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Anônimo

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Em 1930, no Uruguai, que foi o grande campeão. Neste ano não foram feitos jogos eliminatórios, os 13 times que participaram foram convidados da FIFA. As duas copas seguintes ocorreram normalmente (1934 e 1938), mas as copas de 1942 e 1946 foram suspensas devido a 2º Guerra Mundial. Em 1950 a competição voltou e nunca mais teve interrupções. A copa de 1950 aconteceu no Brasil, que perdeu a final por 2x1 para o Uruguai.

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Futebol traz mais tristeza que alegria, aponta estudo

Todo torcedor de futebol já sofreu pelo seu time. Uma derrota de virada, um gol sofrido no último minuto, um título perdido, um rebaixamento. Gritos, choro e até ficar sem dormir são reações comuns a um torcedor fanático. É racional torcer por um time de futebol? De acordo com a ciência, a resposta tende a ser NÃO. No longo prazo, o futebol faz as pessoas menos felizes. Para chegar a essa conclusão, Peter Dolton e George MacKerron, da Universidade de Sussex, usaram estudos sobre a felicidade de britânicos em diferentes momentos da semana.

Eles cruzaram essas informações com dados de todas as partidas de futebol na Inglaterra e Escócia, nas temporadas de 2011 a 2013. A constatação foi que uma vitória do time local tinha efeito positivo, mas escala muito inferior ao efeito negativo de uma derrota. Mais: o efeito positivo da vitória durava bem menos do que o efeito negativo de um revés. Isso porque eles são mais intensos que as emoções de uma vitória. Ou seja, dá para afirmar com certeza que o futebol traz mais tristeza do que alegria.

No caso de quem frequenta estádios constantemente, tanto vitórias quanto derrotas têm impacto significativamente maior sobre a felicidade. Mas o resultado final permanece: essas pessoas sentem mais infelicidade depois de uma derrota do que prazer depois de uma vitória. Com tantas evidências mostrando que o futebol cria mais frustração do que alegria, uma pergunta surge imperiosa: a não ser que seu time seja uma máquina e vença a maioria dos jogos, ir ao estádio ou investir emocionalmente em sua equipe não seria um erro?

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Por que a falha do goleiro no futebol leva o nome de frango?

Na gíria do futebol, "frango" é aquela falha pavorosa do goleiro. Uma bola teoricamente fácil de ser defendida. A teoria mais aceita para a criação do termo é que, ao escapar do goleiro, a bola ruma mansinha para o gol, como um frango que evita quem tenta pegá-lo, O goleiro, por sua vez, fica só com as penas da ave na mão. Mas qual é a origem da palavra que é o terror dos arqueiros?

O criador da expressão foi o jornalista “Zé de São Januário”, fanático torcedor do Vasco da Gama, que nos anos 40, escrevia uma coluna no “Jornal dos Sports”. Foi ele quem chamou de “frangueiro” um goleiro do seu time que se agachou bem ao estilo de um “pegador de frango” para defender uma bola fácil e levou o gol. No dia seguinte “Zé de São Januário” escreveu, que o goleiro engolira um “frango”.

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Trave do 7 x 1 será doada à Alemanha e rede será revertida em dinheiro para caridade

Depois de quatro anos, os 7 x 1 sofridos pelo Brasil na semifinal da Copa do Mundo de 2014 voltam a ser notícia. Mas por uma boa causa: a rede que levou cinco gols alemães no primeiro tempo e o gol de honra do Brasil, marcado por Oscar, será repartida em 8150 pedaços, que serão vendidos para quem quiser uma relíquia daquela partida. O dinheiro será revertido para caridade e cada pedaço custará 71 euros (300 reais), numa referência ao placar do jogo.

A iniciativa surgiu de um acordo entre a administração do Mineirão, consulado da Alemanha no Brasil e a Dahw - ONG alemã que há 60 anos capta recursos para tratar pessoas com hanseníase. O acordo foi anunciado nesta terça feira (5) no gramado do estádio. A partir da semana que vem, uma das traves do 7 x 1 estará exposta no Museu do Futebol Alemão, em Dortmund.

Segundo Burkard Kömm, CEO da Dahw, “a ideia é inverter o 7 a 1 investindo em projetos sociais no Brasil". Não é um leilão ou venda: quem doar para tratamento da hanseníase receberá um único pedaço da rede - não importa se a doação é de 71 euros ou 1 milhão de euros, destacou Kömm. A gerente de relações institucionais do estádio, Ludmila Ximenes, procurou o consulado alemão para “tentar extrair algo positivo daquele jogo” e conheceu o trabalho da Dahw.

As ações começaram há algumas semanas, mesmo antes da apresentação oficial do projeto e já deram resultado. A trave e as redes embarcam para a Alemanha na semana que vem acompanhadas de 100 mil euros (cerca de R$ 450 mil) arrecadados junto a patrocinadores. O valor total das doações pode chegar a R$ 2 milhões, segundo a Dahw.

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Goleiro dá entrevista com jogo em andamento e toma gol logo depois

Jogadores concedem entrevistas no meio de uma partida de futebol. Nesse caso, não no intervalo entre os tempos, mas com a bola rolando. Aconteceu em 1º de agosto, em Atlanta, em um amistoso entre a Seleção da MLS (a liga dos EUA) e a Juventus, da Itália.

Aos 18 minutos e meio do primeiro tempo, durante a transmissão, o comentarista Taylor Twellman, da ESPN, fez contato com o goleiro americano Brad Guzan, da equipe americana. Como isso foi possível? Guzan estava usando um microfone e um fone de ouvido.

Com a Seleção da MLS no ataque, Twellman questionou o camisa 1 sobre sua confiança em jogar com os pés. “Nós começamos a jogar desde trás. Tata [Martino] nos incentiva a manter a posse da bola”, respondeu Guzan, citando o técnico argentino do Atlanta United.

Guzan subitamente interrompeu a conversa, incentivando e repreendendo sua equipe aos berros, pois a Juventus tinha recuperado a bola. O time logo parou a jogada com uma falta. Em seguida, Guzan disse para a emissora: “Desculpe, rapazes, estou gritando nos seus ouvidos”.

A entrevista teve uma breve sequência. “Está tudo bem. Brad, em uma escala de zero a dez, o quanto é difícil falar com a gente usando esse equipamento? Agradecemos por estar conosco.” Guzan disse que era “um prazer” falar ao vivo durante o jogo

Curiosamente, apenas 23 segundos depois da interrupção do contato, Guzan levou um gol, feito de cabeça pelo atacante Favilli. O goleiro não falhou no lance. Mas será que a conversa não tirou a concentração do arqueiro na jogada?

Há uma outra pergunta: as regras do futebol permitem que um jogador use esse tipo de equipamento? A Regra 4, que trata do uniforme, diz: um jogador não pode estar equipado com, ou vestir qualquer coisa, que seja perigosa para ele ou para outro jogador. O que você acha da ideia?

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Corinthians é o maior clube nas redes sociais fora da Europa

Especializada em comunicação digital, a agência alemã RESULT Sports, divulgou um estudo em 18 de julho, no qual aponta os maiores clubes do mundo nas redes sociais. O Corinthians, 15° colocado, lidera entre os clubes não-europeus mencionados na lista.

Logo atrás do Alvinegro aparece o Flamengo que, segundo a empresa alemã, possui cerca de 300 mil seguidores a menos que o clube paulista na somatória de suas redes. Ao todo, 198 clubes de todo o mundo foram listados na publicação.

Confira abaixo as colocações de todos os clubes brasileiros lembrados pelo estudo:
15° Corinthians - 21.364.245 de seguidores
16° Flamengo - 21.042.980 de seguidores
27° São Paulo - 13.242.285 de seguidores
33° Palmeiras - 9.432.285 de seguidores
35° Santos - 8.493.826 de seguidores
38° Grêmio - 7.462.407 de seguidores
40° Cruzeiro - 6.520.034 de seguidores
43° Vasco - 5.925.863 de seguidores
44° Chapecoense - 5.866.368 de seguidores
47° Atlético-MG - 5.668.112 de seguidores
63° Internacional - 4.571.958 de seguidores
83° Fluminense - 3.108.119 de seguidores
84° Sport - 3.060.427 de seguidores
85° Botafogo - 3.052.072 de seguidores
112° Atlético-PR - 1.874.952 de seguidores
123° Coritiba - 1.939.052 de seguidores
132° Vitória - 1.777.157 de seguidores
188° Figueirense - 1.095.561 de seguidores
192° Goiás - 1.039.482 de seguidores
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O que os Coríntios da Bíblia tem a ver com o Corinthians do futebol?

Até o século V a.C, Corinto era uma cidade de segunda divisão na Grécia Antiga. Apesar de ter boas relações comerciais, não chegava nem aos pés de Atenas (uma espécie de Real Madrid das cidades gregas). Só quando Atenas entrou em guerra com sua maior rival, Esparta (o Barcelona), é que a cidade pode organizar sua liga política. Dessa liga, surgiu o mais famoso imperador da antiguidade: Alexandre Magno. Um conquistador megalomaníaco, que saiu dos confins da Macedônia para conquistar quase a totalidade do mundo conhecido à época.

Ele conquistou a Mesopotâmia, o Egito, o Afeganistão e grande parte da Europa. Mas era meio maluco: quem seria capaz de encarar uma manada de elefantes numa batalha num reino desconhecido. Os generais de Alexandre estavam com medo, mas ele resolveu adentrar a Índia: cinco mil elefantes esperavam quem ousasse entrar no vale do rio Ganges. Isolada, a Índia não sofreu influência do Ocidente até quase o fim do século XIX. Ela se tornou um território governado pelos ingleses, a potência global da época.

Com a Revolução Industrial, os ingleses tinham mais dinheiro que o resto do mundo somado, impactando todas as áreas de atividade humanas. Reflexo disso foi o surgimento de um time que goleou o hoje famoso Manchester United por 11 a 3: o Corinthians. Numa excursão ao Brasil, o time inglês impressionou ao golear o Palestra Itália (hoje Palmeiras) e inspirou um grupo de operários paulistas a batizar seu time de Corinthians. Era uma homenagem do timaço inglês ao povo daquela cidade grega de segunda divisão. Ou seja, uma ligação de 2500 anos...

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Michael Douglas

Michael Douglas

É o inglês Sheffield Football Club. Ele surgiu da vontade de um grupo de jogadores de críquete que queriam ter um esporte para ser praticado também durante o inverno. Então, em 24 de outubro de 1857, William Prest e Nathaniel Creswick juntaram os amigos e se valeram de um jogo já popular desde 1855, mas sem regras oficiais - o futebol. 

Eles foram os pioneiros em estabelecer regras para o jogo. Todavia, como não havia outro time, eles formavam entre si para jogar (casados x solteiros, amadores x profissionais).

Curiosidade: por opção própria, o time nunca se profissionalizou e existe até hoje, mas como amador. Abaixo, uma foto do time na época e o escudo oficial do time.