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Existe uma coisa muito simples que você pode fazer por você mesmo que, de acordo com a ciência, pode ajudar a melhorar distúrbios de humor, te deixar mais saudável, aumentar a sua memória, te fazer dormir melhor e te deixar mais feliz. Chama-se escrita expressiva, que é quando você escreve a sua própria história para você mesmo ler.

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Segundo a especialista, esse “medo” de ser feliz ou de sentir prazer não é algo que quem sofre fala. Muitas vezes, até eles não têm consciência que reagem dessa forma com a vida.

Os indícios de querofobia que costumam ser visíveis, se manifestam a partir de conflitos com pessoas que gostam ou por meio de sentimentos viscerais, como uma repentina necessidade de escapar ou uma ansiedade incomum, dores de estômago, dores de cabeça e sensações ruins depois de um acontecimento positivo.

Ou seja, quem tem medo de felicidade, já enfrentou alguma situação ruim logo após ter experimentado algum acontecimento positivo. Assim, associaram sensações positivas a momentos negativos, criando um trauma. Muitas das vezes, esses episódios acontecem durante a infância e são situações que as crianças não conseguem assimilar.

Para destruir esse padrão, é necessário trabalhar com sessões de terapia. O especialista deve ajudar o paciente a enterrar o passado e trabalhar no presente para construir um futuro melhor.

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Precisamos de R$ 25 mil por mês para sermos felizes, aponta estudo

Dinheiro traz felicidade? Um estudo pesquisou qual a quantidade de dinheiro que as pessoas precisam para serem felizes. Segundo os pesquisadores,o valor é muito menor do que se imagina. Há um limite para o benefício trazido pelo dinheiro e o local onde se vive influencia nisso. “Isso é surpreendente, já que o que vemos na TV e aquilo que os publicitários nos dizem é que precisamos de mais dinheiro para sermos felizes”, diz Andrew Jebb, autor do estudo e pesquisador do Departamento de Psicologia da Universidade Purdue, nos EUA.

Os dados da pesquisa mostram que há um limite a partir do qual o dinheiro não influi mais na felicidade das pessoas. Os autores do estudo usaram dados do Gallup World Poll, que ouviu mais de 1,7 milhão de pessoas de 164 países diferentes com idades a partir dos 15 anos. Os participantes responderam a perguntas sobre o nível de satisfação, bem-estar e sobre o poder de compra que gostariam de ter na vida. Os resultados mostraram que “o ponto ideal de satisfação com a vida se situa nos R$ 306 mil e nos R$ 193 mil a R$ 241 mil anuais para o bem-estar emocional”.

A satisfação é descrita por Jebb como “o ponto além do qual não se ganha mais felicidade com o incremento de renda”. A razão é que o dinheiro supre necessidades básicas, como pagar contas e comprar comida. Cumpridas essas metas, as pessoas são “movidas por comparações sociais que, em última instância, podem diminuir o bem-estar”, dizem os cientistas. O valor de mais satisfação associado à renda está na Austrália R$ 400 mil). Já na América Latina e Caribe o valor é de R$ 112 mil. Ou seja, quanto mais rico o país, mais o dinheiro importa, pois nos comparamos com os semelhantes.

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Se você busca a felicidade, estar próximo à natureza pode ser o melhor caminho. Segundo estudo realizado pela Universidade de Regina, no Canadá, 5 minutos em contato com a natureza trazem mais emoções positivas.

Cientistas fizeram dois testes com 123 pessoas. No primeiro, os participantes foram divididos em dois locais: uma parte foi a um parque em frente à universidade, a outra parte ficou dentro do prédio. Todos tiveram que desapegar de seus celulares e orientados a se concentrar apenas neles mesmos enquanto permaneciam sentados.

Cada participante preencheu uma escala de emoções que incluía sensações positivas ligadas a conforto, prazer, gratidão, reverência e a sensação de ser parte maior que você mesmo.

Aqueles que estavam sentados no parque sentiram um aumento de todas as sensações positivas antes e depois do teste. Aqueles que estavam no ambiente interno da Universidade não alteraram suas sensações.

O segundo teste foi feito pelos pesquisadores para ver se mais tempo na natureza se correlacionaria com um aumento ainda maior dessas emoções. 70 participantes passaram 15 minutos, também sem celulares e sentados no parque e dentro da universidade e preencheram outra escala com emoções negativas (como estresse, depressão e ansiedade).

O fato de ficar mais tempo na natureza não se refletiu no aumento da quantidade de emoções positivas, mas o estudo revelou, também, que as emoções negativas foram reduzidas em ambos os ambientes, quando acrescidos cinco minutos de descanso.

"O contato com a natureza é benéfico para nossa saúde emocional, por isso preservar nossos espaços naturais nas cidades é um importante objetivo para a saúde pública", disse Katherine D. Arbuthnott, uma das autoras do estudo.

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