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O despertador toca, um familiar chama, o despertador toca novamente e você não sai da cama! Enrola, enrola e enrola. Caso você já tenha sido chamado de preguiçoso por postergar sua saída da cama várias vezes pela manhã, é hora de se orgulhar, segundo estudo feito pelos psicólogos Satoshi Kanazawa e Kaja Perina, do departamento de psicologia da Universidade College London, na Inglaterra, esse hábito é, na verdade, sinal de inteligência e criatividade.

O estudo explica que microrganismos até mamíferos, incluindo os seres humanos, funcionam de acordo com um ciclo diário chamado ritmo circadiano. Este, por sua vez, determina o intervalo de 24 horas com base na luz solar, na temperatura, pelas marés e até pelo vento. Porém, os seres humanos, ao contrário de outras espécies de mamíferos, têm a capacidade única, conscientemente e cognitivamente, de substituir o relógio biológico interno. Em outras palavras, os seres humanos conseguem escolher o horário que vão dormir ou acordar.

O estudo, feito com mais de 20 mil jovens americanos, descobriu que, aqueles que dormiam tarde durante a semana e aos finais de semana, acordando atrasados durante a semana, mas não no fim de semana, apresentam um QI maior do que os jovens que dormiam e acordavam mais cedo sempre. Assim, aqueles com um QI inferior a 75 iam dormir por volta das 23h41 na idade adulta, enquanto aqueles com um QI de mais de 125 iam para a cama às 00h29 aproximadamente.

Os pesquisadores, analisando os horários e os QIs dos participantes, concluíram que pessoas que dormem mais tarde demonstram inteligência, por reforçarem que não precisam estar em sincronia com a luz solar, como nossos ancestrais faziam.

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De acordo com a pesquisa 'O papel do homem na desconstrução do machismo' do Instituto Avon, em parceria com o Instituto Locomotiva, 48% dos homens ainda consideram “desagradável” ou “humilhante” cuidar da casa enquanto a companheira trabalha fora. O dado foi obtido após consulta de 1.800 pessoas com mais de 16 anos, em 70 municípios do país.

Destes 48%, 12% concordam que a mulher trabalhar fora e o homem cuidar da casa é humilhante, não deveria acontecer de jeito nenhum, 15% concordam que a mulher trabalhar fora e o homem cuidar da casa é humilhante, só deve acontecer se não tiver jeito, 21% concordam que tudo bem a mulher trabalhar fora e o homem cuidar da casa, mas não é uma situação agradável.

52% concordam que não há problema nenhum em a mulher trabalhar fora e o marido cuidar da casa.

Sobre a pesquisa: a pesquisa incluiu uma etapa inicial em que foram conduzidas seis entrevistas em profundidade com especialistas que atuam no enfrentamento à violência contra mulheres em organizações da sociedade civil, imprensa e órgãos públicos. Posteriormente foram realizados dois grupos de discussão, um com homens e outro com mulheres, de 16 a 30 anos. Ao final foi realizada uma pesquisa quantitativa presencial, de âmbito nacional, por meio de 1.800 entrevistas com homens e mulheres de 16 anos ou mais, em 70 municípios de todas as regiões do país.

Confira a pesquisa completa, com dados muito interessantes, aqui.

Fontes 1 e 2

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Um estudo concluiu que temos inclinação natural para perdoar, mostrando que a máxima "errar é humano" pode ser complementada com "...e perdoar também".

A pesquisa conduzida por cientistas das universidades de Yale, nos EUA, Oxford e College London, no Reino Unido, e International School for Advanced Studies, na Itália, feita com cerca de 1.500 pessoas que avaliaram o caráter e o nível de confiança de dois estranhos em uma situação específica observada.

No cenário observado, duas pessoas deviam dar choques em outra pessoa em troca de uma determinada quantidade de dinheiro. Uma delas se recusava, "O bom", enquanto a outra se importava apenas com o dinheiro, "o mau", e não estava nem aí para dar os choques.

A pessoa que se recusava a dar os choques era vista com boa impressão, ao contrário do que dava choques apenas pela grana. Só que quando o ganancioso resolvia não dar o choque, os participantes demonstravam uma capacidade de mudar de opinião muito rápido, até que ele desse o choque novamente e voltasse a ser "mau".

"Acreditamos que nossa descoberta revela uma predisposição básica para dar o benefício da dúvida a outras pessoas, até mesmo estranhos", diz Molly Crockett, uma das autoras do estudo. Essa conclusão explicaria também a insistência em relacionamentos ruins. "A mente humana é construída para manter relações sociais, até quando os nossos parceiros se comportam mal", explica.

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Segundo estudo da Universidade do Texas, trabalhar mais de 45 horas por semana, ao longo de uma década, aumenta o risco de doenças cardiovasculares. Para quem atua em período integral, essa propensão aumenta a cada hora adicional trabalhada.

Pesquisadores analisaram dados de mais de 1.900 participantes de um estudo de longo prazo sobre saúde e trabalho. Todos estavam empregados há pelo menos dez anos.

A equipe concluiu que, entre os que atuam em período integral, o risco é significativamente maior para quem trabalha além da faixa de 40 a 45 horas por semana.

Foram considerados eventos físicos como angina, doença coronariana, insuficiência cardíaca, infarto, derrame e pressão alta. O risco dessas ocorrências, na população estudada, foi de 43% e não variou muito entre quem trabalhava entre 40 e 45 horas.

Além desse período, mais de 45 horas, o risco aumentou cerca de 1% a cada hora a mais. Ou seja, indivíduos que trabalharam 55 ou mais horas ao longo de uma década apresentaram um risco 16% mais alto de doença cardiovascular.

Entre aqueles que seguiram uma jornada de 60 horas ou mais, pelo mesmo período, o risco foi 35% maior. Os resultados foram publicados no Journal of Occupational and Environmental Medicine.

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Um estudo acompanhou a vida de 723 pessoas ao longo de 26 anos e concluíram que os homens que não dividiam os afazeres domésticos, sofriam mais problemas psicológicos, como ansiedade, nervosismo e problemas de concentração. Já aqueles ajudavam se mostraram mais tranquilos e felizes.

Segundo a pesquisa, as parceiras ou parceiros de quem não ajuda também se dão mal com esse desequilíbrio na divisão das tarefas, pois o excesso de trabalho doméstico pode deixá-los mais vulneráveis às doenças.

Que tal começar a dividir as tarefas? É pela felicidade de vocês. E pela saúde dos seus amados.

O estudo foi feito da Universidade Umeå, na Suécia e publicado na PLOS One.

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Em 2018, o Brasil ganhou 14 mil novos milionários (cerca de 38 por dia), segundo relatório anual sobre riqueza mundial da consultoria Capgemini. Com isso, o número de milionários no Brasil cresceu 8%, passando de 171,5 mil pessoas para 185,5 mil.

O estudo considera os chamados HNWIs (high net worth individuals, em inglês), que possuem fortuna maior que US$ 1 milhão, excluindo a residência de moradia, artigos colecionáveis e bens de consumo duráveis.

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Pesquisa publicada na revista científica Animal Cognition mostrou que a inteligência dos galináceos (galinhas e galos) têm uma capacidade mental maior que de crianças

As galinhas são muito boas na arte da enganação, dizem os pesquisadores: os galos chamam as galinhas para comer mesmo quando não há comida, apenas para atrair as fêmeas. Quando estão na época de acasalamento, os galos também costumam cantar bem baixinho quando há outros galos por perto, para não avisar os rivais que há galinhas por perto.

Essa tática de manipulação social, também chamada de Inteligência Maquiavélica, só é comum em algumas poucas espécies de mamíferos, incluindo primatas.

As galinhas também entendem de números. Os pintinhos de até 5 dias de idade entendem quantidades, assim como soma e subtração. Muitos animais entendem tempo, mas as galinhas conseguem fazer viagem no tempo mental, lembrando de coisas do passado e pensando no futuro.

Galinhas usam pelo menos 24 formas de se comunicar com a voz, e várias outras formas de comunicação visual.

No que os cientistas chamam de comunicação referencial, eles explicam que outros animais como macacos e outras aves se comunicam de jeitos diferentes dependendo da situação, e se referem a diferentes. As galinhas fazem isso também. Elas tem uma voz de alarme para predadores voadoras e outra para predadores terrestres.

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