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Existe uma coisa muito simples que você pode fazer por você mesmo que, de acordo com a ciência, pode ajudar a melhorar distúrbios de humor, te deixar mais saudável, aumentar a sua memória, te fazer dormir melhor e te deixar mais feliz. Chama-se escrita expressiva, que é quando você escreve a sua própria história para você mesmo ler.

Um estudo realizado pelo dr Timothy D. Wilson, professor de psicologia da Universidade de Virgínia, nos EUA mostrou que escrever sobre si mesmo pode promover mudanças comportamentais e te deixar mais feliz.

O estudo partiu do princípio de que o que molda a visão que temos do mundo e de nós mesmos é a Nossa história de vida. Tudo o que a gente passou para estar aqui até hoje.

O problema é que muitas vezes, não temos consciência da nossa história e com isso, nossa vida segue sendo guiada apenas intuitivamente. Inconscientemente. Por isso é tão normal as vezes a gente se sentir meio perdido na vida.

O que os pesquisadores dizem é que quando você escreve sua história pessoal, passado, presente e futuro, dando detalhes sobre a sua personalidade e sobre quem você é, você passa a se conhecer melhor e entender, conscientemente os motivos de você ser essa pessoa maravilhosa - ou nem tanto - que você é, além de entender de forma concreta, quem você gostaria de ser.

Tá, e daí. O que adianta conhecer a minha história? Como isso pode me deixar mais feliz? Então, o segredo está em reescrever a história. Depois de escrever, você deve ler o que escreveu e propor uma edição sincera, acrescentando coisas que poderia fazer ou deixar de fazer para superar suas características ruins e fortalecer as boas.

De acordo com os resultados do estudo, quando a gente faz esse exercício constantemente, ficamos mais conscientes de quem somos, nossos defeitos, qualidades e limitações. E com essa consciência fica muito mais fácil transformar mau hábitos em atitudes que podem ajudar a construir a história que você quer pra você. Muito interessante, né?

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Fontes: 1, 2, 3

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Precisamos de R$ 25 mil por mês para sermos felizes, aponta estudo

Dinheiro traz felicidade? Um estudo pesquisou qual a quantidade de dinheiro que as pessoas precisam para serem felizes. Segundo os pesquisadores,o valor é muito menor do que se imagina. Há um limite para o benefício trazido pelo dinheiro e o local onde se vive influencia nisso. “Isso é surpreendente, já que o que vemos na TV e aquilo que os publicitários nos dizem é que precisamos de mais dinheiro para sermos felizes”, diz Andrew Jebb, autor do estudo e pesquisador do Departamento de Psicologia da Universidade Purdue, nos EUA.

Os dados da pesquisa mostram que há um limite a partir do qual o dinheiro não influi mais na felicidade das pessoas. Os autores do estudo usaram dados do Gallup World Poll, que ouviu mais de 1,7 milhão de pessoas de 164 países diferentes com idades a partir dos 15 anos. Os participantes responderam a perguntas sobre o nível de satisfação, bem-estar e sobre o poder de compra que gostariam de ter na vida. Os resultados mostraram que “o ponto ideal de satisfação com a vida se situa nos R$ 306 mil e nos R$ 193 mil a R$ 241 mil anuais para o bem-estar emocional”.

A satisfação é descrita por Jebb como “o ponto além do qual não se ganha mais felicidade com o incremento de renda”. A razão é que o dinheiro supre necessidades básicas, como pagar contas e comprar comida. Cumpridas essas metas, as pessoas são “movidas por comparações sociais que, em última instância, podem diminuir o bem-estar”, dizem os cientistas. O valor de mais satisfação associado à renda está na Austrália R$ 400 mil). Já na América Latina e Caribe o valor é de R$ 112 mil. Ou seja, quanto mais rico o país, mais o dinheiro importa, pois nos comparamos com os semelhantes.

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