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Bares criam código para ajudar mulheres que estão em perigo em um encontro

Muitas mulheres ficam amedrontadas num primeiro encontro ruim. Nos Estados Unidos e na África do Sul, bares criaram a “bebida secreta” como código para mulheres em situação de risco.

A técnica funciona da seguinte maneira: se a moça pedir um “Angel shot” puro, o barman vai acompanhá-la até o carro; se pedir com gelo, o garçom vai pedir um Uber ou um Lyft. E, se pedir com limão, vai chamar a polícia. As informações são do portal Daily Mirror.

Em cartazes colados principalmente nos banheiros femininos dos estabelecimentos, encontram-se os seguintes dizeres:

“Você está num encontro que não está fluindo muito bem? O seu pretendente do Tinder mentiu sobre quem era no perfil da rede social? Você se sente insegura ou numa situação estranha? Nós vamos te ajudar. Vá ao bar e peça um Angel Shot.”

No Reino Unido, cartazes semelhantes orientavam as mulheres a pedirem a bebida como código para evitar a violência sexual ou outros tipos de abuso.

Os cartazes fizeram sucesso e foram compartilhados mais de 60 mil vezes por usuários do Facebook. Apesar da propagação do código, alguns usuários defendem que o compartilhamento não impede que as mulheres peçam o drink nos bares.

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A explicação é hormonal.

Quando as garotas estão mais íntimas umas com as outras, a ocitocina é liberada no cérebro e provoca uma sensação boa. Este hormônio é responsável pela sensação de prazer quando a mãe tem o seu bebê e também quando o pai segura o seu filho nos braços. Vários especialistas a denominam hormônio do amor.

Um estudo recente confirma que a maioria dos homens tem menos células cerebrais que são estimuladas em situações relacionais, homens são simplesmente menos equipados para ler emoções. Por isso mulheres costumam ir o banheiro juntas, como seres mais relacionais elas sentem prazer na companhia de outras. Simples assim. ;-)

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Uma pesquisa produzida pelo jornal britânico Sporting Intelligence, analisou a remuneração de 465 times de 29 ligas, em 16 países e 9 modalidades diferentes e evidenciou que a disparidade está presente em todos os esportes.

No basquete, uma jogadora ganha até 96 vezes menos do que um jogador de mesmo nível técnico.

No futebol, a média salarial de um único jogador é maior do que a média de um time inteiro com vinte atletas de futebol feminino.

No handebol, o ganho médio das jogadoras na Europa não passa de 34 mil dólares, enquanto os homens possuem médias salariais que superam a casa dos milhões.

Mesmo em esportes como o tênis, em que o assunto é amplamente discutido há décadas, alguns torneios ainda apresentam grandes diferenças. Há campeonatos em que o valor da premiação para as mulheres chega a ser metade do que é entregue aos atletas masculinos.

Esta bola de basquete da Penalty que está na minha mão, está à venda à partir de hoje na Netshoes e 100% da renda será revertida para ONGs de empoderamento feminino.

Também fazem parte da campanha, bolas de futebol de campo, handebol e vôlei.

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A Pênalty doou a produção e a Netshoes doou a logística.

A campanha é da ESPN e tem todo o apoio do MUITOinteressante!

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