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Anônimo

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Por conta da evolução, essa linda.

Não só barba, mas índios brasileiros mal têm pelos no corpo. Os ancestrais deles eram como todos os ancestrais: peludos. Todavia, os índios brasileiros viviam em regiões muito quentes, com florestas densas e úmidas. Logo, quem tinha mais pelos acumulava mais umidadee ficava suscetível a desenvolver mais doenças. Além do que, os lisinhos ainda nadavam e corriam melhor, se dando bem na caça. Logo, os com menos pelos se tornavam os mais fortes, mais saudáveis, tinham uma vida mais longa, atraiam mais fêmeas e perpetuaram seus genes pelados.

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Cíntia Molina Pukaro

Cíntia Molina Pukaro

Biologicamente falando, por causa de um hormônio chamado androgênio. Na verdade, ambos os sexos têm esse hormônio, só varia a quantidade. Mas quando entramos na puberdade o androgênio (com uma ajuda da testosterona), vai regulando o volume e grossura dos pelos. Como os homens têm mais, começam a engrossar os pelos também do peito, barriga e do rosto. Tudo sob o controle da genética.

Evolutivamente falando (evolução, sua linda) ter mais barba (e pelos no geral) significa ter mais testosterona, o que significa ser um reprodutor eficiente, o que atraiu mais fêmeas e facilitou os machos peludos perpetuarem seus genes igualmente peludos. Alguns especialistas também afirmam que os mais felpudos eram os que melhor se saíam durante as caçadas, pois estavam protegidos do vento, frio, sol e detritos. Daí voltavam vivões, melhor alimentados por terem caçado melhor, atraíam as fêmeas e o resto é amor.

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Anônimo

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Um grupo de antropólogos sustenta que o gesto é a variação de uma estratégia agressiva de alguns primatas, que mostravam o pênis ereto aos seus inimigos como uma forma de intimidá-los. Mais civilizado, o homem teria substituído o bilau pelo dedo erguido para ofender alguém. Um dos primeiros registros escritos desse costume mal-educado aparece no ano 423 a.C.

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Vitor Augusto Talmelli

Vitor Augusto Talmelli

A diferença de línguas e sotaques se deu láááá na origem da linguagem. Quando um homem das cavernas africano relacionou "pedra" com determinado som, criou uma palavra. Em algum outro lugar, um outro ancestral nosso relacionou "pedra" com outro som e criou uma outra palavra. Pronto, estava dado o pontapé para o desenvolvimento de línguas diversas, cada uma com seu vocabulário e sotaque. 

A linguagem surgiu diante da necessidade ancestral de especificar as coisas: objetos, eventos, condições, etc. Os rugidos guturais pré-históricos, guiados por fonemas próprios ou reprodução de sons naturais, foram ganhando nuances e acabaram chegando nas palavras. Todavia, mesmo línguas muito diferentes, carregam certos padrões: ter o sujeito, o predicado, o objeto. Seria coincidência ou não? 

Teríamos começado a desenvolver a linguagem enquanto éramos ainda um único grupo, depois nos divido e criado particularidades, mas partindo de um tronco único (teoria da monogênese) ou começado a desenvolver já cada um no seu canto, com seu próprio tronco linguístico, e desenvolvido essas características semelhantes por necessidades em comum mesmo (teoria da poligênese)? Esta é uma das maiores questões entre os linguistas, arqueólogos, paleontólogos e antropólogos. 

Além disso, não se sabe em que velocidade isso aconteceu. Ainda é discutido se esse processo foi:

Devagar, gradativo -partindo dos primeiros sinais cognitivos dos primatas, levando a alterações físicas das cordas vocais até a se tornarem mais complexos, num processo de milhões de anos ou;

Rápido, porém mais tarde -  acontecendo quando a evolução intelectual já estava bem avançada e gerou rapidamente a linguagem quase que numa consequência.

De qualquer forma, a diferença das línguas e a dificuldade do seu estudo se intensificam por elas serem extremamente mutantes e não deixarem rastro (do contrário da escrita). Elas reagem à geografia, clima, história, natureza, outras línguas e mais um sem número de outras interferências. E é muito rápido. A língua está mudando quando uma pessoa esquece um termo e o substitui, quando se fala mais rápido para agilizar uma negociação, quando alguém fala errado pq o certo é muito complicado ou quando inventa um termo. Até mesmo a internet muda a nossa linguagem com suas abreviações e globalização diariamente. Isso gera um sem número de variações de sotaques e até mesmo novas línguas como, por exemplo, o nosso próprio o português brasileiro. Seria ele apenas uma variação do europeu ou uma língua nova, derivada?

E, assim como nascem, línguas também morrem. Das 6.909 línguas vivas hoje, estima-se que só 1.000 sobreviverão ao próximo século. E que, em 300 anos, sobrarão cerca de 24.

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Anônimo

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Não. Se vc está com esperanças de "desenvolver" os outros 90% e virar um super-herói, sentimos te informar que é apenas uma lenda. Ela deriva de uma confusão de informações vindas lá da década de 1890 por conta de uma criança-prodígio: William James Sidis. 

Estimulado pelos pais, o garoto, aos 18 meses, lia jornal, aos 8 já falava 9 línguas (inventando, posteriormente, uma própria a qual batizou de vendergood) e, aos 11, entrou em Harvard, seguindo uma sólida carreira acadêmica. Em uma de suas declarações, William disse que as pessoas só desenvolvem uma fração da sua própria capacidade intelectual. O que é plausível. Mas em 1936, o escritor americano Lowell Thomas creditou à declaração essa porcentagem e o boato se espalhou.

Hoje, com o avanço da tecnologia, ainda é impossível dizer com exatidão o quanto do cérebro é utilizado, mas já se sabe que não são apenas 10%. De lá pra cá foram identificadas ativações em diversas áreas cerebrais que trabalham interligadas para as finalidades mais sutis e rotineiras que podemos imaginar, muitas vezes até de forma incosciente. Por exemplo: reconhecer nuances mínimas no tom de voz de alguém e, assim, determinar seu humor exige muito do nosso processamento neural.

Os especialistas atuais afirmam que não saber com precisão a função de uma determinada área do cérebro não significa que ela não é usada. Significa apenas que ainda não sabemos.

E lá se vão suas esperanças de voar com o poder da mente. :(


William James Sidis

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Breno Silva

Breno Silva

Primeiro: nós não evoluímos do macaco (calma, ateus!). Diz-se isso por conta de uma analogia, mas na verdade, tanto o macaco quanto nós temos um ancestral em comum, que era meio homem e meio macaco.  A evolução de uma espécie não se dá em linha reta, mas sim em diversas ramificações, como uma árvore e seus galhos. A esse processo sé dá o nome de cladogênese. Eles foram para um lado, nós fomos para outro.

Segundo: a evolução se dá devido ao meio. Pq uma bactéria não vira um tubarão? Porque ela se deu muito bem como bactéria! Evolução é simplesmente um processo natural. Mas isso não significa que os macacos não estejam evoluindo. Pesquisas recentes mostram que os macacos melhoraram muito a genética e continuam evoluindo, assim como nós. A humanidade está em constante evolução, se adaptando às necessidades. Claro que isso leva milhares de anos, mas já é possível observar alterações como a redução dos pelos, assim como os dentes do siso ausente em algumas pessoas, nossa mandíbula está encurtando, nosso crânio se expandindo etc.
Nós viemos em paz.

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Ana Carolina Ribas

Ana Carolina Ribas

Pq senão pareceríamos um boneco de posto ao andar. Buscar pelo equilíbrio é uma coisa que o corpo faz automaticamente. 

Quando andamos, o movimento das pernas faz com que nosso quadril se movimente de forma circular e leve consigo todo o tronco. O movimento dos braços se contrapõe ao do quadril e isso equilibra o corpo, nos poupando energia e desempenho muscular.

Pesquisadores da Universidade de Michigan foram além. Através de pesquisas com voluntários, constataram que andar com os braços colados ao corpo aumenta em 12% nosso gasto metabólico e que, realizando o movimento anti-balanço (movendo para frente o braço do mesmo lado da perna que dá o passo), o gasto vai para 26%.

Com essa descoberta, descartou-se a crença de que este movimento era um vestígio do nosso andar quadrúpede.

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Anônimo

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Pq ele não quer ser lavado. Uma das auto-defesas do sêmem é se tornar cada vez mais grudento em reação a líquidos ou calor, isso pq é assim que é o interior de uma vagina - molhado e quente. Esse mecanismo se deve ao fato da nossa espécie ser promíscua (calma gente).

Machos de espécies em que os casais são eternamente fiéis não têm que lidar com competição na hora de reproduzir. Todavia, nós (assim como os chimpanzés, que são mais ainda) não seguimos este padrão e muitos temos mais do que um parceiro sexual durante a vida inteira. Isso gera uma competitividade na hora de perpetuar seus genes e aí entra a evolução (esta linda), fazendo com que o saco escrotal seja maior que a média (para produzir mais sêmem) e que o esperma seja o mais grudento, para ficar colado dentro da fêmea e não perder área para um possível concorrente que venha logo a seguir.  Em algumas espécies o esperma é tão viscoso que chega a criar um tipo de tampão que quase bloqueia a entrada de outro.

É por isso que os especialistas sugerem que não se abra o olho quando o esperma cai ali acidentalmente. Segundo oftalmologistas, o ideal é retirar o máximo que puder antes de enxaguar e apesar de o olho ficar irritado, não se deve coçar. Coceira provoca lacrimejo e o sêmem fica ainda mais grudendo, lembra? Depois de tirar todo o excesso, indica-se o uso de um colírio de limpeza.

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Anônimo

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Sim, existem. Mascarados anônimos, mutantes poderosos e salvadores do mundo: eles não estão só nas páginas das HQs e telas do cinema.

Os Mascarados

Existem cerca de 300 super-heróis oficialmente registrados nos EUA. Se eles já salvaram alguém, têm poderes extraordinários ou técnicas de luta incríveis não se pode ter certeza. Mas fantasias, identidades secretas e desapego social, isso eles têm.
O canal HBO fez um documentário sobre eles, dá uma olhada:


Os Superpoderosos
Quando misturamos dois códigos genéticos (através do que chamamos de reprodução/sexo/quero tchu, quero tcha), o novo código resultante sempre terá mutações, e elas são aleatórias. É como misturar cores. Algumas aperfeiçoam o novo indivíduo e o fazem ter vantagem na perpetuação (evolução, sua linda), outras o fazem ter desvantagens, outras só dão resultados curiosos e outras ainda, mesmo que raramente, atribuem a seus portadores poderes acima do normal. E eles nos fascinam. Listamos algumas destas pessoas que nasceram assim, superpoderosos:


Torto:
 o mineiro Bruno Moreno dobra os cotovelos e joelhos para trás, alonga o pescoço, estica  a língua até a ponta do queixo e quase tira o gogó do pescoço. A sua mutação lhe rendeu hipermobilidade, além do apelido.


Iceman: 
A Condessa de Sangue e os médicos nazistas, que matavam suas vítimas submetendo-as a baixíssimas temperaturas, teriam bastante trabalho com o holandês Wim Hof. Ele consegue suportar por horas temperaturas que matariam qualquer ser-humano em minutos. Ele já nadou 80 metros sob o gelo, ficou mais de 1 hora imerso em água gelada e correu meia maratona só de short... no Pólo Norte. Os cientistas ainda não conseguiram explicar.


Cat Boy: Nong Youhui seria só mais um menino chinês se não fosse por seus olhos. Eles são azuis e brilham no escuro, como os de um gato. O garoto enxerga perfeitamente bem mesmo sem luz, conseguindo até ler no mais profundo breu. O que lhe confere essa habilidade é uma doença rara chamada leucodermia.


Flash: um atleta, no auge da sua forma, faz 30 flexões em cerca de 30 segundos. Lu Dei leva leva 10 segundos. E ele tem 6 anos. O chinesinho treina desde os 4 anos (oi?) e já conseguiu fazer 10 mil flexões em 3 horas e 20 minutos sem parar. Todavia, sua velocidade na corrida e luta é igual a de qualquer menino comum. Vai entender.



Guerreiro de Shaolin: 
ele também é chinês, tem 48 anos, 1,60m, se chama Shi Yan Ming e é monge do lendário Templo de Shaolin. Mas não mexa com Shi Yan Ming. Se ele se enfezar, só precisa de 3 cm de distância para dar um soco que irá desfigurar a sua cara. A potência do golpe deste monge guerreiro é equivalente a um carro a 50 km por hora. São quase 400 kg jogados contra o oponente. Claro que o treino à la Kill Bill definiu a técnica, mas algumas alterações genéticas foram vitais: concentração de colágeno (atribui força) e controle neurológico (comunicação entre neurônios e músculos) maior do que a média. 

Mega Memo: Qual é a cor do embrulho do último presente que vc ganhou? Jill Price lembra do dela. Não só disso, mas como de qualquer detalhe que tenha acontecido com ela desde 1980. A primeira lembrança da americana é ainda no berço, pouco antes dos 2 anos de idade. Os registros foram ficando cada vez mais intensos até que, aos 34, ela procurou ajuda. Médicos descobriram que muitas áreas do seu cérebro são anormalmente maiores do que a média e ela foi diagnosticada com a síndrome de hipertiméstica (do grego, "se lembrar"). Este dom, todavia, é um fardo para ela, que sofre de depressão.


Os Verdadeiros Heróis
Mas, afinal, o que efetivamente caracteriza um herói? Fazer bem à sociedade, salvar vidas, promover a paz, a igualdade e tudo mais, certo? Para nossa sorte, a história está cheia deles. Como Rosa Parks, a senhora negra que, em 1955, negou ceder seu lugar no ônibus a um branco, disparando a reinvindicação dos direitos dos negros; Harvey Milk, político norte-americano que lutou pelos direitos civis dos homossexuais; Zilda Arns, pediatra brasileira fundadora da Pastoral da Criança que desenvolveu inúmeros trabalhos na luta contra desnutrição infantil e até mesmo Alfredo Moser, mecânico brasileiro que, em 2011, inventou a lâmpada de garrafa pet, idéia que, mesmo sem render nenhum centavo ao seu criador, é orgulho dele por ajudar milhares de pessoas na África e Ásia. 

Eles e muitos outros são os que realmente fizeram diferença. São o exemplo de que heróis não são feitos de cintos de utilidades ou poderes paranormais, mas sim ideais e coragem.

Alias, o Torto, aquele mineiro mega flexível, usa sim seus poderes para o bem: aproveitando a mídia que conseguiu, divulga seu projeto social de conscientização contra as drogas. Isso não é ser super-herói?

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Ruhama Pessoa

Ruhama Pessoa

Sim, e não são poucas. São resquícios de mecanismos que já foram úteis no dia a dia dos nossos ancestrais. Mas, como a nossa adaptação social é mais rápida que a biológica, muitos deles perderam sua função mas ainda continuam lá, só ocupando espaço ou nos causando transtornos. 

As próximas gerações provavelmente não os terão. Por exemplo, algumas pessoas já não desenvolvem os dentes do siso e, na brincadeira, são chamados de "o próximo passo evolutivo", num paralelo com os X-Men. Mas é um conceito errado, já que o termo "evolução" é empregado quando rola uma adaptação que melhore significativamente a sobrevivência e/ou reprodução do indivíduo. E duvido que vc conheça uma menina que tem atração maior por pessoas que naturalmente não têm siso. 

Mas vamos listar logo algumas das partes inúteis que os reais X-Men provavelmente não terão mais:


1. Ponto de Darwin: é essa dobra na borda superior da orelha. Servia para captar melhor sons distantes, auxiliando na caça e proteção contra predadores. Hoje, para ir pro mercado, vc não precisa dela.

2. Músculos auriculares externos: a função principal deste conjunto de três músculos é mexer as orelhas, assim como um cachorro, gato, vaca e tantos outros animais. De novo, servia pra captar melhor os sons. Hoje, no máximo para arrancar umas risadas rápidas na mesa do bar. Sim, algumas pessoas ainda conseguem mexer as orelhas, como um dos membros da nossa equipe.

3. Terceira pálpebra: é esse pedacinho melequento no canto do olho onde junta a remela. Antigamente, era uma pálpebra extra que auxiliava na hidratação do globo ocular, como a das aves e dos répteis.

4. Dentes do siso: usávamos quando precisávamos mastigar a carne crua. Depois que aprendemos que assada ela fica mais molinha, não precisamos mais dele. 

5. Mamilo masculino: desenvolvido ainda quando o feto não tem a diferenciação sexual, o mamilo perde sua função essencial quando o feto vira masculino, embora ainda seja sensorial e (pasme) possa ser estimulado a produzir leite. 

6. Vesícula biliar: não sejamos injustos - ela até ajuda. A vesícula é um saquinho grudado no fígado que armazena a bílis, que é o nosso detergente natural. Quando chega gordura pra ser digerida, a vesícula entra com a bílis e tudo facilita. O problema é quando surgem cálculos (tipo umas pedrinhas) por lá. A dor é tão intensa que não compensa - melhor remover.

7. Cóccix: é o ultimo osso da nossa coluna vertebral, composto de 5 ossos agregados, resquício do rabo nos nossos ancestrais. Mas o rabo perdeu sua função e sumiu na maioria dos humanos. Sim, maioria, pois ainda existem raros casos de má-formação onde o rabo ancestral aparece. Não é a coisa mais linda do mundo, mas, se vc quiser, pode conferir aqui.

8. Útero masculino: também derivado das primeiras semanas da gestação, o homem permanece com a estrutura primária do útero próximo a sua próstata. Não é nada demais, não incomoda e nem funciona, só está lá.

9. Apêndice: é um rabichinho de músculos preso ao intestino grosso. Ele auxiliava na digestão da celulose, mas há muito tempo que nossa alimentação não é mais uma dieta exclusiva de vegetais, então ele perdeu a função e hoje só é citado quando infecciona e precisa ser removido. Mesmo se vc for vegetariano ou vegano não se preocupe, pois consegue viver sem ele.  

10. Eriçador de pêlos: eles deixam os pelos em pé quando estamos com frio, a fim de criar uma camada mais espessa e nos proteger. Muitas espécies ainda têm neles grandes aliados, mas em nós nem causam mais efeito, pois mal pelos temos. Aliás, os próprios pelos tendem a deixar de existir, já que desenvolvemos outros meios de nos proteger do frio.

11. Dedos do pé: fora o dedão, que nos dá equilíbrio e estabilidade, os demais já não têm mais a menor utilidade. A não ser o dedinho, que desenvolveu a função de bater em qualquer quina e doer. Muito. 

* O desenho é do nosso ilustrador oficial, Daniel Wu. Encontre esboço do desenho escondido no post.