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APOCALIPSE LARANJA: Saiba tudo sobre a possível extinção dos ruivos

Houve boatos de que os ruivos estariam na pior. E ESSES BOATOS SÃO VERDADEIROS! Mas só para os ruivos de verdade. Vocês kibadores que pintam o cabelo com tinta acaju podem respirar aliviados.

Há alguns anos surgiu um hoax que fez muita gente acreditar que os Arroto de Fanta estavam ameaçados de extinção, desmentido por vários especialistas na época.

O texto do ~estudo~ até citava um tal de Oxford Hair Foundation como um centro de pesquisas genéticas. Este instituto, além de nunca ter publicado um estudo sobre o assunto, trata-se de um laboratório financiado pela Proctor & Gamble, fabricante de inúmeros produtos de beleza, incluindo tinta para cabelos.

Mas agora parece que a porra ficou séria.

De acordo com uma matéria publicada no jornal The Independence, o gene responsável pelos cabelos flamejantes seria uma adaptação ao tempo nublado. O tempo literalmente fechou pra ruivarada.

O pesquisador Alistair Moffat, diretor da Galashiels-based ScotlandsDNA, acredita que pessoas ruivas e de pele clara não pegam muito sol e não tomam tanta vitamina D quanto deveriam.

E quando pegamos, ficamos assim.

Devido às mudanças climáticas, o gene responsável pela coloração dos cabelos pode ser modificado para se adaptar melhor a um ambiente mais quente.

Mas você que odeia os enferrujados pode ir tirando o cavalinho da chuva, pois mesmo que esta teoria esteja certa, você não vai ver os ruivos desaparecer da face da Terra. Uma extinção como esta levaria muitas centenas de anos para acontecer.

Não tão cedo, inimigos.

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A banana corre risco de extinção - e o que podemos fazer para evitar isso

A banana, uma das frutas mais populares do mundo, corre risco de extinção. Um tipo selvagem da fruta, encontrado somente na ilha africana de Madagascar, foi colocado na lista de espécies em extinção. Só existem cinco pés adultos dessa planta na natureza. Cientistas dizem que a espécie precisa ser preservada, pois pode conter o segredo para manter as bananas em segurança no futuro. A maioria das bananas consumidas pelo mundo são do tipo Cavendish, parente da banana nanica, muito popular no Brasil.

Essas bananas são especialmente vulneráveis a uma praga conhecida como mal do Panamá. Também estão sujeitas à doença as bananas prata e maçã, bastante populares no Brasil. Pesquisadores tentam desenvolver variedades que sejam ao mesmo tempo saborosas e resistentes à praga. A banana selvagem de Madagascar se desenvolveu isolada, já que o país é uma ilha no Índico. A ideia dos pesquisadores é analisar os traços genéticos que a protegem do mal do Panamá.

Eles esperam que a inclusão da espécie na lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza trará visibilidade ao tema. A banana de Madagascar produz sementes dentro da fruta, ou seja, não é comestível. Porém, se a fruta for protegida, haverá como analisar as sementes e gerar um novo tipo de banana que seja comestível e resistente. Bananas são frágeis à pragas por se reproduzirem por clonagem e terem pouca variação genética entre seus tipos.

Por enquanto, a doença que ataca a Cavendish está confinada à Ásia. Se chegar às Américas, pode liquidar as plantações no mundo todo. Isso já ocorreu nos anos 1950 com um tipo de banana chamado Gros Michel. A música "Yes! We Have No Bananas" (Sim! Não temos bananas), do trompetista americano Louis Prima, foi inspirada na falta de bananas Gros Michel, afetadas pelo mesmo fungo causador do mal do Panamá. Essas bananas foram substituídas pelas Cavendish, batizadas em homenagem a William Cavendish, o sexto Duque de Devonshire, na Inglaterra.

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Leonardo Manzi

Leonardo Manzi

UPDATE EM 09/07/2014: Parece que os ruivos serão extintos sim.
Nem as ruivas e nem os ruivos irão desaparecer. Ufa!!!

Surgiram alguns boatos na internet de que isso aconteceria. Inclusive, esses boatos citam um ~estudo~ do Oxford Hair Foundation, um suposto centro de pesquisas genéticas. Este instituto, além de nunca ter publicado um estudo sobre o assunto, trata-se de um laboratório financiado pela Proctor & Gamble, fabricante de inúmeros produtos de beleza, incluindo tinta para cabelos.Mas agora parece que a porra ficou séria.

A ideia dessas teorias é que os genes que geram essas características, por serem recessivos, desapareceriam com o tempo, mas vários especialistas afirmam que essa informação é falsa.

Vida longa aos ruivos!!!