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Insatisfeito, cliente de lanchonete chamou a polícia para um sem-teto. O oficial pagou o almoço do mendigo (Com vídeo)

Um caso entre polícia e mendigo nos EUA viralizou pelo motivo certo. Em 26 de maio, a polícia foi chamada ao restaurante Hardee´s, no estado da Carolina do Sul, porque um sem-teto entrou no local e pediu por sobras de comida aos atendentes. Segundo a Fox News, a loja estava alimentando o homem por vários dias e um cliente, insatisfeito, resolveu chamar a polícia.

No entanto, em vez de remover o homem do local à força ou prendê-lo, o oficial CJ Mullinax, do departamento de polícia do condado de Horry, agiu de modo inesperado: sacou a carteira do bolso e pagou dois cheeseburguers para o mendigo esfomeado. O momento foi gravado por Victoria Summer e já teve mais de mil compartilhamentos no Facebook.

Muitos dos comentários no post de Victoria elogiavam a postura do policial. Em outro comentário, há a explicação que o sem-teto é um veterano de guerra cuja condição financeira foi piorando até ser abandonado pela família e virado um morador de rua. Não é a primeira vez que Mullinax fica famoso por uma boa ação: em 2015, ele foi filmado jogando futebol americano com crianças.

https://www.facebook.com/BarbieVictoriaSummer/vide...

Fonte: Independent

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Qual grupo é mais propenso a negar o aquecimento global? Homens brancos, mais velhos e racistas

Quem nega as mudanças climáticas tende a ser racista, branco e mais velho, de acordo com um estudo da Pew Research. Os pesquisadores descobriram que os eleitores americanos com ressentimentos raciais sérios eram muito mais propensos a questionar uma verdade irrefutável como a mudança climática. Os entrevistados foram avaliados se concordavam com declarações como: "Se os negros se esforçassem, poderiam estar tão bem quanto os brancos".

Usando informações dos Estudos Eleitorais Nacionais Americanos, o pesquisador Salil Benegal, da Universidade DePauw, descobriu que republicanos com altos índices de ressentimento racial eram 84% propensos a discutir as mudanças climáticas provocadas pelo homem. Além disso, uma pesquisa realizada pela Pew descobriu que os negadores da mudança climática também tendem a ser mais velhos e brancos.

Os dados mostraram que os republicanos brancos com mais ressentimento racial eram muito propensos a discordar de uma afirmação de que a mudança climática era real, em oposição aos republicanos brancos menos racistas. Falando da pesquisa, Benegal diz: Não estou tentando afirmar no estudo que a raça é o componente mais importante em relação ao clima.

A triste e dura realidade é que a mudança climática é real e causa enormes danos ao nosso planeta."Quer você acredite ou não, a mudança climática está acontecendo, e o derretimento das calotas polares são um aviso horrível sobre isso. O uso de combustíveis fósseis e outros fatores está causando dano imenso e, às vezes, irreversível ao nosso planeta.

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Professora pede material escolar em vez de flores em funeral: o resultado é comovente

Estudo feito pelo Departamento de Educação Federal dos EUA mostrou que cerca de 94% dos 94% dos professores de escolas públicas compravam materiais de aula com dinheiro próprio. Segundo o estudo, os professores gastavam R$ 2 mil por ano para comprar giz, apagadores e materiais de papelaria aos alunos. Em tese, isso não deveria acontecer em 2018.

Tammy Waddell, de Forsyth, na Geórgia (EUA), foi uma dessas professoras que foram além por seus alunos. Tammy faleceu em 9 de junho, aos 58 anos, após uma batalha contra o câncer. Ela passou 30 anos dando aula e se dedicando a seus alunos. Em um testemunho de seu caráter e dedicação à educação, em seu funeral ela pediu que as pessoas trouxessem material escolar em vez de flores.

A resposta a seu funeral, capturada por Brad Johnson, primo de Tammy, foi esmagadora. Uma história tão comovente viralizou nas redes sociais e Johnson forneceu o endereço da escola onde ela dava aula, de modo que mais gente pudesse doar materiais. O obituário on-line descreve Tammy como alguém que tinha uma "paixão pela alfabetização e acreditava que toda criança merecia uma oportunidade de aprender". Lindo, não?

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Ele caminhou 32km para não chegar atrasado no primeiro dia de trabalho: ganhou um carro do chefe

Para não chegar atrasado no primeiro dia de trabalho, Walter Carr caminhou a noite inteira. Ele decidiu percorrer, a pé, 32 quilômetros depois que o carro dele quebrou, em Birmingham, no Alabama (EUA). Um policial o levou para tomar café antes do expediente em uma empresa de mudanças após ter ficado impressionado com sua força de vontade. A história de Carr, estudante de 20 anos, viralizou nas redes sociais após o relato de uma cliente no Facebook - e o dono da empresa decidiu dar a ele um carro.

Jenny Lamey contou que estava esperando os funcionários da empresa de mudança às 8h na última sexta-feira (13) para empacotar suas coisas. Às 6h30, ouviu a campainha. Era Carr, acompanhado do policial. O policial contou que Carr tinha andado 32km para chegar ao trabalho, na cidade de Pelham. Enquanto estava ajudando com as coisas na cozinha, Carr contou que passou a infância em Nova Orleans, mas que a família se mudou para Houston depois que a casa foi destruída pelo furacão Katrina.

'Não importa qual seja o desafio, você pode superá-lo. Nada é impossível', diz Walter Carr, dirigindo o carro que recebeu de presente. Luke Marklin, executivo da empresa de mudanças Bellhops, para quem Carr está trabalhando, dirigiu do Tennesse até o Alabama para encontrar o novo funcionário. Marklin conversou e tomou um café com Carr e entregou-lhe as chaves do próprio carro, um Ford Escape, ano 2014. Ao receber as chaves do carro, Carr emocionado, chorou copiosamente.

Uma vaquinha online lançada para ajudar Carr a consertar o carro chegou a juntar US$ 8 mil (R$ 30 mil) antes de ser fechada. Carr pretende se formar em dezembro, em um curso na área da saúde. Também tem planos de se juntar aos fuzileiros navais dos EUA e de estudar fisioterapia. Na segunda, ele disse a repórteres que estava grato por ter tido a oportunidade de trabalho. "Eu queria mostrar a eles que sou dedicado. Eu disse que iria chegar ao trabalho de uma forma ou de outra."

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Anônimo

Anônimo

Na Inglaterra. York é um ducado inglês, capital de Yorkshire, que é o maior condado da Inglaterra, com mais de 15 mil km quadrados e 5 milhões de habitantes. Esse é o condado que geralmente é dado ao segundo filho do rei, o príncipe que não subirá ao trono (tipo o Harry, hoje).

Agora que vc já sabe sobre a velha York, vamos explicar a nova:A cidade chamava Nova Amsterdan e era governada por holandeses. Em 1664, o capitão inglês Richard Nicholls atracou seus navios no porto e anunciou que tinha vindo para dominar. A população implorou para que o então governador holandês não entrasse em conflito (para poupar a vida dos cidadãos) e ele atendeu aos pedidos. Foi assim que o rei inglês Charles II virou dono da cidade e, para homenagear seu irmão James (que era duque de York), o rei rebatizou-a cidade de New (nova) York. Se vc encontrar a imagem oculta, não conte a ninguém, apenas diga se beija ou passa quem aparece na imagem.

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Tempo gasto em celular pelos adolescentes vira preocupação dos pais

Pesquisa realizada nos EUA apontou que 54% dos adolescentes entrevistados acham que passam muito tempo com o celular. Realizado pelo centro de pesquisas Pew Research Center, o levantamento entrevistou 743 meninos e meninas de 13 a 17 anos e 1.058 pais de diversas regiões dos EUA.

Cerca de 44% dos jovens ouvidos (44%) olha o telefone assim que acorda para checar o recebimento de novas mensagens. Outros 28% agem assim de vez em quando. O tempo navegando em redes sociais foi objeto de preocupação de 41% dos adolescentes consultados.

No caso de videogames, o percentual caiu para 26%. Do total, 58% sentem que devem responder a uma mensagem. 56% dos entrevistados relacionaram a falta de um telefone móvel a sentimentos negativos, como solidão, ansiedade ou raiva. Os índices são maiores no caso de meninas.

“Há diferenças na percepção do tempo online entre os gêneros. Meninas são mais propensas a gastar mais tempo em redes sociais (47% a 35%). Em contraste, garotos são quatro vezes mais prováveis de passar muito tempo jogando videogames (41% a 11%)”, analisaram os autores.

Embora a avaliação sobre os hábitos varie por dispositivo, muitos jovens adotam medidas para reduzir a presença da tecnologia em suas vidas. Iniciativas de redução da intensidade do uso foram relatadas por 58% no caso de videogames, 57% para as mídias sociais e 52% para celulares.

Pais e mães foram ouvidos sobre o comportamento dos filhos em relação à tecnologia. A avaliação sobre os próprios hábitos de uso foi menor tanto no uso de celulares (36%) quanto de redes sociais (23%). Pais também acessam menos o celular assim que acordam (20%).

65% dos pais mostraram preocupação com o tempo gasto pelos adolescentes com dispositivos digitais. 72% relataram que os filhos se distraem em uma conversa presencial por estarem de olho no celular. Assim, 57% dos pais limitam o tempo que seus filhos podem usar esses dispositivos.

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