Legislativo 234/11, de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), que foi aprovada pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) no dia 18 de junho de 2013. 

A resolução nº 1/99 do Conselho Federal de Psicologia, em dois artigos, proíbe os psicólogos de tratar a homossexualidade como algo patológico (doença) e/ou estimular uma alteração sexual no paciente. 

A proposta, apelidada pela população de "Cura Gay", prevê a remoção destes trechos. Ou seja, com a lei aprovada, os psicólogos podem tratar a homossexualidade como uma característica patológica e reversível.

De acordo com a OMS - Organização Mundial de Saúde, a homossexualidade não pode ser considerada uma doença, logo não é passível de cura.

Mesmo com a aprovação da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, o texto ainda precisa ser votado pelas comissões de Seguridade Social e Família e de Constituição e Justiça, depois pelos deputados federais e, por último, pelo Senado, para ser então validado.

Você pode ler a proposta completa e formar a sua opinião. O que você pensa sobre o assunto?

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Poucos. Na Roma antiga, a homossexualidade masculina era extremamente comum e com as mais diversas finalidades. Mas a diversão carnal (homo ou hétero) era vista como algo de direito masculino, sendo privado das mulheres (temos resquícios dessa mentalidade até hoje) sendo comum a máxima "com homens para diversão, com mulheres para reprodução". Portanto, lesbianismo não era visto com bons olhos pelo Império Romano. E, mesmo não sendo preconceitualizado em outras sociedades, ainda assim existem poucos registros em decorrência do descaso geral com que a história tratou as mulheres. Mas que existia, claro, existia. A própria Roma antiga tem registro de um homem que matou a esposa ao encontrá-la na cama com outra. Todavia, o primeiro texto poético que sugere a atração entre mulheres data de 2300 a.C. e é de autoria da princesa e sacerdotisa da Acádia - Enheduanna. Se tratam de hinos em louvor à deusa da guerra Inanna, nos quais a sensualidade da deusa é fortemente ressaltada, chegando a chama-la de "esposa". 


Deusa Inanna

Um texto do antigo Egito se refere a um feitiço de amor feito por uma mulher chamada Sarapias com a finalidade de seduzir outra mulher - Herais. De acordo com algumas lendas, o deus hindu Ganesha é fruto de uma relação entre duas deusas. 

Ganesha

O código de Hamurábi (monolito mesopotâmico de cerca de 1.700 a.C. que é o primeiro registro de um código de leis) menciona uma figura chamada "salzikrum", descrita como uma mulher masculinizada que podia ter várias esposas, direito de hereditariedade e que provavelmente nunca teve filhos. O próprio nome do personagem significa "filha-macho". 

Na China, era normal casais femininos onde elas se relacionavam como marido e mulher, sendo que a prática tinha até um nome distinto: dui shi.Além de registros de tribos primitivas onde a relação entre mulheres era comum, quando não exclusiva.

Mas quem marcou essa história foi a poetisa grega Safos, que, a cerca de 600 a.C., registrou abertamente seus desejos sexuais também por pessoas do mesmo sexo. Sua poesia erótica e política rendeu-lhe polêmicas antes e depois da morte, tendo seus textos queimados no Império Romano. Ela também é a responsável pelo termo "lésbica" - a poetisa nasceu na ilha de Lesbos.

Safos, poetisa grega de 600 a.C

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Leonardo Gabriel

Leonardo Gabriel

Não - foi a reposta oficial do seu criador, Stephen Hillenburg, quando questionado diretamente sobre isso numa coletiva de imprensa em Cingapura, em 2005, durante a campanha de lançamento do filme da esponja ingênua. Mas continuou: ele disse que Bob também não é hétero e que ele e Patrick são assexuados. Disse ainda que a polêmica não tem fundamento, pois o desenho foi criado sem essa preocupação, mas sim unicamente com o intuito de divertir.

Do outro lado, o radialista evangelista norte-americano James Dobson acusa o Calça Quadrada de ter um discurso pró-gay e a Comissão Nacional sobre assuntos para a defesa da moral ucraniana acusa o desenho, assim como outros, de serem “projetos especiais dirigidos à destruição da família e à propaganda do vício em drogas”, além de “criar criminosos e pervertidos”.

Hillenburg, que antes de trabalhar com animação era professor de ciências marinhas, vive em Hollywood, é casado e tem um filho de 6 anos, completa: "existem coisas mais importantes com que nos preocuparmos".