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Conclusões passadas davam conta de que seria o ovo, graças à evolução onde dois animais semelhantes (sem serem galinhas) teriam cruzado e originado um ovo que se tornaria o primeiro ovíparo. Mas uma descoberta mais recente aponta que a galinha veio primeiro. Segundo os cientistas, a formação da casca do ovo depende de uma proteína que só é encontrada nos ovários deste tipo de ave. Portanto, o ovo só existiu depois que surgiu a primeira galinha. A descoberta foi revelada no documento "Structural Control of Crystak Nucleo by Eggshell Protein", que em tradução livre quer dizer: Controle Estrutural de Núcleo de Cristais pela Proteína da Casca do Ovo.

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Arley Dagler Zanini

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O Chester® é uma galinha geneticamente modificada, resultado do cruzamento de 11 linhagens diferentes da ave.

A história começou no fim da década de 70, quando o Peru de Natal da Sadia dominava a ceia no fim do ano e a Perdigão ficava se roendo de recalque. Com o objetivo de tombar com a cara da concorrente e dominar o mercado, a Perdigão trouxe 11 linhagens de frangos escoceses, com o objetivo de criar uma galinha diferenciada: magra, porém peituda e com a coxa grossa.

Chester® à brasileira com couve frita e farofa de castanha de caju.Veja a receita

No passado, a Perdigão fez de tudo para esconder as imagens do Chester® vivo e isso aguçou a curiosidade das pessoas, fazendo surgir muitas histórias bizarras sobre o frango.

Muitos diziam por aí que o Chester® nunca foi exposto vivo porque ele seria tão feio e anormal que os consumidores, depois de ver, não sentiriam mais vontade de comê-los. Essas histórias falam sobre anomalias nas penas, olhos desproporcionais, dificuldade de se movimentar do animal devido ao desequilíbrio gerado pelas formas e outras coisas.

Por fim, há alguns anos a Perdigão divulgou fotos do bicho, para acabar com esses boatos. Mas os mais céticos duvidam que os penosos da imagem sejam de fato Chesters.

De acordo com a marca, o motivo de tanto segredo era evitar cópias do padrão genético e garantir a exclusividade. Eles também fazem questão de ressaltar que toda a modificação é baseada em cruzamento genético, sem interferência de drogas, antibióticos ou anabolizantes.
Se vc encontrou o link oculto no post, saiba que a comparação não tinha o intuito de ofender ninguém. ;-)

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No Cristianismo, a Páscoa significa o renascimento e a vida nova, foi assim que escolheram o coelho, um animal fértil, que se reproduz em muita quantidade para representar esta festa.

Já a tradição do Ovo de Páscoa, veio muito antes de Cristo. Antigamente na Europa, as pessoas trocavam ovos para marcar o Equinócio, ou seja, o fim do Inverno e início da Primavera. Com a chegada do Cristianismo, a Páscoa integrou à Semana Santa esta troca de ovos, e viram nesta simbologia a ressurreição de Cristo. Mas nesta época a troca ainda era de Ovos de Galinhas decorados ou não. A cultura do chocolate nos foi passada pelos franceses, e desde o século XIX os doces fazem parte das festividades.

Que bom que hoje em dia os ovos de páscoa são de chocolate, por que se fosse de galinha não seria tão legal né. Se você concorda comenta aí "Quero uma galinha que bote ovos de chocolate! ;-)"

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Pesquisa publicada na revista científica Animal Cognition mostrou que a inteligência dos galináceos (galinhas e galos) têm uma capacidade mental maior que de crianças

As galinhas são muito boas na arte da enganação, dizem os pesquisadores: os galos chamam as galinhas para comer mesmo quando não há comida, apenas para atrair as fêmeas. Quando estão na época de acasalamento, os galos também costumam cantar bem baixinho quando há outros galos por perto, para não avisar os rivais que há galinhas por perto.

Essa tática de manipulação social, também chamada de Inteligência Maquiavélica, só é comum em algumas poucas espécies de mamíferos, incluindo primatas.

As galinhas também entendem de números. Os pintinhos de até 5 dias de idade entendem quantidades, assim como soma e subtração. Muitos animais entendem tempo, mas as galinhas conseguem fazer viagem no tempo mental, lembrando de coisas do passado e pensando no futuro.

Galinhas usam pelo menos 24 formas de se comunicar com a voz, e várias outras formas de comunicação visual.

No que os cientistas chamam de comunicação referencial, eles explicam que outros animais como macacos e outras aves se comunicam de jeitos diferentes dependendo da situação, e se referem a diferentes. As galinhas fazem isso também. Elas tem uma voz de alarme para predadores voadoras e outra para predadores terrestres.

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