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Existe uma coisa muito simples que você pode fazer por você mesmo que, de acordo com a ciência, pode ajudar a melhorar distúrbios de humor, te deixar mais saudável, aumentar a sua memória, te fazer dormir melhor e te deixar mais feliz. Chama-se escrita expressiva, que é quando você escreve a sua própria história para você mesmo ler.

Um estudo realizado pelo dr Timothy D. Wilson, professor de psicologia da Universidade de Virgínia, nos EUA mostrou que escrever sobre si mesmo pode promover mudanças comportamentais e te deixar mais feliz.

O estudo partiu do princípio de que o que molda a visão que temos do mundo e de nós mesmos é a Nossa história de vida. Tudo o que a gente passou para estar aqui até hoje.

O problema é que muitas vezes, não temos consciência da nossa história e com isso, nossa vida segue sendo guiada apenas intuitivamente. Inconscientemente. Por isso é tão normal as vezes a gente se sentir meio perdido na vida.

O que os pesquisadores dizem é que quando você escreve sua história pessoal, passado, presente e futuro, dando detalhes sobre a sua personalidade e sobre quem você é, você passa a se conhecer melhor e entender, conscientemente os motivos de você ser essa pessoa maravilhosa - ou nem tanto - que você é, além de entender de forma concreta, quem você gostaria de ser.

Tá, e daí. O que adianta conhecer a minha história? Como isso pode me deixar mais feliz? Então, o segredo está em reescrever a história. Depois de escrever, você deve ler o que escreveu e propor uma edição sincera, acrescentando coisas que poderia fazer ou deixar de fazer para superar suas características ruins e fortalecer as boas.

De acordo com os resultados do estudo, quando a gente faz esse exercício constantemente, ficamos mais conscientes de quem somos, nossos defeitos, qualidades e limitações. E com essa consciência fica muito mais fácil transformar mau hábitos em atitudes que podem ajudar a construir a história que você quer pra você. Muito interessante, né?

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Fontes: 1, 2, 3

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Segundo a especialista, esse “medo” de ser feliz ou de sentir prazer não é algo que quem sofre fala. Muitas vezes, até eles não têm consciência que reagem dessa forma com a vida.

Os indícios de querofobia que costumam ser visíveis, se manifestam a partir de conflitos com pessoas que gostam ou por meio de sentimentos viscerais, como uma repentina necessidade de escapar ou uma ansiedade incomum, dores de estômago, dores de cabeça e sensações ruins depois de um acontecimento positivo.

Ou seja, quem tem medo de felicidade, já enfrentou alguma situação ruim logo após ter experimentado algum acontecimento positivo. Assim, associaram sensações positivas a momentos negativos, criando um trauma. Muitas das vezes, esses episódios acontecem durante a infância e são situações que as crianças não conseguem assimilar.

Para destruir esse padrão, é necessário trabalhar com sessões de terapia. O especialista deve ajudar o paciente a enterrar o passado e trabalhar no presente para construir um futuro melhor.

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